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Eletroterapia: Saiba O Que É? Suas Vantagens E Benefícios!

Se você já ouviu falar de eletroterapia, sabe que ela é um tratamento que utiliza aparelhos com estímulos elétricos.

Trazendo assim, diversas melhorais para o indivíduo. Através da aplicação de eletrodos na superfície da pele.

Sendo este, o transmissor das correntes elétricas de baixa intensidades do tratamento.

Que por sua vez, auxilia em diversas patologias como inchaços, dores, espasmos, entre outros.

Logo, o tratamento deve ser feito apenas um profissional. Nesse caso, um fisioterapeuta com especialização dermatofuncional.

Pois, será preciso entender bem sobre o uso de correntes elétricas durante a técnica.

Então, para saber tudo sobre eletroterapia continue lendo. Tirando todas as suas dúvidas sobre!

O Que É Eletroterapia?

O Que É Eletroterapia

A eletroterapia, é uma técnica fisioterapêutica muito utilizada para reabilitação de diversas patologias.

Desse modo, ela consiste no uso de correntes elétricas. Sendo aquelas de baixa intensidade, aplicadas na pele por meio de eletrodos.

Logo, seu objetivo é proporcionar o alívio da dor, que foi descoberto de forma inusitada.

Isso porque, um paciente com gota foi tratado com choques de uma espécie marítima elétrica. Aplicando o diretamente em sua pele.

No entanto, não é todo o tipo de corrente que pode ser utilizada, existindo indicações para cada caso.

Uma vez que, sua função é a reabilitação. Ou seja, deve servir aos parâmetros específicos para o paciente em questão.

1. Como Funciona Essa Técnica?

De maneira resumida, e em geral, a eletroterapia é a utilização de correntes elétricas para:

  • Analgesia;
  • Relaxamento muscular;
  • Fortalecimento muscular;
  • Diminuição de edemas.

2. Quais São Os Aparelhos Utilizados?

Realizando então, a reabilitação de pacientes como um método de auxílio. No qual, encontram-se mais de um tipo de correntes utilizadas.

  • TENS: ou Terapia Elétrica Nervosa Transcutânea. Aqui, as correntes são pulsadas por meio da pele, excitando, estimulando e despolarizando agrupamentos de fibras nervosas. Que participam dos processos de modulação e percepção da dor, aliviando-as. Em geral, ela é muito utilizada em paciente de pós-operatórios, dores crônicas, fraturas, cervicalgia, nervo ciático, bursite e lombalgia.
  • Corrente Interferencial: de amplitude modulada, ela possui o cruzamento de mais de uma corrente. Muito indicada para melhorar o desempenho muscular e analgesia.
  • Corrente Russa: definida assim, como uma modulação do tempo, sua frequência é de 2500 ciclos por segundo. Sua eletroestimulação atua no nível muscular, sendo posicionada exatamente na região a ser tratada. Logo, melhorando a circulação sanguínea, reduzindo flacidez, para o fortalecimento e volume muscular. Muito indicada para casos de atrofia e flacidez.
  • Ondas Curtas: caracterizada então, como a utilização de energia eletromagnética para o aquecimento de tecidos moles profundos. Visando assim, aumento do colágeno e sua extensibilidade, e regeneração desses tecidos. Bem como, diminuição de rigidez nas articulações e das dores. Muito indicada em dor ciática, lombalgias e alterações no quadril ou coluna.
  • Laser: sendo então, a emissão de ondas eletromagnéticas de baixa intensidade não ionizadas. O laser possui luz colimada, monocromática e coerente, sendo um aparelho que indica seu tipo de luz pelo nome. Seus principais efeitos são a ação anti-inflamatória, regeneração e cicatrização de tecidos, e analgésico. Comumente indicada para inflamações e/ou inchaços de articulações, ligamentos e tendões.
  • Ultrassom: por fim, temos essa técnica que utiliza energia mecânica ou acústica, bastante antiga. Dessa forma, ela é indicada para dores musculares, tendinites, espasmos musculares, rigidez articular, reparar cicatrizes, diminuição de inchaço, entre outros.

3. Contraindicações:

No entanto, existem diversos casos de contraindicações, para cada tipo de aparelho. Sendo então, as suas principais:

  • Câncer;
  • Febre;
  • Epilepsia;
  • Tromboses;
  • Fraturas;
  • Pele Ferida;
  • Doenças Mentais ou Cardiovasculares;
  • Fase do crescimento ósseo;
  • Utilização de marcapasso;
  • Por cima do útero de gestantes e testículos;
  • Colocar sobre a boca e carótida;
  • Alterações de sensibilidade;
  • Circulação sanguínea prejudicada.

Mas, nem todas elas são apresentadas em mais de um. Portanto, apenas um médico poderá avaliar quando o paciente deve ou não utilizar este tratamento.

Os Objetivos E Benefícios Da Eletroterapia

Benefícios Da Eletroterapia

Logo, vimos que a eletroterapia tem como função auxiliar pacientes eu sua reabilitação.

Por meio de efeitos produzidos diretamente no local afetado. Estimulando assim, reações corporais por meios elétricos.

E, é por isso que existem diferentes aparelhos, uma vez que cada um estimula diferentes reações, podendo ser:

  • Fisiológicas;
  • Biológicas;
  • Físicas.

1. Quais São Os Seu Benefícios?

É possível então, encontrar diversos benefícios em seu uso. E, abaixo iremos mostrá-los:

  • Não é um tratamento invasivo;
  • Possui poucas contraindicações – a lista citada antes, é a junção de cada uma delas em todos os tipos;
  • Não causa dependência como remédios e etc;
  • Sua utilização pode ser diária;
  • É totalmente seguro;
  • Não tem efeitos colaterais apresentados.

Também, pode ser usada com diferentes idades de pacientes e suas patologias. Como, por exemplo:

  • Neurológicas;
  • Ginecológicas;
  • Respiratórias;
  • Ortopédicas.

2. Principais Vantagens Da Eletroterapia:

Claramente, sua principal vantagem é o auxílio em processos de reabilitação de pacientes

Bem como, a possibilidade de ser utilizada em diversos casos. Possibilitando diversas melhorias, como:

  • Diminuição de contraturas musculares e edemas;
  • Relaxamento muscular e controle das dores;
  • Estimula a cicatrização de fraturas ósseas;
  • Potencializa a regeneração de tecidos moles;
  • Desempenho muscular melhorado.

3. Tipos de Eletrodos Usados:

Como dito, anteriormente, os eletrodos fazem parte dos equipamentos, sendo responsáveis por emitir suas ondas.

Desse modo, cada aparelho utilizado um tipo diferente. Mas, existindo dois principais:

  • Silicone: sendo então, o eletrodo mais utilizado, ele é flexível se moldando ao local aonde será aplicado. Para seu uso, é necessário aplicar gel condutor, facilitando a passagem da corrente. Bem como, fitas adesivas para fixação na pele. Pelo lado dos custos, esse material é reutilizável e mais barato.
  • Autoadesivo: já esse tipo, não possui a necessidade de utilizar gel condutor ou fitas adesivas. Ou seja, ele é diretamente aplicado na pele, tornando-os descartáveis. Contudo, possuem maior fixação sendo reutilizáveis apenas para o mesmo paciente, desde que não sejam lavados.

Conclusão

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Em síntese, a eletroterapia é uma técnica utilizada em tratamentos fisioterapêuticos, como auxílio.

Visando assim, a reabilitação de seus pacientes, através do combate de suas patologias. Trazendo diversos benefícios e vantagens.

Como, por exemplo, não ser um método invasivo ou que cause dependência para o alívio de sintomas.

Mas, que só pode ser feita por um fisioterapeuta especialista. Uma vez que, as ondas elétricas devem ser aplicadas corretamente.

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