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Tudo Que Precisa Saber Sobre A Síndrome Do Impacto No Ombro

Você já ouviu falar sobre a Síndrome do Impacto no Ombro, suas causas e complicações?

Conhecida também, como Síndrome do Manguito Rotador, que está relacionada aos músculos e tendões.

Sendo esse, os que possuem a função de estabilizar o ombro. Mas, que nesses casos, sofrem algum tipo de lesão.

Em geral, ela está muito relacionada a atletas que utilizam os membros superiores em sua atividade.

Também, quem trabalha fazendo movimentos repetitivos e pesados no ombro. Agindo assim, sobre os quatros músculos dessa região.

Desse modo, continue lendo para saber mais sobre seus sintomas e possíveis causas.

Pois, casos você apresente alguns deles, será necessário procurar um médico. Que irá então, indicar um tratamento adequado!

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro?

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro

A Síndrome do Impacto no Ombro, destina-se a problemas que ocorrem no músculo indicado em sua nomenclatura.

Logo, quando há lesões estruturais nesta região. Geralmente, causadas por quadros de tendinite.

Ou então, de rupturas do tipo parcial ou até mesmo total dos tendões, sendo a segunda mais grave.

Impedindo assim, que a região se mantenha estabilizada. O que faz com que os sintomas comecem a aparecer.

Na região do ombro, encontramos o manguito rotador, um conjunto formado por 4 músculos, sendo eles:

  • Infraespinhal;
  • Supraespinhal;
  • Redondo menor;
  • Subescapular.

Que possuem funções motoras e estabilizadoras na região do ombro. Envolvendo ainda, seus ligamentos e tendões.

Desse modo, lesões nesta região costumam ter como causa as inflamações por:

  • Irritação;
  • Desgaste;
  • Impacto pelo uso excessivo de sua articulação.

Por isso que ela é comum em atletas e pessoas que utilizam muito o músculo. Fazendo assim, repetições excessivas e carregando muito peso.

Características Do Quadro Clínico:

Podemos dizer, que a Síndrome do Impacto no Ombro possui então, três fases.

Indo desde a mais leve até a mais graves. Mas, em todas há sintomas sendo possível identificar.

Ou seja, geralmente por meio de dores e limitações físicas na região de forma clara.

Em geral, mulheres tem propensão a relatar casos de incapacidades. Enquanto que, os homens descrevem mais quadros de dor.

Além disso, as dores costumam ser espontâneas, e podem ser agravadas após esforço na região.

Normalmente, as dores aumentam durante o período da noite. Uma vez que, acontece o estiramento das partes moles.

Portanto, se tornando mais fácil sua identificar a evolução do quadro clínico, que poderá ser classificado como:

  • Primeira fase: comum em pessoas com até 25 anos de idade, os sintomas são dores agudas, edemas e hemorragias. Geralmente causada por atividades físicas ou trabalho excessivo, e sua recuperação é tratada com repouso.
  • Segunda fase: afetando assim, pessoas na faixa entre 25 e 40 anos de idade. Aqui, já se torna evidente os processos inflamatórios na região. Originando uma fibrose e/ou tendinite.
  • Terceira Fase: em geral, é identificada em pacientes acima dos 40 anos. Na qual, há lacerações parciais ou totais dos 4 músculos da região. Ou então, do bíceps braquial que leva a alterações ósseas.

Vale ressaltar, que quando mencionamos repouso, esse não é de apenas horas. E sim, dias, que irão variar de acordo com o estado do paciente.

Síndrome Do Impacto No Ombro: Sintomas, Causas E Tratamento

Síndrome Do Impacto No Ombro Sintomas, Causas E Tratamento

Agora que você já sabe mais sobre essa síndrome, iremos analisar outros aspectos, confira!

1. Principais Sintomas:

Então, antes de procurar uma avaliação médica, esteja atento aos seguintes sintomas:

  • Dores no ombro: que surgem ao levantar o braço e as persistentes quando se encontra em repouso, na frente ou na lateral.
  • Inchaços: que aparecem na região/ombro afetada;
  • Dificuldades em mexer o braço: principalmente para trás ao levantar, notável ao tentar se vestir e prende os cabelos.
  • Perda da força: caracterizada pela fraqueza nos músculos da região.

Como dito, anteriormente, os sintomas costumam piorar no período da noite.

Uma vez que, ao final do dia os esforços cessam e o músculo começam a relaxar.

Também, é possível haver a perda momentânea de movimentos, em casos mais graves.

Para que um diagnóstico seja obtido, é necessário procurar um fisioterapeuta, ortopedista ou clínico geral.

Logo, sendo possível o pedido de exames como ultrassom, radiografia e a ressonância magnética na região.

Desse modo, identificando se realmente há uma lesão. Assim como, qual o grau na qual ela se encontra.

2. Possíveis Causas Da Síndrome:

Em resumo, podem existir inúmeras causas para a ocorrência dessa síndrome, sendo as principais:

  • Desgaste contínuo das articulações;
  • Danificação dos tendões pela repetição;
  • Surgimento de esporões no osso causando irritações;
  • Muito tempo levantando pesos.

Por isso, se você pratica atividades físicas do tipo ou trabalha com movimentos repetitivos no braço.

Bem como, possua mais de 40 anos de idade. Esteja atento aos possíveis sintomas!

3. Tratamentos:

Para a Síndrome do Impacto no Ombro, recomenda-se um tratamento de redução das inflamações.

Direcionadas assim, as articulações e sua regeneração. Combinadas de repouso da região afetada.

  • Gelo: aplicações no local para reduzir inchaço.
  • Fisioterapia: em alguns casos, para recuperar a força e estabilidade.

Além disso, alguns remédios podem ser recomendados para aliviar os sintomas, tais como:

  • Diclofenaco, Cetoprofeno ou Dipirona – mais comum.
  • Injeções de corticoides na articulação em casos do dor persistente.

No entanto, não existe uma regra quanto ao prazo do tratamento. Pois, varia em cada paciente.

Podendo então, ir de cerca de 2 semanas até meses. Mas, caso a dor prolongue ainda assim, recomenda-se a cirurgia do local.

Uma vez que, será preciso um procedimento mais específico para reparação das lesões, por exemplo:

  • Abertura da pele.
  • Artroscopia – uso de instrumentos diferenciados e microcâmera.

Em ambos os casos, após cirurgias o paciente deve ter repouso e realizar fisioterapia.

Conclusão

Síndrome do Impacto no Ombro  Conclusão

Em síntese, a Síndrome do Impacto no Ombro é uma lesão nos músculos existentes na região do ombro.

Acarretando assim, na perda de estabilidade do local. O que, pode causar sintomas como:

  • Dores;
  • Inchaços;
  • Fraqueza;
  • Limitações físicas.

De maneira geral, sua causa é a repetição excessiva de movimentos na região do ombro.

Podendo ainda, ser combinadas ao esforço com peso. Logo, comum a atletas e pessoas que carregam muito peso diariamente.

Lembrando que os sintomas pioram a noite e com isso é possível notar quando o quadro se agrava!

Conhece algum amigo que gostaria de saber sobre este assunto? Compartilhe este artigo em suas redes sociais!

Qual A Importância Da Avaliação Fisioterápica?

A Avaliação Fisioterápica é primeira fase antes de qualquer método de fisioterapia ser aplicada.

Ou seja, é quando paciente e médico irão realizar avaliações. Para que seja possível identificar o que deverá ser tratado em seu corpo.

Desse modo, sendo feita uma coleta de informações que irá determinar como serão realizadas suas sessões.

Independentemente do diagnóstico recebido antes desse encaminhamento. Se faz necessário essa nova análise.

Sendo assim, será levado em consideração diversos fatores da vida do paciente, antes de determinar seu tratamento.

Então, para saber mais essa avaliação fisioterápica, continue lendo e tire as suas dúvidas sobre acerca do assunto!

O Que É Avaliação Fisioterápica?

O Que É Avaliação Fisioterápica

Portanto, essa avaliação é quando paciente e fisioterapeuta possuem primeiro contato.

Logo, realizando certos exames avaliativos para coleta de dados. Que serão então, utilizados para identificar:

  • Dificuldades;
  • Capacidades;
  • Áreas com alterações.

Após então, avaliar o paciente, as informações serão então interpretadas em conjunto.

Para que se possa criar um correto tratamento, sob medida. Atendendo assim, as necessidades específicas deste.

Ou seja, o fisioterapeuta irá criar um planejamento com objetivos e ações específicas para sua melhora.

Uma vez que, para cada indivíduo existem particularidades, mesmo quando ele apresenta um tipo comum de problema.

Do contrário, tratar todos com uma base igual não será eficaz. Pois, as sessões devem ser adaptadas a cada necessidade para correto funcionamento.

Além disso, deve-se ainda levar em consideração outras particularidades do paciente, tais como:

  • Sua saúde em todos os aspectos;
  • Outras doenças e condições;
  • Alimentação e práticas físicas;
  • Profissão e outras obrigações sociais.

Logo, sendo possível traçar um perfil funcional deste. Que não é possível identificar no laudo médico.

Em geral, estes não costumam conter todas as informações sobre a vida do paciente.

Porque Existem Todas Essas Especificações?

A alguns anos, a fisioterapia sobre algumas mudanças. Deixando assim de ser uma profissão técnica, para uma autônoma.

Mudando a sua abordagem terapêutica, que antes visava as consequências de uma doença.

E hoje, visa priorizar a saúde como um todo. Ou seja, em todas as suas funcionalidades e os possíveis impactos do ambiente.

Sendo aquele, no qual o indivíduo se encontra inserido, e desempenha tarefas cotidianas.

Para se atingir uma real e correta reabilitação. Logo, mostrando a importância do perfil funcional.

Uma vez que, não se deve tratar uma pessoa baseada em um conjunto de outras.

Já que podem haver diferentes particularidades de um mesmo problema. Bem como, cada uma delas apresenta diferentes características e ambientes próprios de vida.

Qual A Importância Da Avaliação Fisioterápica?

Importância Da Avaliação Fisioterápica

Desse modo, a avaliação fisioterapêutica é o caminho para definir um tratamento ideal.

Através assim, da descoberta de todos os aspectos que envolvem a vida do paciente.

Ou seja, servindo apenas para um diagnóstico no campo da fisioterapia. Se diferenciando do campo médico, pois, irá analisar:

  • Biomecânica;
  • Anatomia;
  • Fisiologia;
  • Cinesiologia.

Considerando acima de tudo, a individualidade biológica do paciente em questão.

Desconsiderando tratamentos padrões baseados em grupos. Logo, esse tipo de avaliação irá permiti um diagnóstico diferenciado, com base em sua:

  • Saúde, ocupação, lazeres, atividades, alimentação, etc.

Por fim, voltando-se ainda a postura do paciente, também sem se analisar de forma padrão.

Não levando em consideração apenas sua forma estática. Como também, a forma como ela se dá ao se posicionar antes dos movimentos.

Afinal de contas, a postura é uma das principais recorrências dentro desse campo de tratamento.

Logo, seu comprometimento e de sua movimentação, são as maiores causas de lesões musculoesqueléticas.

Pois, é o componente corporal responsável por sustentar o corpo. E, quando afetada, outras funções e órgãos também serão.

O Que Compromete A Postura?

Desse modo, se a postura afeta nossa sustentação, e outras funções e órgãos do corpo.

É preciso estar atento aos fatores que podem desencadear doenças, síndromes, etc. Tais como:

  • Ambientais: sociedade, ocupação, alimentação, etc.
  • Cognitivos: relacionados aos estímulos emocionais;
  • Modulares: que se referem aos músculos, nervos, articulações, etc;
  • Apoio: em geral, relacionada às características respiratórias;
  • Biomecânicos: ligado a anatomia, antropometria e funções corporais.

Logo, mostrando a diferença entre o campo medicinal e fisioterapêutico. No qual, o segundo faz uma análise individualista e aprofundada.

Como Se Faz A Avaliação Fisioterápica?

Como Se Faz A Avaliação Fisioterápica

Já que, a Avaliação Fisioterápica possui a função de analisar todos os aspectos que envolvem o problema do paciente.

Desse modo, ela é feita em duas partes. A anamnese e o exame físico, falaremos mais a seguir.

1. Anamnese:

Caracterizada por uma série de questões investigativas a serem respondidas junto ao paciente.

Permitindo a coleta de seus dados de forma ampla. E, que pode ter informações também do laudo médico.

Então, primeiramente, será preenchido os dados de identificação do paciente.

  • Nome;
  • Sexo;
  • Idade;
  • Diagnóstico médico;
  • Encaminhamento.

Depois, outras perguntas serão feitas, para ser possível coletar dados de históricos tais como:

  • Doenças atuais;
  • Doenças pregressivas;
  • Social – estilo de vida;
  • Familiar.

Por fim, podemos encontrar a chamada “Queixa Principal”. Que o relato do próprio paciente, sobre o que ele sente.

2. Exame Físico:

Após a coleta de dados, chega a hora de avaliar o quadro do paciente. Para então, determinar seu tratamento fisioterapêutico.

  • Palpação: esse exame tem por objetivo avaliar tecidos moles, localização da dor, áreas com espasmos musculares, possíveis edemas e a temperatura da região afetada. Devendo assim, ser feito precisamente e com sutileza para que nada seja despercebido.
  • ADM: ou Amplitude do movimento, é a observação de articulações que impedem determinados movimentos. Estando diretamente relacionada ao sistema musculoesquelético.
  • Força Muscular: feita com testes manuais, pode ser feito de diversas forças. Mas, em geral se usa o sistema de Stolove Hays, que utiliza movimentação x gravidade.
  • Sistema neurológico: visa a avaliação de nervos periféricos e cranianos, funções motora e sensorial, e o status mental.

Conclusão

Vimos neste conteúdo, como funciona e qual a importância da Avaliação Fisioterápica.

Que proporciona então, através de um estudo individual de cada paciente e suas condições gerais. Um tratamento adequado para suas lesões/condições.

Proporcionando assim, uma recuperação com base em suas reais particularidades.

E não, por meio de uma avaliação de grupo. Ou seja, dos sintomas comuns a determinadas problemáticas.

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Para Que Serve A Laserterapia? Quais Os Benefícios

Você já ouviu falar ou saber qual a importância do uso de laserterapia na fisioterapia?

O LASER é um tipo de tratamento de fototerapia, e que possui diversos benefícios.

Auxiliando então, no tratamento de diversos quadros de fisioterapia. Tornando-o um recurso prático e inovador.

Que, em muitos casos, diminui até mesmo a necessidade de utilização de medicamentos.

Um avanço então para diversos pacientes. Pois, bem sabemos que um remédio pode ajudar em uma coisa

Enquanto que, pode ter um efeito colateral no correto funcionamento do organismo.

Portanto, que tal saber mais sobre a laserterapia? Confira abaixo e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

O Que É Laserterapia Na Fisioterapia?

Laserterapia Na Fisioterapia

Primeiramente, antes de entender como essa utilização é benéfica na terapia, vamos entender mais o conceito de LASER.

Sigla para “Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation”. Em português encontramos a seguinte tradução:

  • Amplificação de Luz por Emissão Estimulada de Radiação.

Sendo assim, o seu tratamento recebe o nome de Laserterapia. No qual, é utilizada as ações fotoquímicas através de aparelhos que emitem luzes.

Que deve ser então, aplicada (direcionada) sobre tecidos biológicos, para iniciar e melhorar processos metabólicos.

Sendo assim, por meio de sua baixa intensidade que ocorrerá a estimulação da microcirculação.

  • Microcirculação: circulação de sangue ou linfa, nos vasos capilares e linfáticos – respectivamente.

Essa terapia é indicada para diferentes tratamentos, e a praticamente todo tipo de paciente. Por exemplo:

  • Reparação de tecidos nervoso, mole e ósseo;
  • Pós-operatórios, dores agudas/crônicas e edemas.

Salvo exceções específicas recomendadas por médicos. Desse modo, sua utilização possui propriedades analgésicas e reparadoras.

Mas, antes do uso deve-se verificar se o paciente pode ser submetido a esse tratamento.

Em geral, sendo feito em hospitais, clínicas especializadas e até mesmo em sua própria casa.

Como Funciona O Uso De Laserterapia Na Fisioterapia?

Portanto, esse tipo de radiação propaga ondas com alta densidade de energia. Concentrada então, em pontos pequenos a serem direcionados.

Logo, é possível obter propriedades terapêuticas na sua utilização, sendo elas:

  • Analgésicas;
  • Anti-inflamatórias;
  • Trófico regenerativas – alimentação de tecidos;
  • Ação cicatrizante.

Pois, são capazes de elevar a microcirculação em determinados locais, o que causa:

  • Proliferação de fibroblastos e células epiteliais;
  • Aumento na síntese do colágeno.

Muito recomendada então, para a reparação mais rápida de patologias, elevando sua qualidade. Indicada para os seguintes quadros:

  • Síndrome do túnel do carpo;
  • Lesões musculares e entorse;
  • Bursite, tendinite e epicondilite;
  • Osteoartrite;
  • Fibromialgia;
  • Dores pós-operatórias e neuropáticas;
  • Pós-operatório de casos de hérnia de disco;
  • Lesões articulares e dores na coluna;
  • ATM – Disfunção da Articulação Temporomandibular.

Logo, antes de indicar o tratamento, é preciso verificar a fase do processo de inflamação.

Pois, assim deve ser definido a densidade de energia a ser usada. Fazendo assim, com que suas propriedades estejam corretas.

Do contrário, o efeito pode não surtir e o paciente continuar sentindo suas dores.

  • Circulação: densidade entre 2 e 4 Jcm2.
  • Cicatrização tecidual: densidade entre 6 a 8 Jcm2.

Portanto, quando falamos em fisioterapia, os raios utilizados possuem uma mistura de hélio e neônio, produzindo uma luz vermelha.

Mas, que não deve ser confundida com o infravermelho, pois, esse não emite luz.

Não existe então, muitas contraindicações para seu uso. Abaixo, iremos listar as principais:

  • Região dos olhos;
  • Irritação cutânea;
  • Neoplasias;
  • Processos bacterianos;
  • Carcinoma – tumor maligno;
  • Tórax em pacientes cardíacos ou que possuem marca-passo.

Apesar de ser um tratamento não invasivo, ele pode terá efeitos negativos se descumprir contraindicações.

Para Que Serve A Fisioterapia Motora? Descubra Suas Utilidades

A Fisioterapia Motora é um tratamento que visa prevenção e recuperação de pacientes específicos.

Sendo aqueles que internados e acamados, ou com problemas relacionados a coluna.

Evitando assim, que ao estarem parada suas funções motoras sejam comprometidas.

Ou, nos casos da coluna, ela comprometa o corpo e suas funções. Pois, ela é a estrutura que sustenta o corpo.

Assim como, visa ainda a diminuição de dores através dos estímulos de suas funções corporais. Que diminui também, as possíveis alterações do sistema sensitivo e motor.

Para saber mais, continue lendo. tire suas dúvidas sobre essa modalidade de fisioterapia e descubra sua importância!

O Que É Fisioterapia Motora?

O Que É Fisioterapia Motora

A Fisioterapia Motora, é um tratamento importante para realizar a restauração funcional de pacientes.

Ou seja, diminuindo as incapacidades de sua condição, através da reabilitação ou prevenção.

Desse modo, ela impede o declínio funcional, que significa uma perda das capacidades para realizar atividades cotidianas.

Bastante associada, com casos de estadia hospitalar, para os pacientes acamados. Dando então, continuidade durante certo tempo, após sua alta.

Muitas vezes, o declínio funcional é resultado de outras causas como, por exemplo:

  • Longos períodos de internação;
  • Falta da reabilitação doméstica;
  • Custos médicos que interrompem o tratamento;
  • Aumento da mortalidade.

Além disso, diversos estudos mostram que apenas 7 dias acamado. O paciente já pode perder 30% de sua força muscular.

E, para cada semana adicional, existe o risco de perdas em 20%. Para pacientes críticos em condições de internação, a incidência fica entre 30 a 60% desses casos.

Logo, atualmente, muito se fala e estuda sobre essa fisioterapia de reabilitação, que é feita de forma precoce.

Ou seja, ela já começa no próprio hospital, durante o tempo de internação do paciente.

No qual, fisioterapeutas iram estimular músculos com exercícios. Sem que, o paciente necessite sair da cama, o que muitas vezes nem é possível.

Mas, nos casos de problemas posturais, a prevenção se dá de forma diferente.

Sendo então, feita em sessões periódicas, sem que haja a necessidade de internações.

Uma vez que, o paciente ainda não sofre nenhuma lesão, e sim, apenas o risco de uma se não fizer tratamento.

Detalhes Sobre O Tratamento:

Em resumo, esse tipo de fisioterapia tem como função prevenir e reabilitar pacientes.

Dessa forma, maximizando suas funções corporais, e reduzindo a ocorrência de dores pela lesão ou falta de postura.

Em geral, elas são relacionadas ao sistema sensitivo e motor, e os casos mais tratados são:

  • Osteoartrose;
  • Hérnia de disco;
  • Tendinite;
  • Alterações na postura;
  • Estiramentos e contraturas musculares;
  • Ligamentos lesionados;
  • Reabilitação pós-fraturas;
  • Pós-operatório em casos de cirurgia ortopédica.

Existem ainda, diversas outras condições que podem necessitar desse tipo de tratamento.

Qual O Método Usado Na Fisioterapia Motora?

Método Usado Na Fisioterapia Motora

Portanto, esse método de tratamento tem por objetivo, prevenir ou reabilitar pacientes, por meio da estimulação motora.

Dessa forma, fisioterapeutas irão realizar os estímulos motores e funcionais.

Impedindo então, que pacientes tenham funções comprometidas. Ou seja, não conseguindo voltar a ter um estilo normal de vida devido a limitações físicas.

Portanto, o tratamento visa a atividade física mesmo no leito, com auxílio de profissionais especializados. E, estimular a retirada precoce desses pacientes acamados de seu leito.

  • Benefícios: melhorias nas funções respiratórias e consciência. Aumenta a autonomia funcional, elevado a resistência muscular e a força é recuperada. Melhorando também, flexibilidade nas articulações, bem-estar mental e aptidão cardiovascular.

Por fim, acelerando sua recuperação e diminuindo riscos de limitações motoras no futuro.

Já, para os casos de prevenção, são realizadas sessões. Sendo seu benefício, a diminuição de riscos de traumas e lesões.

Assim como, a reeducação postural, melhorando sua qualidade de vida e diminuindo/eliminando as dores.

Como É Feita A Fisioterapia Motora?

Como É Feita A Fisioterapia Motora

Portanto, os tratamentos de fisioterapia motora, tem por objetivo cuidar dos traumas ortopédicos.

Sendo assim, feitos com técnicas específicas para cada causa. Bem como, seus protocolos.

Fazendo um processo de reabilitação do paciente, e em alguns casos, a prevenção.

Através do incentivo e promoção de sua saúde físico-motora. Permitindo então, que ele retome sua vida cotidiana, o mais rápido que puder.

Justamente por isso, que podemos classificar em 3 tipos de tratamento. E, a seguir irei falar sobre eles.

1. Preventivo:

Aqui, primeiramente, serão necessárias avaliações do paciente. Feita em detalhes, mapeando sua condição.

Em geral, são aos pacientes em que se observa problemas como má postura e desequilíbrios musculares.

Que ao decorrer do seu dia-a-dia, podem acarretar traumas do tipo fratura. Assim como, lesões que comprometem suas funcionalidades.

Sendo comumente agravadas, por movimentos excessivos ao realizar atividades em seu trabalho.

Portanto, devido à falta de tempo para que o sistema musculoesquelético se recupere. Logo, a fisioterapia irá:

  • Educar pacientes novos hábitos posturais;
  • Realizar a manutenção das funções desse sistema.

2. Reabilitativo Pós-lesões:

Infelizmente, nem toda lesão consegue ser impedida. Isso porque, ela pode ocorrer:

  • Competições;
  • Treinamentos específicos;
  • Atividades cotidianas.

Em geral, em atletas e pessoas que trabalham com pesos, ou em situações de risco.

Desse modo, o tratamento tomado visa retomar o estilo de vida do paciente. Ou seja, sem que ele tenha prejuízos.

Afetando assim, futuramente, a retomada de todas suas capacidades funcionais do corpo.

Levando este a não conseguir realizar determinadas atividades. Uma vez que, a falta de estímulo levou a uma limitação.

3. Reabilitativo Pós-operatório:

Já em casos nos quais, passou por alguma cirurgia ortopédica, esse tratamento se faz essencial.

Uma vez que, ele fará um acompanhamento contínuo. De modo que, será possível acompanhar e gerar evolução na recuperação do paciente.

  • Auxiliando na cicatrização da região lesionada;
  • Diminuindo riscos de fraqueza muscular pela imobilização;
  • Estimulando sua movimentação;
  • Reduzindo a ocorrência de hipotrofia.

Sendo assim, o paciente irá se recuperar totalmente, podendo retomar sua vida normal.

Do contrário, por estarem acamados, na maioria das vezes. O paciente pode ter perdas funcionais.

Conclusão

Fisioterapia Motora Conclusão

Desse modo, vimos que a Fisioterapia Motora é feita em três diferentes casos:

  • Preventivos;
  • Reabilitação Pós-lesões;
  • Reabilitação Pós-operatórios.

Visando assim, o tratamento eficaz recuperando o estilo de vida do paciente.

Através do estímulos motores e sensitivos. Que impedem então, que suas funções e capacidades sejam comprometidas futuramente, em limitações.

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