Eletroterapia: Saiba O Que É? Suas Vantagens E Benefícios!

Se você já ouviu falar de eletroterapia, sabe que ela é um tratamento que utiliza aparelhos com estímulos elétricos.

Trazendo assim, diversas melhorais para o indivíduo. Através da aplicação de eletrodos na superfície da pele.

Sendo este, o transmissor das correntes elétricas de baixa intensidades do tratamento.

Que por sua vez, auxilia em diversas patologias como inchaços, dores, espasmos, entre outros.

Logo, o tratamento deve ser feito apenas um profissional. Nesse caso, um fisioterapeuta com especialização dermatofuncional.

Pois, será preciso entender bem sobre o uso de correntes elétricas durante a técnica.

Então, para saber tudo sobre eletroterapia continue lendo. Tirando todas as suas dúvidas sobre!

O Que É Eletroterapia?

O Que É Eletroterapia

A eletroterapia, é uma técnica fisioterapêutica muito utilizada para reabilitação de diversas patologias.

Desse modo, ela consiste no uso de correntes elétricas. Sendo aquelas de baixa intensidade, aplicadas na pele por meio de eletrodos.

Logo, seu objetivo é proporcionar o alívio da dor, que foi descoberto de forma inusitada.

Isso porque, um paciente com gota foi tratado com choques de uma espécie marítima elétrica. Aplicando o diretamente em sua pele.

No entanto, não é todo o tipo de corrente que pode ser utilizada, existindo indicações para cada caso.

Uma vez que, sua função é a reabilitação. Ou seja, deve servir aos parâmetros específicos para o paciente em questão.

1. Como Funciona Essa Técnica?

De maneira resumida, e em geral, a eletroterapia é a utilização de correntes elétricas para:

  • Analgesia;
  • Relaxamento muscular;
  • Fortalecimento muscular;
  • Diminuição de edemas.

2. Quais São Os Aparelhos Utilizados?

Realizando então, a reabilitação de pacientes como um método de auxílio. No qual, encontram-se mais de um tipo de correntes utilizadas.

  • TENS: ou Terapia Elétrica Nervosa Transcutânea. Aqui, as correntes são pulsadas por meio da pele, excitando, estimulando e despolarizando agrupamentos de fibras nervosas. Que participam dos processos de modulação e percepção da dor, aliviando-as. Em geral, ela é muito utilizada em paciente de pós-operatórios, dores crônicas, fraturas, cervicalgia, nervo ciático, bursite e lombalgia.
  • Corrente Interferencial: de amplitude modulada, ela possui o cruzamento de mais de uma corrente. Muito indicada para melhorar o desempenho muscular e analgesia.
  • Corrente Russa: definida assim, como uma modulação do tempo, sua frequência é de 2500 ciclos por segundo. Sua eletroestimulação atua no nível muscular, sendo posicionada exatamente na região a ser tratada. Logo, melhorando a circulação sanguínea, reduzindo flacidez, para o fortalecimento e volume muscular. Muito indicada para casos de atrofia e flacidez.
  • Ondas Curtas: caracterizada então, como a utilização de energia eletromagnética para o aquecimento de tecidos moles profundos. Visando assim, aumento do colágeno e sua extensibilidade, e regeneração desses tecidos. Bem como, diminuição de rigidez nas articulações e das dores. Muito indicada em dor ciática, lombalgias e alterações no quadril ou coluna.
  • Laser: sendo então, a emissão de ondas eletromagnéticas de baixa intensidade não ionizadas. O laser possui luz colimada, monocromática e coerente, sendo um aparelho que indica seu tipo de luz pelo nome. Seus principais efeitos são a ação anti-inflamatória, regeneração e cicatrização de tecidos, e analgésico. Comumente indicada para inflamações e/ou inchaços de articulações, ligamentos e tendões.
  • Ultrassom: por fim, temos essa técnica que utiliza energia mecânica ou acústica, bastante antiga. Dessa forma, ela é indicada para dores musculares, tendinites, espasmos musculares, rigidez articular, reparar cicatrizes, diminuição de inchaço, entre outros.

3. Contraindicações:

No entanto, existem diversos casos de contraindicações, para cada tipo de aparelho. Sendo então, as suas principais:

  • Câncer;
  • Febre;
  • Epilepsia;
  • Tromboses;
  • Fraturas;
  • Pele Ferida;
  • Doenças Mentais ou Cardiovasculares;
  • Fase do crescimento ósseo;
  • Utilização de marcapasso;
  • Por cima do útero de gestantes e testículos;
  • Colocar sobre a boca e carótida;
  • Alterações de sensibilidade;
  • Circulação sanguínea prejudicada.

Mas, nem todas elas são apresentadas em mais de um. Portanto, apenas um médico poderá avaliar quando o paciente deve ou não utilizar este tratamento.

Os Objetivos E Benefícios Da Eletroterapia

Benefícios Da Eletroterapia

Logo, vimos que a eletroterapia tem como função auxiliar pacientes eu sua reabilitação.

Por meio de efeitos produzidos diretamente no local afetado. Estimulando assim, reações corporais por meios elétricos.

E, é por isso que existem diferentes aparelhos, uma vez que cada um estimula diferentes reações, podendo ser:

  • Fisiológicas;
  • Biológicas;
  • Físicas.

1. Quais São Os Seu Benefícios?

É possível então, encontrar diversos benefícios em seu uso. E, abaixo iremos mostrá-los:

  • Não é um tratamento invasivo;
  • Possui poucas contraindicações – a lista citada antes, é a junção de cada uma delas em todos os tipos;
  • Não causa dependência como remédios e etc;
  • Sua utilização pode ser diária;
  • É totalmente seguro;
  • Não tem efeitos colaterais apresentados.

Também, pode ser usada com diferentes idades de pacientes e suas patologias. Como, por exemplo:

  • Neurológicas;
  • Ginecológicas;
  • Respiratórias;
  • Ortopédicas.

2. Principais Vantagens Da Eletroterapia:

Claramente, sua principal vantagem é o auxílio em processos de reabilitação de pacientes

Bem como, a possibilidade de ser utilizada em diversos casos. Possibilitando diversas melhorias, como:

  • Diminuição de contraturas musculares e edemas;
  • Relaxamento muscular e controle das dores;
  • Estimula a cicatrização de fraturas ósseas;
  • Potencializa a regeneração de tecidos moles;
  • Desempenho muscular melhorado.

3. Tipos de Eletrodos Usados:

Como dito, anteriormente, os eletrodos fazem parte dos equipamentos, sendo responsáveis por emitir suas ondas.

Desse modo, cada aparelho utilizado um tipo diferente. Mas, existindo dois principais:

  • Silicone: sendo então, o eletrodo mais utilizado, ele é flexível se moldando ao local aonde será aplicado. Para seu uso, é necessário aplicar gel condutor, facilitando a passagem da corrente. Bem como, fitas adesivas para fixação na pele. Pelo lado dos custos, esse material é reutilizável e mais barato.
  • Autoadesivo: já esse tipo, não possui a necessidade de utilizar gel condutor ou fitas adesivas. Ou seja, ele é diretamente aplicado na pele, tornando-os descartáveis. Contudo, possuem maior fixação sendo reutilizáveis apenas para o mesmo paciente, desde que não sejam lavados.

Conclusão

eletroterapia conclusão

Em síntese, a eletroterapia é uma técnica utilizada em tratamentos fisioterapêuticos, como auxílio.

Visando assim, a reabilitação de seus pacientes, através do combate de suas patologias. Trazendo diversos benefícios e vantagens.

Como, por exemplo, não ser um método invasivo ou que cause dependência para o alívio de sintomas.

Mas, que só pode ser feita por um fisioterapeuta especialista. Uma vez que, as ondas elétricas devem ser aplicadas corretamente.

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Eletrolipólise: O Que É? Conheça Essa Técnica!

A eletrolipólise é um tipo de técnica utilizada em fisioterapia dermato funcional.

Ou seja, visando a redução da gordura localizada e celulites. Logo, sendo para muitas uma opção de tratamento estético.

Com esta técnica, a lipólise é estimulada, aumentando o processo da quebra de gordura.

Provocando assim, mudanças fisiológicas em células adiposas. E, acelerando o metabolismo e gasto calórico em decorrência.

Também, é uma ótima técnica para melhorar a circulação sanguínea, incrementando o seu fluxo.

Logo, homens costumam procurar a diminuição de gordura no abdômen e flancos. Enquanto que as mulheres focam nas pernas, culote e abdômen.

Então, para saber sobre essa técnica, funcionalidades na fisioterapia e indicações, continue lendo!

O Que É Eletrolipólise?

O Que É Eletrolipólise

Primeiramente, antes de falar sobre essa técnica em si, iremos falar de dois conceitos.

  • Gordura Localizada: uma disfunção relativa ao tecido adiposo na qual, a gordura acaba se acumulando mais em determinadas áreas do que em outras.
  • Fisioterapia Dermato Funcional: visa a solução de problemas de forma menos invasiva, evitando as cirurgias e outros métodos invasivos. Neste caso, abordado aqui, para os fins estéticos.

Desse modo, a eletrolipólise é uma técnica que faz o uso de correntes elétricas despolarizadas.

Sendo assim, de baixa ou média frequência. Para que seja possível a eliminação de gordura localizada.

Promovendo assim, a quebra de células de gordura, facilitando a sua saída.

Mas, demonstrando melhores resultados em pacientes que praticam atividades físicas e seguem uma dieta hipocalórica.

Ou seja, pobre em calorias, pois, consome-se menos do que a quantidade recomendada diariamente.

Que deve ser feita apenas com recomendação de um profissional de saúde. Tal como um médico ou nutricionista.

1. Correntes Elétricas Usadas No Tratamento:

Voltando-se a aplicação de correntes, encontramos hoje dois tipos usados, a Corrente Russa ou a Corrente BMAC.

Na qual, a utilização da segunda é muito mais confortável para os pacientes.

Além disso, é possível ver a utilização de TENS, mas que deve ser modulada de acordo com cada tratamento.

Já em seu uso, geralmente são utilizadas duas frequências, cada uma para um tipo diferente de tratamento. Sendo elas:

  • 10 Hz de frequência: seu uso tem por objetivo estimular células, melhorando tonicidade e a drenagem intersticial. Para que seja possível a diminuição de edemas, pois, possui uma ação anti-inflamatória e de vasodilatação. Por isso, sua ação é preferencial na derme (pele).
  • 30 Hz de frequência: atuando então, diretamente no adipócito ao emitir estímulos para as terminações corporais do sistema nervoso simpático. Sua aplicação percutânea em camada subdérmica do tecido adiposo, permite a liberação do AMO cíclico, através da reabsorção dos metabólitos. Logo, para que haja redução de medidas, existem agulhas de diferentes tamanhos, que vão de acordo com o tamanho da camada de gordura da área de tratamento.

Portanto, a eletrolipólise utiliza agulhas de aço inoxidável e que sejam descartáveis, variando em espessura de 25 ou 30 mm.

As maiores, servem para concentrar mais energia, potencializando resultados. E, sempre usadas em pares, para garantir o fechamento do campo elétrico.

  • Tempo da aplicação: pela indicação de Guirro & Guirro, o tempo ideal é de 50 minutos. Indicando-se que o tempo seja divido para as duas modulações de frequência.
  • Intensidade da Corrente: aumenta-se de acordo com a sensibilidade do paciente. Pois, ocorrerá acomodação natural ao longo do tratamento, tornando o aumento gradual até quase o limite sensorial.
  • Campo elétrico: altera a permeabilidade da membrana do adipócito, potencializando a eliminação dos triglicerídeos intra adipocitários.

2. Como Funciona A Eletrolipólise?

Em resumo, a eletrolipólise elimina as gorduras em acúmulo através da elevação do processo de lipólise.

Que é responsável pela quebra de gordura. Utilizando assim, aplicações de correntes elétricas com baixa frequência no local a ser tratado.

Fazendo assim, com que haja sua perda de gordura, melhorias na pele, diminuição de inchaço e aumento da circulação sanguínea.

Utilizando por vezes, aparelhos TENS e agulhas de acupuntura, ligados. Sendo os usos mais comuns em regiões como:

  • Coxas;
  • Bumbum;
  • Região abdominal;
  • Flancos.

Ao aplicar as agulhas em par, é necessária uma distância menor que 5 centímetros.

Logo, após a máquina ser ligada pelo fisioterapeuta, o paciente irá sentir um formigamento. Até que quase chegue a um ponto de dor.

Em geral, o indicado são 10 sessões no mínimo, para que sejam vistos resultados. Variando de caso a caso.

Eletrolipólise: Efeitos Fisiológicos, Restrições E Cuidados

Efeitos Fisiológicos

Portanto, agora que você já sabe como o tratamento da eletrolipólise funciona, iremos destacar seus efeitos fisiológicos, sendo eles:

  • Aumento na temperatura corporal;
  • Melhorias na tonicidade da pele;
  • Potencialização da lipólise;
  • Ativação da microcirculação;
  • Modifica a polaridade de membranas celulares.

Ou seja, além da visível perda de gordura armazenada. Esses benefícios são gerados no corpo.

Além disso, em relação ao aumento de temperatura, estamos falando de uma produção de calor que não atinge tecidos orgânicos.

Pois, a intensidade elétrica é de baixa frequência. Mas, sendo o suficiente para levar a uma vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo da região em tratamento.

Logo, estimulando o metabolismo celular do local, aumentando a queima de calorias, conhecida como Efeito Joule.

Quais Os Cuidados A Serem Tomados? E, As Restrições?

Por fim, é necessário estar ligado as contraindicações desse procedimento. Que se destinam então, a pessoas com:

  • Epilepsia;
  • Grávidas;
  • Fobia de agulhas;
  • Portadores de marcapasso;
  • Neoplasias;
  • Lesão na área a ser tratada;
  • Patologias graves de circulação – e uso de medicamentos anticoagulantes;
  • Insuficiência cardíaca, hepática grave ou renal;
  • Processos inflamatórios ou infecciosos.

Se o paciente sente dor ao aplicar a agulha, tem contrações musculares e espasmos durante a realização. Esta ocorre de maneira errada.

Bem como, em casos de sangramento excessivo após a retirada da agulha. Pois, indica o rompimento de vasinhos ocasionando em extravasamento sanguíneo.

Além disso, após o tratamento, o ideal é que o paciente não se exponha ao sol, devido a sensibilidade em que a derme se encontra.

Conclusão

Conclusão sobre eletrolipólise

Vimos então, que a eletrolipólise é uma técnica e tratamento tanto presente na fisioterapia.

Quanto em procedimentos de cunho estético. Visando assim, a eliminação da gordura armazenada e acumulada, por meio do estímulo da lipólise.

Levando então, a perda de medidas do paciente, desde que realizada por profissionais e feita corretamente!

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Bandagem Elástica E A Utilização Na Fisioterapia – Descubra Tudo Sobre!

A bandagem elástica adesiva, é hoje, bastante utilizada em tratamentos de fisioterapia.

Isso porque, sua técnica bem simples, auxilia no alívio das dores. Ao mesmo tempo que, combate as lesões.

Proporcionando assim, a atletas ou pessoas comuns lesionadas, maior conforto e melhorias.

Sem que seja preciso, o uso de medicamentos. Uma vez que, estes em uso prolongado podem causar efeito colaterais no organismo.

No entanto, o uso dessa bandagem elástica adesiva, precisa ser feita sob orientação médica.

Pois, modificam mecânicos motores básicos do corpo. Sendo assim, necessário um especialista para indicar a tensão, direção e tipo de corte para cada caso.

Logo, continue lendo este conteúdo e descubra mais sobre essa opção de tratamento!

O Que É Bandagem Elástica Adesiva?

Conhecida por muitos, como Kinesio Taping, essas bandagens são funcionais e servem para uso fisioterapêutico.

Em geral, utilizadas em conjunto com outras técnicas. Levando assim, o tônus muscular a se readequar e a uma estabilização das articulações.

Tudo isso, é feito através de seu uso na correção da postura, ou seja, do posicionamento físico.

Buscando resultados como a limitação seletiva de movimentos e sua amplitude, e a analgesia.

Criada em 1973, Dr. Kenzo Kase foi o seu responsável, que a idealizou como uma bandagem funcional constituída de 100% fibras de algodão.

Podendo assim, chegar até cerca de 140% de elasticidade. Sendo assim, grudadas na pele por meio de uma cola especial sem o látex.

Logo, permitindo uma respiração cutânea sem criar atritos com a pele de pacientes.

Por ser feita de um material elástico, a bandagem não limita o movimento do corpo, diferenciando-se das bandagens rígidas.

Além disso, uma outra vantagem desse acessório medicinal, é que ele é à prova d’água.

Desse modo, não existe a necessidade de retirada para banhos ou atividades que envolvam água.

Também, sendo utilizada mesmo durante práticas físicas. Sem que haja estragos para a sua durabilidade, que vai de 3 a 5 dias.

Em geral, elas são vendidas em rolos de 5 metros por 5 centímetros, em cores variadas. Mas, sem que tenha um motivo para tal.

1. Para Que Serve A Bandagem Elástica Adesiva?

O Que É Bandagem Elástica Adesiva

De maneira resumida, podemos definir que seu objetivo é fornecer suporte aos tecidos moles.

Mas, de forma externa sem que haja limitações em suas ações. Promovendo, constantes estímulos mecânicos por meio da pele.

Logo, receptores cutâneos sensíveis são ativados pelas alterações desse sistema articular, se comunicando com os tecidos profundos.

Por fim, diminuindo a pressão sobre o nocioceptores, da dor e melhorando a circulação da linfa de forma livre.

2. Qual A Sua Importância Fisioterapêutica?

Quando um tratamento fisioterapêutico é iniciado, pode-se ser a feita a utilização desse acessório como auxílio.

Ou seja, ele não é um tratamento único. Pois, é realizado junto com outras técnicas, sendo a cinesioterapia a maior delas.

Dessa foram, a bandagem elástica adesiva, serve para prevenir e reabilitar casos de lesões.

Gerando assim, uma maior segurança aos pacientes na execução de movimentos, segundo seus relatos.

Por esses motivos, ela é muito utilizada em diferentes casos relacionados a fisioterapia. Seja ela então:

Para a saúde da mulher;

  • Esportiva;
  • Pediátrica;
  • Musculoesquelética;
  • Neurológica;
  • Geriátrica;
  • Reumatológica;
  • Entre outras.

Benefícios E Aplicações Mais Comuns Da Bandagem

Aplicações Mais Comuns Da Bandagem

Portanto, esse acessório realiza uma compressão das articulações, pele e músculos.

Estimulando assim, terminações nervosas para a emissão de sinais ao cérebro, que irá produzir uma resposta.

Desse modo, abaixo irei listar os principais benefícios na utilização de bandagem elástica adesiva.

  • Alivio das dores e diminuição dos espasmos musculares;
  • Melhora a circulação linfática e sanguínea;
  • Atua na sinergia das contrações musculares;
  • Correção de desalinhamentos nas articulações;
  • Estimula a consciência corporal e propriocepção;
  • Amplitude de movimentos são melhoradas;
  • Diminui hematomas, edemas e inchaços;
  • Melhora a postura corporal;
  • Auxilia problemas de coluna e/ou hérnia de disco;
  • Fortalece articulações e membros.

1. Quais Os Principais Motivos Para Aplicação?

Geralmente, as aplicações mais comuns destinam-se aos três tópicos que iremos abordar a seguir.

  1. Reposicionamento das Articulações: sendo necessária para deixar as articulações neutras, sem a realização de movimentos durante seu uso. Existem casos onde deixa se o mais próximo de neutro, pois, não se conseguem chegar nele ou não é o objetivo do tratamento.
  2. Drenagem Linfática: muito usada em pacientes com desordens nos sistemas linfáticos e/ou circulatórios. Bem como, para tratar edemas de diversos tipos, e linfedemas.
  3. Alteração da Ativação Muscular: existindo dois métodos de aplicação, um que inibe e outro que ativa os músculos. Sendo assim, “aplicação de distal para proximal” para a inibição de contrações musculares, servindo para dores agudas e inflamações. E, “aplicação de proximal para distal” quando deseja-se estimular contrações musculares em casos de condições crônicas,

2. Bandagem Elástica Para Prevenir Lesões:

Mas, nem sempre é preciso já ter um quadro clínico para utilização deste acessório médico.

Pois, elas também são utilizadas como medida preventiva. Ou seja, em casos de lesões crônicas para que não haja agravamento.

Já que, muitos pacientes se curam e não apresentam mais sintomas ou restrições, estando reabilitados.

Contudo, para situações onde haja instabilidade e risco. Sua utilização é necessária, e muito comuns em atletas.

Logo, sua utilização serve para estabilizar a região em que estará sendo aplicada.

Impedindo assim, que determinados movimentos possam ser lesivos. Mas, devem ser aplicadas apenas pelo profissional que possui sua técnica.

Além disso, é importante que este profissional conheça melhor seus pacientes e entenda exatamente sua lesão ou risco de uma.

Por fim, sabe-se que ela não é recomendada em casos de alergias cutâneas ou em alguma fase de processo de cicatrização.

Conclusão

bandagem elástica adesiva conclusão

Em resumo, a bandagem elástica adesiva é um acessório utilizado na medicina fisioterapêutica.

Seja como medida preventiva, ou para reabilitação de lesões. Mais comumente usada para casos de:

  • Drenagem linfática;
  • Reposicionamento das articulações;
  • Alteração da ativação muscular.

Para o caso de suas cores, elas não possuem diferença em sua tensão. Mas, muitos acreditam que elas influenciam pela terapia das cores.

Que, fala sobre como cada cor emite uma vibração única e própria, com propriedades particulares.

Influenciando então, no de forma não apenas física, como também no emocional de quem a usa.

Ainda possui alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe-a nos comentários para que possamos esclarece-la!

Aprenda Tudo Sobre Fisioterapia Desportiva E Como Ela Funciona!

Já ouviu falar sobre Fisioterapia Desportiva? Ela diz respeito às atividades fisioterapêuticas dentro de equipes esportivas.

Trabalhando assim, juntamente com atletas em sua saúde e manutenção. Visando sua qualidade de vida e bem-estar.

Bem como, prevenções e reabilitações para que possa continuar exercendo a prática na qual é atuante.

Desse modo, a sua prática se direciona exatamente para cuidar de quadros relacionado a prática de esportes físicos.

Podendo ainda, ser voltada para pessoas que praticam esportes. Mas, que não são atletas profissionais, os chamados amadores.

Continue lendo este artigo então! E, descubra tudo sobre essa especialização fisioterapêutica.

O Que É Fisioterapia Desportiva?

O Que É Fisioterapia Desportiva

A fisioterapia desportiva, é uma das áreas da fisioterapia. Ou seja, uma de suas especializações.

Que tem por objetivo, tratar de atletas profissionais ou amadores, que praticam atividades físicas regularmente.

Sendo assim, com foco na prevenção e recuperação de lesões oriundas do desgaste excessivo em:

  • Articulações;
  • Tecidos musculares.

Também, a fisioterapia desportiva, tem por objetivo reinserir o paciente na prática de sua atividade. O mais rapidamente possível, de acordo com seu quadro.

Logo, levando em consideração os exames e diagnóstico cinético funcional. Métodos específicos serão traçados, recebendo acompanhamento.

Pois, essa se faz importante para avaliar a evolução do paciente e seu tratamento.

Além disso, esse fisioterapeuta, é responsável por preparar atletas para competições.

Bem como, é responsável por tratar dores, lesões e contusões ocasionadas pelas práticas físicas. Seja o paciente atleta profissional ou amador.

Por fim, outra função dessa atividade, é prevenir retorno de lesões e contusões, tais como:

  • Tendinites;
  • Luxações;
  • Fraturas;
  • Entorses;
  • Lesões nos ligamentos – evolução de quadro.

Recursos Utilizados Pelo Profissional:

Então, se o foco é a recuperação de atletas, existem diversos recursos a serem utilizados. Por exemplo:

  • Treino funcional e terapia manual;
  • Eletroterapia, eletromiografia e massoterapia;
  • Biofeedback de EMG;
  • Estabilização segmentar e bandagens funcionais.

Mas, cada um desses recursos será empregado de acordo com o tipo de lesão. E, a área afetada por ela.

Levando ainda, em consideração, as necessidades do atleta e de sua modalidade esportiva.

Ou seja, sendo elaborado de forma única, para cada pessoa visando a sua real eficácia.

Portanto, o profissional analisa funcionalidades e deficiências. Trabalhando então, as partes do corpo mais exigidas pelo determinado esporte.

Realizando assim, o seu desenvolvimento e proteção, considerando os impactos sofridos pelo corpo.

  • Exemplo: basquete costuma ocasionas em problemas no quadril e ombros.

Então, para que problemas não sejam desencadeados, deixando de ser pequenas lesões ou dores.

Para se tornarem quadros clínicos graves, é preciso avaliar a postura do atleta durante sua prática esportiva.

Ou seja, desde os exercícios de treinamento. Até mesmo, durante competições e afins.

Ficando de olho também, nos possíveis sintomas e sinais indicados pelo paciente, sendo os mais comuns:

  • Formigamentos;
  • Pisada torta;
  • Viradas do pé continuamente;
  • Queimações;
  • Membros estalando;
  • Dores nas articulações;
  • Entre outros.

Funcionamento Da Fisioterapia Desportiva

Funcionamento Da Fisioterapia Desportiva

Agora, iremos abordar a fundo, as 4 formas de atuação desse profissional desportivo.

Bem como, as funções de cada uma dessas atividades. Que, estão ligadas uma a outra e devem ter suas realizações respeitadas.

1. Prevenção de Lesões:

Devido a intensidade de treinos e competições, o corpo necessita de um condicionamento articular e muscular acima do normal.

Logo, treinos excessivos em modalidades de alto nível. Geram assim, a sobrecarga no sistema musculoesquelético.

Além disso, diversas atividades aumentam o impacto articular e riscos de lesões, tais como:

  • Mudanças bruscas de direção;
  • Velocidades elevadas;
  • Interrupções não espontâneas;
  • Salto com aterrissagens instáveis.

E, o tempo de descanso para esses atletas, é reduzido. Impedindo a recuperação tecidual do corpo.

Portanto, a prática preventiva visa principalmente, que atletas não sejam afastados de sua prática.

Diminuindo então, custo reabilitativos através da realização grupal dessa prática. No qual, o fisioterapeuta deve:

  • Ficar atento a índices de epidemiologias do esporte;
  • Orientar treinador e atleta sobre posturas adequadas;
  • Auxiliar no fortalecimento dos grupos musculares de reforço e suporte.

2. Atendimento Emergencial:

Fazendo assim, parte da equipe médica emergencial, esse profissional irá estar presente em:

  • Treinos;
  • Campeonatos.

Estando de prontidão, caso aconteça alguma intercorrência. Realizando assim, técnicas de:

  • Primeiros socorros;
  • Bandagens;
  • Cuidar de calos e feridas;
  • Terapia respiratória e/ou manual;
  • Enfaixamentos.

Além disso, a crioterapia é uma técnica muito utilizada pelo profissional, dentro desse tipo de atendimento.

Para tratar então, as lesões com compressas de gelo. Elevando também, o membro afetado, visando diminuir inflamações e dores.

3. Reabilitação de Lesões:

Caracterizada como a atuação mais comum do profissional, sua função aqui é preparar o atleta para retornara sua atividade.

Geralmente, utilizando recursos bastante conhecidos. Como, por exemplo:

  • Eletroterapia;
  • Terapia manual;
  • Pilates;
  • Cinesioterapia.

Sendo também, o responsável em casos de reabilitação no pré ou pós-operatório do atleta.

Por isso, com todo conhecimento, prático e teórico. Esse profissional, precisa desenvolver o seu próprio preparado psicológico.

Uma vez que, irá sofrer com a pressão tanto do atleta. Quanto dos técnicos, treinadores, mídia, fãs, entre outros.

Que irão esperar resultados rápidos no tratamento, mas, é ele quem irá definir quando o retorno é funcional e conduzir este tempo.

4. Reinserção de Atletas:

Por último, existe ainda o acompanhamento do atleta. Ou seja, o processo realizado após a inserção do paciente.

Na “última” fase de sua reabilitação, irá predominar a realização de exercícios funcionais.

Que possuam os gestos motores do esporte praticado. Além disso, sendo fundamental desenvolver:

  • Treino sensório motos;
  • Exercícios pliométricos;
  • Reforço dos músculos utilizados no esporte.

Dessa forma, se faz extremamente importante a troca de informações nessa fase.

Realizada entre os seguintes profissionais: fisioterapeuta, preparador físico e técnico do atleta em questão.

Visando que seja reconhecida sua carga de treinamento. Bem como, movimento permitidos nesse processo de reinserção.

Favorecendo então, o retorno eficaz do atleta e a diminuição dos riscos de lesões recidivas.

Conclusão

fisioterapia desportiva  Conclusão

Resumidamente, a fisioterapia desportiva diz respeito ao tratamento fisioterapêutico de atletas.

Sejam eles profissionais, ou amadores. Realizando assim, a prevenção e recuperação de lesões ocasionais pela prática do esporte.

Levando jogadores a não serem afastados de sua atividade, ou voltarem o mais rapidamente a esta.

Sempre, respeitando as suas condições físicas e psicológicas. Para que, ele não acabe tendo alguma condição permanente como efeito colateral.

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Anatomia Do Joelho – Guia Completo Para Você Aprender Tudo

Quando falamos de corpo humano, estudar a anatomia do joelho se faz bastante importante.

Afinal de contas, ela é formada por diversos ligamentos, articulações e músculos, criando um sistema complexo.

Responsável assim, pela maior parte de nossos movimentos diários, influenciando diretamente em ações físicas.

Além disso, essa região possui a funcionalidade de sustentação. Ou seja, segurando todo o peso do corpo e as cargas oriundas de atividades físicas.

Portanto, ao falar de fisioterapia, nos direcionamos as funções mecânicas da região e os possíveis riscos para suas articulações.

Então, continue lendo e sabia tudo sobre a anatomia do joelho, em nosso guia completo!

Anatomia Do Joelho: Conheça Sua Estrutura

Anatomia Do Joelho Conheça Sua Estrutura

O joelho, é a anatomia mais complexa do corpo humano, quando consideradas as articulações.

Isso porque, a anatomia do joelho possui uma articulação sinovial. Ou seja, que realiza comunicações entre 2 extremidades ósseas.

Tornando possível assim, os movimentos realizados nos membros inferiores. Sua estrutura é composta de três ossos:

  • Fêmur;
  • Tíbia;
  • Patela.

Possuindo em sua cápsula articular, as articulações tibiofemoral e patelofemoral.

A partir dessas estruturas, é que cargas elevadas conseguem ser sustentadas. Bem como, elas dão a mobilidade que nos permite realizar atividades locomotoras.

Também, nesta região, encontram-se os meniscos ou cartilagens semilunares.

Chamados assim, pelo seu formato de meia lua. Sua estabilidade articular, possui um grau considerável, estabilizando-se por:

  • Músculos, ligamentos e a própria cápsula articular.

Na anatomia do joelho, encontramos 4 ligamentos, que possuem função importante em sua estabilização. Sendo eles:

  • Ligamentos colaterais medial e lateral;
  • Ligamentos cruzados anterior e posterior.

Também, encontramos na região uma boa flexo-extensão, como um grau de liberdade.

Já como um segundo grau, encontramos de forma acessória sua rotação. Que incide sobre o eixo longitudinal em cima relativo a perna.

Contudo, seu segundo grau de liberdade, aparece apenas quando o joelho é flexionado.

Apesar de mecanicamente falando, ele precisar de estabilidade elevada, também é necessário à sua flexibilidade em mesma proporção.

Ou seja, situações contraditórias que a região possui função de conciliar. Tentando assim, encontrar um equilíbrio entre.

Já em relação a sua superfície, esta possui encaixes frouxos, conferindo o máximo de mobilidade permitida.

Por isso, a anatomia do joelho tem suas articulações em risco. De entorses e luxações frequentes.

Lembrando ainda, que sua flexão é considera instável, segundo Kapanjdi. Ficando sujeita a lesões nos meniscos e nos ligamentos.

Enquanto que, em sua extensão há os riscos de rupturas dos ligamentos e fraturas nas articulações.

Articulações, Ligamentos E Músculos Da Anatomia Do Joelho

Articulações, Ligamentos E Músculos

Portanto, a seguir, iremos nos aprofundar mais nessa estrutura do joelho e suas características.

1. Articulações:

Primeiramente, iremos falar sobre a articulação tibiofemoral, sendo ela do tipo gínglimo.

Que permite os movimentos de extensão e flexão. E, alguns do tipo lateral e rotacional.

  • Elipsoideas: medias do fêmur e da tíbia, e côndilos laterais. Possuindo extremidade côncava que possui contato com outra convexa, criando limitação nos movimentos;
  • Eminência Intercondilar: são as pequenas depressões causadas pelos platôs tibiais (côndilos da tíbia).

Portanto, a tíbia possui uma função capaz de girar lateralmente. Sendo assim, sobre o fêmur em últimos graus dos movimentos de extensão.

Chamado também, de movimento pivô. Já que, proporciona um bloqueio da região, travando sua completa extensão.

Além disso, a curvatura dos platôs tibiais não possui simetria. E, são diferentes em cada pessoas.

Gerando casos nos quais, uma pessoa possui uma maior resistência na região, sofrendo menos riscos de determinadas lesões.

Já a articulação paletofemoral, ligando a patela ao fêmur. Reduzindo então, o atrito entre as duas estruturas.

A patela, em sua região posterior, é recoberta por uma cartilagem articular, que permite realizar funções biomecânicas como:

  • Realizar a extensão do joelho;
  • Elevar o ângulo de tração no tendão;
  • Centralizar tensões divergentes;
  • Aumentar áreas de contato entre fêmur e tendão patelar;
  • Diminuição do estresse por contato;
  • Protege tendões e a face anterior desta região.

2. Ligamentos:

Na anatomia do joelho, encontramos ligamentos formados por tecidos conjuntivos fibrosos.

Dispostos sobre as articulações, impedindo excesso ou movimentações anormais.

Recebendo ainda, auxílio dos meniscos que fazer o amortecimento de cartilagens, pela absorção de choques mecânicos e impactos.

Ademais, seus 4 ligamentos possuem receptores nervosos sensitivos. Que percebem bem, movimentos, posições articulares, velocidade, dores e estiramentos.

  1. Cruzado Anterior: encontra-se na face interna, posiciona antes da eminência intercondilar e sobre o côndilo femoral lateral. Sua função é estabilizar a região em extensão, impedindo deslizamentos, rotações anormais, entre outros.
  2. Cruzado Posterior: posterior a eminência intercondilar, cruza-se por trás do ligamento mencionado acime, fazendo inserção na côndico femoral medial. Suas funções são de impedir deslizamentos e dar estabilidade quando flexionado.
  3. Colateral Medial: posicionado na parte de cima do epicôndilo femoral medial e abaixo da cartilagem articular na região inferior da tíbia. Tendo como função, estabilizar o látero-lateral quando em extensão.
  4. Colateral lateral: indo desde o epicôndia lateral do fêmur até a cabeça da fíbula, possui mesma função que o anterior.

3. Músculos

Por fim, chegamos aos músculos presentes na anatomia do joelho, sendo considerados biarticulares.

  • Flexores: sendo assim, primários e acessórios. Permite proximidade da perna com a coxa, de formas passivas e ativas. Na qual, a passiva é mais ampla, e a ativa mais limitada.
  • Extensores: formado pelo quadríceps femoral, onde sua extensão proporciona o afastamento posterior entre perna e coxa.

Sua rotação pode ser caracterizada por dois tipos, medial e lateral. E, sendo possível apenas em flexão e sem cargas.

Pois, do contrário não ocorrente o relaxamento de seus dois tipos de ligamentos.

O poplíteo, é um músculo conhecido por liberar a trava do joelho, conseguindo rodar lateralmente o fêmur de forma relativa à tíbia.

Conclusão

anatomia do joelho conclusão

Neste artigo, aprendemos mais sobre a anatomia do joelho. Estudando assim, a sua estrutura relativa à:

  • Articulações;
  • Ligamentos;
  • Músculos.

Desse modo, percebemos que o joelho é uma região bastante vulnerável. Possuindo então, riscos de lesões, de traumas diretos e indiretos.

Bem como, através do uso irregular ou em excesso dessa região, que pode ter lesões de 3 graus diferentes.

  • Estiramento leve, lesão parcial por ligamento estirado e ruptura total de ligamentos.

Agora que você já sabe mais sobre essa região, compartilhe com seus amigos para que mais pessoas se beneficiem dessas informações!

Dermatite seborreica: saiba o que é

Dermatite seborreica tem cura? Saiba mais sobre essa doença de pele

A dermatite seborreica é uma doença que promove a inflamação na pele, causando descamação e vermelhidão em diferentes pontos do rosto.

Especialmente para quem gosta de se cuidar e ter sempre uma bela aparência, esse problema de pele pode acabar atrapalhando tendo em vista principalmente, o fato de que é preciso um grande cuidado para saber quais são os cremes e remédios que podem ser utilizados para o tratamento dessa doença.

Por falar em tratamento, você saberia dizer se a dermatite seborreica tem cura? Se você não sabe ou não tem uma resposta pronta, confira o artigo que preparamos trazendo as principais informações que precisa saber, a respeito da dermatite.

Entenda o que é a dermatite seborreica

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite seborreica é caracterizada por uma inflamação na pele que causa a descamação.

Na maior parte dos casos as principais regiões afetadas são sobrancelhas, cantos do nariz, couro cabeludo e as orelhas.

Esta é uma doença da pele que pode ser considerada crônica, sem ter um período de constância, podendo piorar ou melhorar de acordo com o dia e também alguns fatores hormonais que podem ser levados em conta, de acordo com cada caso.

Muitas pessoas perguntam e tem dúvida com relação as causas da dermatite e a verdade é que ainda, não foram diagnosticadas uma ou mais causas com 100% de certeza, que pudessem ser exatas para esse tipo de problema.

Sabe-se no entanto, que a causa pode estar diretamente relacionada com fatores considerados externos como diferentes tipos de alergias, situações de cansaço ou também estresse emocional, álcool, utilização de medicamentos, produtos com grande oleosidade ou ainda, fatores alimentares.

O principal agente causador do aparecimento de casos de dermatite é o fungo Pityrosporum ovale, que provoca a doença sendo desenvolvida então, em diferentes estágios.

É importante esclarecer que esse não é um problema de pele, causado pela falta de higiene ou ainda, algo que possa ser contagioso ou mesmo, considerado perigoso.

Confira os sintomas que a dermatite seborreica apresenta

Os sintomas dessa doença podem ser identificados de formas diferenciadas, dependendo de cada caso e principalmente, dos fatores que deixam a pele mais irritada.

No entanto, os principais sintomas e os mais fáceis de serem identificados, são:

  • Oleosidade na pele;
  • Oleosidade no couro cabeludo;
  • Escamas brancas;
  • Escamas amareladas e oleosas;
  • Coceira;
  • Vermelhidão;
  • Perda de cabelo.

Dependendo de cada caso os sintomas poderão ser identificados em estágios leves, moderados ou ainda, agressivos. Esses sintomas aparecem geralmente em áreas em que a pele é mais oleosa.

Existe tratamento para a dermatite seborreica?

É preciso que um dermatologista realize uma avaliação e se for necessário, solicite exames para identificar possíveis causas e também, os melhores medicamentos que podem ser aplicados com o objetivo de proporcionar alivio e o correto tratamento dessa doença.

A avaliação deverá contemplar especialmente, a profundidade e aparência das lesões conforme descritas pelo paciente.

Em um primeiro momento, é necessário que o tratamento seja iniciado com uma frequente lavagem das lesões.

O dermatologista poderá indicar ainda a interrupção de diferentes produtos como, por exemplo, sprays, pomadas e géis para diferentes finalidades, que dependendo dos componentes que são utilizados, poderão prejudicar e agravar o caso.

Para ter um tratamento bem realizado e quando possível alcançar a cura, é preciso que o paciente realize corretamente o tratamento levando em conta os principais pontos apresentados e indicados pelo especialista.

Alguns produtos específicos para o tratamento da dermatite poderão ser indicados pelo médico como, por exemplo, shampoos que são antifúngicos e anti-inflamatórios, pomadas com antifúngicos e fungicidas, pomadas de corticoides e corticoides que deverão ser aplicados por via oral, nesses casos quando o quadro do paciente for mais grave.

Caso você esteja enfrentando esse problema, saiba que existem algumas medidas que podem ser adotadas para você conseguir minimizar o incômodo dessas feridas e lesões sobre a pele.

Os principais cuidados são evitar alimentos gordurosos, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, não fumar, evitar banhos com água muito quente e principalmente, procurar controlar o estresse e ansiedade.

A dermatite seborreica tem cura. Você precisa apenas identificar qual será o melhor tratamento, de acordo com o seu caso.

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Tudo Que Precisa Saber Sobre A Síndrome Do Impacto No Ombro

Você já ouviu falar sobre a Síndrome do Impacto no Ombro, suas causas e complicações?

Conhecida também, como Síndrome do Manguito Rotador, que está relacionada aos músculos e tendões.

Sendo esse, os que possuem a função de estabilizar o ombro. Mas, que nesses casos, sofrem algum tipo de lesão.

Em geral, ela está muito relacionada a atletas que utilizam os membros superiores em sua atividade.

Também, quem trabalha fazendo movimentos repetitivos e pesados no ombro. Agindo assim, sobre os quatros músculos dessa região.

Desse modo, continue lendo para saber mais sobre seus sintomas e possíveis causas.

Pois, casos você apresente alguns deles, será necessário procurar um médico. Que irá então, indicar um tratamento adequado!

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro?

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro

A Síndrome do Impacto no Ombro, destina-se a problemas que ocorrem no músculo indicado em sua nomenclatura.

Logo, quando há lesões estruturais nesta região. Geralmente, causadas por quadros de tendinite.

Ou então, de rupturas do tipo parcial ou até mesmo total dos tendões, sendo a segunda mais grave.

Impedindo assim, que a região se mantenha estabilizada. O que faz com que os sintomas comecem a aparecer.

Na região do ombro, encontramos o manguito rotador, um conjunto formado por 4 músculos, sendo eles:

  • Infraespinhal;
  • Supraespinhal;
  • Redondo menor;
  • Subescapular.

Que possuem funções motoras e estabilizadoras na região do ombro. Envolvendo ainda, seus ligamentos e tendões.

Desse modo, lesões nesta região costumam ter como causa as inflamações por:

  • Irritação;
  • Desgaste;
  • Impacto pelo uso excessivo de sua articulação.

Por isso que ela é comum em atletas e pessoas que utilizam muito o músculo. Fazendo assim, repetições excessivas e carregando muito peso.

Características Do Quadro Clínico:

Podemos dizer, que a Síndrome do Impacto no Ombro possui então, três fases.

Indo desde a mais leve até a mais graves. Mas, em todas há sintomas sendo possível identificar.

Ou seja, geralmente por meio de dores e limitações físicas na região de forma clara.

Em geral, mulheres tem propensão a relatar casos de incapacidades. Enquanto que, os homens descrevem mais quadros de dor.

Além disso, as dores costumam ser espontâneas, e podem ser agravadas após esforço na região.

Normalmente, as dores aumentam durante o período da noite. Uma vez que, acontece o estiramento das partes moles.

Portanto, se tornando mais fácil sua identificar a evolução do quadro clínico, que poderá ser classificado como:

  • Primeira fase: comum em pessoas com até 25 anos de idade, os sintomas são dores agudas, edemas e hemorragias. Geralmente causada por atividades físicas ou trabalho excessivo, e sua recuperação é tratada com repouso.
  • Segunda fase: afetando assim, pessoas na faixa entre 25 e 40 anos de idade. Aqui, já se torna evidente os processos inflamatórios na região. Originando uma fibrose e/ou tendinite.
  • Terceira Fase: em geral, é identificada em pacientes acima dos 40 anos. Na qual, há lacerações parciais ou totais dos 4 músculos da região. Ou então, do bíceps braquial que leva a alterações ósseas.

Vale ressaltar, que quando mencionamos repouso, esse não é de apenas horas. E sim, dias, que irão variar de acordo com o estado do paciente.

Síndrome Do Impacto No Ombro: Sintomas, Causas E Tratamento

Síndrome Do Impacto No Ombro Sintomas, Causas E Tratamento

Agora que você já sabe mais sobre essa síndrome, iremos analisar outros aspectos, confira!

1. Principais Sintomas:

Então, antes de procurar uma avaliação médica, esteja atento aos seguintes sintomas:

  • Dores no ombro: que surgem ao levantar o braço e as persistentes quando se encontra em repouso, na frente ou na lateral.
  • Inchaços: que aparecem na região/ombro afetada;
  • Dificuldades em mexer o braço: principalmente para trás ao levantar, notável ao tentar se vestir e prende os cabelos.
  • Perda da força: caracterizada pela fraqueza nos músculos da região.

Como dito, anteriormente, os sintomas costumam piorar no período da noite.

Uma vez que, ao final do dia os esforços cessam e o músculo começam a relaxar.

Também, é possível haver a perda momentânea de movimentos, em casos mais graves.

Para que um diagnóstico seja obtido, é necessário procurar um fisioterapeuta, ortopedista ou clínico geral.

Logo, sendo possível o pedido de exames como ultrassom, radiografia e a ressonância magnética na região.

Desse modo, identificando se realmente há uma lesão. Assim como, qual o grau na qual ela se encontra.

2. Possíveis Causas Da Síndrome:

Em resumo, podem existir inúmeras causas para a ocorrência dessa síndrome, sendo as principais:

  • Desgaste contínuo das articulações;
  • Danificação dos tendões pela repetição;
  • Surgimento de esporões no osso causando irritações;
  • Muito tempo levantando pesos.

Por isso, se você pratica atividades físicas do tipo ou trabalha com movimentos repetitivos no braço.

Bem como, possua mais de 40 anos de idade. Esteja atento aos possíveis sintomas!

3. Tratamentos:

Para a Síndrome do Impacto no Ombro, recomenda-se um tratamento de redução das inflamações.

Direcionadas assim, as articulações e sua regeneração. Combinadas de repouso da região afetada.

  • Gelo: aplicações no local para reduzir inchaço.
  • Fisioterapia: em alguns casos, para recuperar a força e estabilidade.

Além disso, alguns remédios podem ser recomendados para aliviar os sintomas, tais como:

  • Diclofenaco, Cetoprofeno ou Dipirona – mais comum.
  • Injeções de corticoides na articulação em casos do dor persistente.

No entanto, não existe uma regra quanto ao prazo do tratamento. Pois, varia em cada paciente.

Podendo então, ir de cerca de 2 semanas até meses. Mas, caso a dor prolongue ainda assim, recomenda-se a cirurgia do local.

Uma vez que, será preciso um procedimento mais específico para reparação das lesões, por exemplo:

  • Abertura da pele.
  • Artroscopia – uso de instrumentos diferenciados e microcâmera.

Em ambos os casos, após cirurgias o paciente deve ter repouso e realizar fisioterapia.

Conclusão

Síndrome do Impacto no Ombro  Conclusão

Em síntese, a Síndrome do Impacto no Ombro é uma lesão nos músculos existentes na região do ombro.

Acarretando assim, na perda de estabilidade do local. O que, pode causar sintomas como:

  • Dores;
  • Inchaços;
  • Fraqueza;
  • Limitações físicas.

De maneira geral, sua causa é a repetição excessiva de movimentos na região do ombro.

Podendo ainda, ser combinadas ao esforço com peso. Logo, comum a atletas e pessoas que carregam muito peso diariamente.

Lembrando que os sintomas pioram a noite e com isso é possível notar quando o quadro se agrava!

Conhece algum amigo que gostaria de saber sobre este assunto? Compartilhe este artigo em suas redes sociais!

Qual A Importância Da Avaliação Fisioterápica?

A Avaliação Fisioterápica é primeira fase antes de qualquer método de fisioterapia ser aplicada.

Ou seja, é quando paciente e médico irão realizar avaliações. Para que seja possível identificar o que deverá ser tratado em seu corpo.

Desse modo, sendo feita uma coleta de informações que irá determinar como serão realizadas suas sessões.

Independentemente do diagnóstico recebido antes desse encaminhamento. Se faz necessário essa nova análise.

Sendo assim, será levado em consideração diversos fatores da vida do paciente, antes de determinar seu tratamento.

Então, para saber mais essa avaliação fisioterápica, continue lendo e tire as suas dúvidas sobre acerca do assunto!

O Que É Avaliação Fisioterápica?

O Que É Avaliação Fisioterápica

Portanto, essa avaliação é quando paciente e fisioterapeuta possuem primeiro contato.

Logo, realizando certos exames avaliativos para coleta de dados. Que serão então, utilizados para identificar:

  • Dificuldades;
  • Capacidades;
  • Áreas com alterações.

Após então, avaliar o paciente, as informações serão então interpretadas em conjunto.

Para que se possa criar um correto tratamento, sob medida. Atendendo assim, as necessidades específicas deste.

Ou seja, o fisioterapeuta irá criar um planejamento com objetivos e ações específicas para sua melhora.

Uma vez que, para cada indivíduo existem particularidades, mesmo quando ele apresenta um tipo comum de problema.

Do contrário, tratar todos com uma base igual não será eficaz. Pois, as sessões devem ser adaptadas a cada necessidade para correto funcionamento.

Além disso, deve-se ainda levar em consideração outras particularidades do paciente, tais como:

  • Sua saúde em todos os aspectos;
  • Outras doenças e condições;
  • Alimentação e práticas físicas;
  • Profissão e outras obrigações sociais.

Logo, sendo possível traçar um perfil funcional deste. Que não é possível identificar no laudo médico.

Em geral, estes não costumam conter todas as informações sobre a vida do paciente.

Porque Existem Todas Essas Especificações?

A alguns anos, a fisioterapia sobre algumas mudanças. Deixando assim de ser uma profissão técnica, para uma autônoma.

Mudando a sua abordagem terapêutica, que antes visava as consequências de uma doença.

E hoje, visa priorizar a saúde como um todo. Ou seja, em todas as suas funcionalidades e os possíveis impactos do ambiente.

Sendo aquele, no qual o indivíduo se encontra inserido, e desempenha tarefas cotidianas.

Para se atingir uma real e correta reabilitação. Logo, mostrando a importância do perfil funcional.

Uma vez que, não se deve tratar uma pessoa baseada em um conjunto de outras.

Já que podem haver diferentes particularidades de um mesmo problema. Bem como, cada uma delas apresenta diferentes características e ambientes próprios de vida.

Qual A Importância Da Avaliação Fisioterápica?

Importância Da Avaliação Fisioterápica

Desse modo, a avaliação fisioterapêutica é o caminho para definir um tratamento ideal.

Através assim, da descoberta de todos os aspectos que envolvem a vida do paciente.

Ou seja, servindo apenas para um diagnóstico no campo da fisioterapia. Se diferenciando do campo médico, pois, irá analisar:

  • Biomecânica;
  • Anatomia;
  • Fisiologia;
  • Cinesiologia.

Considerando acima de tudo, a individualidade biológica do paciente em questão.

Desconsiderando tratamentos padrões baseados em grupos. Logo, esse tipo de avaliação irá permiti um diagnóstico diferenciado, com base em sua:

  • Saúde, ocupação, lazeres, atividades, alimentação, etc.

Por fim, voltando-se ainda a postura do paciente, também sem se analisar de forma padrão.

Não levando em consideração apenas sua forma estática. Como também, a forma como ela se dá ao se posicionar antes dos movimentos.

Afinal de contas, a postura é uma das principais recorrências dentro desse campo de tratamento.

Logo, seu comprometimento e de sua movimentação, são as maiores causas de lesões musculoesqueléticas.

Pois, é o componente corporal responsável por sustentar o corpo. E, quando afetada, outras funções e órgãos também serão.

O Que Compromete A Postura?

Desse modo, se a postura afeta nossa sustentação, e outras funções e órgãos do corpo.

É preciso estar atento aos fatores que podem desencadear doenças, síndromes, etc. Tais como:

  • Ambientais: sociedade, ocupação, alimentação, etc.
  • Cognitivos: relacionados aos estímulos emocionais;
  • Modulares: que se referem aos músculos, nervos, articulações, etc;
  • Apoio: em geral, relacionada às características respiratórias;
  • Biomecânicos: ligado a anatomia, antropometria e funções corporais.

Logo, mostrando a diferença entre o campo medicinal e fisioterapêutico. No qual, o segundo faz uma análise individualista e aprofundada.

Como Se Faz A Avaliação Fisioterápica?

Como Se Faz A Avaliação Fisioterápica

Já que, a Avaliação Fisioterápica possui a função de analisar todos os aspectos que envolvem o problema do paciente.

Desse modo, ela é feita em duas partes. A anamnese e o exame físico, falaremos mais a seguir.

1. Anamnese:

Caracterizada por uma série de questões investigativas a serem respondidas junto ao paciente.

Permitindo a coleta de seus dados de forma ampla. E, que pode ter informações também do laudo médico.

Então, primeiramente, será preenchido os dados de identificação do paciente.

  • Nome;
  • Sexo;
  • Idade;
  • Diagnóstico médico;
  • Encaminhamento.

Depois, outras perguntas serão feitas, para ser possível coletar dados de históricos tais como:

  • Doenças atuais;
  • Doenças pregressivas;
  • Social – estilo de vida;
  • Familiar.

Por fim, podemos encontrar a chamada “Queixa Principal”. Que o relato do próprio paciente, sobre o que ele sente.

2. Exame Físico:

Após a coleta de dados, chega a hora de avaliar o quadro do paciente. Para então, determinar seu tratamento fisioterapêutico.

  • Palpação: esse exame tem por objetivo avaliar tecidos moles, localização da dor, áreas com espasmos musculares, possíveis edemas e a temperatura da região afetada. Devendo assim, ser feito precisamente e com sutileza para que nada seja despercebido.
  • ADM: ou Amplitude do movimento, é a observação de articulações que impedem determinados movimentos. Estando diretamente relacionada ao sistema musculoesquelético.
  • Força Muscular: feita com testes manuais, pode ser feito de diversas forças. Mas, em geral se usa o sistema de Stolove Hays, que utiliza movimentação x gravidade.
  • Sistema neurológico: visa a avaliação de nervos periféricos e cranianos, funções motora e sensorial, e o status mental.

Conclusão

Vimos neste conteúdo, como funciona e qual a importância da Avaliação Fisioterápica.

Que proporciona então, através de um estudo individual de cada paciente e suas condições gerais. Um tratamento adequado para suas lesões/condições.

Proporcionando assim, uma recuperação com base em suas reais particularidades.

E não, por meio de uma avaliação de grupo. Ou seja, dos sintomas comuns a determinadas problemáticas.

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Para Que Serve A Laserterapia? Quais Os Benefícios

Você já ouviu falar ou saber qual a importância do uso de laserterapia na fisioterapia?

O LASER é um tipo de tratamento de fototerapia, e que possui diversos benefícios.

Auxiliando então, no tratamento de diversos quadros de fisioterapia. Tornando-o um recurso prático e inovador.

Que, em muitos casos, diminui até mesmo a necessidade de utilização de medicamentos.

Um avanço então para diversos pacientes. Pois, bem sabemos que um remédio pode ajudar em uma coisa

Enquanto que, pode ter um efeito colateral no correto funcionamento do organismo.

Portanto, que tal saber mais sobre a laserterapia? Confira abaixo e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

O Que É Laserterapia Na Fisioterapia?

Laserterapia Na Fisioterapia

Primeiramente, antes de entender como essa utilização é benéfica na terapia, vamos entender mais o conceito de LASER.

Sigla para “Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation”. Em português encontramos a seguinte tradução:

  • Amplificação de Luz por Emissão Estimulada de Radiação.

Sendo assim, o seu tratamento recebe o nome de Laserterapia. No qual, é utilizada as ações fotoquímicas através de aparelhos que emitem luzes.

Que deve ser então, aplicada (direcionada) sobre tecidos biológicos, para iniciar e melhorar processos metabólicos.

Sendo assim, por meio de sua baixa intensidade que ocorrerá a estimulação da microcirculação.

  • Microcirculação: circulação de sangue ou linfa, nos vasos capilares e linfáticos – respectivamente.

Essa terapia é indicada para diferentes tratamentos, e a praticamente todo tipo de paciente. Por exemplo:

  • Reparação de tecidos nervoso, mole e ósseo;
  • Pós-operatórios, dores agudas/crônicas e edemas.

Salvo exceções específicas recomendadas por médicos. Desse modo, sua utilização possui propriedades analgésicas e reparadoras.

Mas, antes do uso deve-se verificar se o paciente pode ser submetido a esse tratamento.

Em geral, sendo feito em hospitais, clínicas especializadas e até mesmo em sua própria casa.

Como Funciona O Uso De Laserterapia Na Fisioterapia?

Portanto, esse tipo de radiação propaga ondas com alta densidade de energia. Concentrada então, em pontos pequenos a serem direcionados.

Logo, é possível obter propriedades terapêuticas na sua utilização, sendo elas:

  • Analgésicas;
  • Anti-inflamatórias;
  • Trófico regenerativas – alimentação de tecidos;
  • Ação cicatrizante.

Pois, são capazes de elevar a microcirculação em determinados locais, o que causa:

  • Proliferação de fibroblastos e células epiteliais;
  • Aumento na síntese do colágeno.

Muito recomendada então, para a reparação mais rápida de patologias, elevando sua qualidade. Indicada para os seguintes quadros:

  • Síndrome do túnel do carpo;
  • Lesões musculares e entorse;
  • Bursite, tendinite e epicondilite;
  • Osteoartrite;
  • Fibromialgia;
  • Dores pós-operatórias e neuropáticas;
  • Pós-operatório de casos de hérnia de disco;
  • Lesões articulares e dores na coluna;
  • ATM – Disfunção da Articulação Temporomandibular.

Logo, antes de indicar o tratamento, é preciso verificar a fase do processo de inflamação.

Pois, assim deve ser definido a densidade de energia a ser usada. Fazendo assim, com que suas propriedades estejam corretas.

Do contrário, o efeito pode não surtir e o paciente continuar sentindo suas dores.

  • Circulação: densidade entre 2 e 4 Jcm2.
  • Cicatrização tecidual: densidade entre 6 a 8 Jcm2.

Portanto, quando falamos em fisioterapia, os raios utilizados possuem uma mistura de hélio e neônio, produzindo uma luz vermelha.

Mas, que não deve ser confundida com o infravermelho, pois, esse não emite luz.

Não existe então, muitas contraindicações para seu uso. Abaixo, iremos listar as principais:

  • Região dos olhos;
  • Irritação cutânea;
  • Neoplasias;
  • Processos bacterianos;
  • Carcinoma – tumor maligno;
  • Tórax em pacientes cardíacos ou que possuem marca-passo.

Apesar de ser um tratamento não invasivo, ele pode terá efeitos negativos se descumprir contraindicações.

Para Que Serve A Fisioterapia Motora? Descubra Suas Utilidades

A Fisioterapia Motora é um tratamento que visa prevenção e recuperação de pacientes específicos.

Sendo aqueles que internados e acamados, ou com problemas relacionados a coluna.

Evitando assim, que ao estarem parada suas funções motoras sejam comprometidas.

Ou, nos casos da coluna, ela comprometa o corpo e suas funções. Pois, ela é a estrutura que sustenta o corpo.

Assim como, visa ainda a diminuição de dores através dos estímulos de suas funções corporais. Que diminui também, as possíveis alterações do sistema sensitivo e motor.

Para saber mais, continue lendo. tire suas dúvidas sobre essa modalidade de fisioterapia e descubra sua importância!

O Que É Fisioterapia Motora?

O Que É Fisioterapia Motora

A Fisioterapia Motora, é um tratamento importante para realizar a restauração funcional de pacientes.

Ou seja, diminuindo as incapacidades de sua condição, através da reabilitação ou prevenção.

Desse modo, ela impede o declínio funcional, que significa uma perda das capacidades para realizar atividades cotidianas.

Bastante associada, com casos de estadia hospitalar, para os pacientes acamados. Dando então, continuidade durante certo tempo, após sua alta.

Muitas vezes, o declínio funcional é resultado de outras causas como, por exemplo:

  • Longos períodos de internação;
  • Falta da reabilitação doméstica;
  • Custos médicos que interrompem o tratamento;
  • Aumento da mortalidade.

Além disso, diversos estudos mostram que apenas 7 dias acamado. O paciente já pode perder 30% de sua força muscular.

E, para cada semana adicional, existe o risco de perdas em 20%. Para pacientes críticos em condições de internação, a incidência fica entre 30 a 60% desses casos.

Logo, atualmente, muito se fala e estuda sobre essa fisioterapia de reabilitação, que é feita de forma precoce.

Ou seja, ela já começa no próprio hospital, durante o tempo de internação do paciente.

No qual, fisioterapeutas iram estimular músculos com exercícios. Sem que, o paciente necessite sair da cama, o que muitas vezes nem é possível.

Mas, nos casos de problemas posturais, a prevenção se dá de forma diferente.

Sendo então, feita em sessões periódicas, sem que haja a necessidade de internações.

Uma vez que, o paciente ainda não sofre nenhuma lesão, e sim, apenas o risco de uma se não fizer tratamento.

Detalhes Sobre O Tratamento:

Em resumo, esse tipo de fisioterapia tem como função prevenir e reabilitar pacientes.

Dessa forma, maximizando suas funções corporais, e reduzindo a ocorrência de dores pela lesão ou falta de postura.

Em geral, elas são relacionadas ao sistema sensitivo e motor, e os casos mais tratados são:

  • Osteoartrose;
  • Hérnia de disco;
  • Tendinite;
  • Alterações na postura;
  • Estiramentos e contraturas musculares;
  • Ligamentos lesionados;
  • Reabilitação pós-fraturas;
  • Pós-operatório em casos de cirurgia ortopédica.

Existem ainda, diversas outras condições que podem necessitar desse tipo de tratamento.

Qual O Método Usado Na Fisioterapia Motora?

Método Usado Na Fisioterapia Motora

Portanto, esse método de tratamento tem por objetivo, prevenir ou reabilitar pacientes, por meio da estimulação motora.

Dessa forma, fisioterapeutas irão realizar os estímulos motores e funcionais.

Impedindo então, que pacientes tenham funções comprometidas. Ou seja, não conseguindo voltar a ter um estilo normal de vida devido a limitações físicas.

Portanto, o tratamento visa a atividade física mesmo no leito, com auxílio de profissionais especializados. E, estimular a retirada precoce desses pacientes acamados de seu leito.

  • Benefícios: melhorias nas funções respiratórias e consciência. Aumenta a autonomia funcional, elevado a resistência muscular e a força é recuperada. Melhorando também, flexibilidade nas articulações, bem-estar mental e aptidão cardiovascular.

Por fim, acelerando sua recuperação e diminuindo riscos de limitações motoras no futuro.

Já, para os casos de prevenção, são realizadas sessões. Sendo seu benefício, a diminuição de riscos de traumas e lesões.

Assim como, a reeducação postural, melhorando sua qualidade de vida e diminuindo/eliminando as dores.

Como É Feita A Fisioterapia Motora?

Como É Feita A Fisioterapia Motora

Portanto, os tratamentos de fisioterapia motora, tem por objetivo cuidar dos traumas ortopédicos.

Sendo assim, feitos com técnicas específicas para cada causa. Bem como, seus protocolos.

Fazendo um processo de reabilitação do paciente, e em alguns casos, a prevenção.

Através do incentivo e promoção de sua saúde físico-motora. Permitindo então, que ele retome sua vida cotidiana, o mais rápido que puder.

Justamente por isso, que podemos classificar em 3 tipos de tratamento. E, a seguir irei falar sobre eles.

1. Preventivo:

Aqui, primeiramente, serão necessárias avaliações do paciente. Feita em detalhes, mapeando sua condição.

Em geral, são aos pacientes em que se observa problemas como má postura e desequilíbrios musculares.

Que ao decorrer do seu dia-a-dia, podem acarretar traumas do tipo fratura. Assim como, lesões que comprometem suas funcionalidades.

Sendo comumente agravadas, por movimentos excessivos ao realizar atividades em seu trabalho.

Portanto, devido à falta de tempo para que o sistema musculoesquelético se recupere. Logo, a fisioterapia irá:

  • Educar pacientes novos hábitos posturais;
  • Realizar a manutenção das funções desse sistema.

2. Reabilitativo Pós-lesões:

Infelizmente, nem toda lesão consegue ser impedida. Isso porque, ela pode ocorrer:

  • Competições;
  • Treinamentos específicos;
  • Atividades cotidianas.

Em geral, em atletas e pessoas que trabalham com pesos, ou em situações de risco.

Desse modo, o tratamento tomado visa retomar o estilo de vida do paciente. Ou seja, sem que ele tenha prejuízos.

Afetando assim, futuramente, a retomada de todas suas capacidades funcionais do corpo.

Levando este a não conseguir realizar determinadas atividades. Uma vez que, a falta de estímulo levou a uma limitação.

3. Reabilitativo Pós-operatório:

Já em casos nos quais, passou por alguma cirurgia ortopédica, esse tratamento se faz essencial.

Uma vez que, ele fará um acompanhamento contínuo. De modo que, será possível acompanhar e gerar evolução na recuperação do paciente.

  • Auxiliando na cicatrização da região lesionada;
  • Diminuindo riscos de fraqueza muscular pela imobilização;
  • Estimulando sua movimentação;
  • Reduzindo a ocorrência de hipotrofia.

Sendo assim, o paciente irá se recuperar totalmente, podendo retomar sua vida normal.

Do contrário, por estarem acamados, na maioria das vezes. O paciente pode ter perdas funcionais.

Conclusão

Fisioterapia Motora Conclusão

Desse modo, vimos que a Fisioterapia Motora é feita em três diferentes casos:

  • Preventivos;
  • Reabilitação Pós-lesões;
  • Reabilitação Pós-operatórios.

Visando assim, o tratamento eficaz recuperando o estilo de vida do paciente.

Através do estímulos motores e sensitivos. Que impedem então, que suas funções e capacidades sejam comprometidas futuramente, em limitações.

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