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Dermatite seborreica: saiba o que é

Dermatite seborreica tem cura? Saiba mais sobre essa doença de pele

A dermatite seborreica é uma doença que promove a inflamação na pele, causando descamação e vermelhidão em diferentes pontos do rosto.

Especialmente para quem gosta de se cuidar e ter sempre uma bela aparência, esse problema de pele pode acabar atrapalhando tendo em vista principalmente, o fato de que é preciso um grande cuidado para saber quais são os cremes e remédios que podem ser utilizados para o tratamento dessa doença.

Por falar em tratamento, você saberia dizer se a dermatite seborreica tem cura? Se você não sabe ou não tem uma resposta pronta, confira o artigo que preparamos trazendo as principais informações que precisa saber, a respeito da dermatite.

Entenda o que é a dermatite seborreica

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite seborreica é caracterizada por uma inflamação na pele que causa a descamação.

Na maior parte dos casos as principais regiões afetadas são sobrancelhas, cantos do nariz, couro cabeludo e as orelhas.

Esta é uma doença da pele que pode ser considerada crônica, sem ter um período de constância, podendo piorar ou melhorar de acordo com o dia e também alguns fatores hormonais que podem ser levados em conta, de acordo com cada caso.

Muitas pessoas perguntam e tem dúvida com relação as causas da dermatite e a verdade é que ainda, não foram diagnosticadas uma ou mais causas com 100% de certeza, que pudessem ser exatas para esse tipo de problema.

Sabe-se no entanto, que a causa pode estar diretamente relacionada com fatores considerados externos como diferentes tipos de alergias, situações de cansaço ou também estresse emocional, álcool, utilização de medicamentos, produtos com grande oleosidade ou ainda, fatores alimentares.

O principal agente causador do aparecimento de casos de dermatite é o fungo Pityrosporum ovale, que provoca a doença sendo desenvolvida então, em diferentes estágios.

É importante esclarecer que esse não é um problema de pele, causado pela falta de higiene ou ainda, algo que possa ser contagioso ou mesmo, considerado perigoso.

Confira os sintomas que a dermatite seborreica apresenta

Os sintomas dessa doença podem ser identificados de formas diferenciadas, dependendo de cada caso e principalmente, dos fatores que deixam a pele mais irritada.

No entanto, os principais sintomas e os mais fáceis de serem identificados, são:

  • Oleosidade na pele;
  • Oleosidade no couro cabeludo;
  • Escamas brancas;
  • Escamas amareladas e oleosas;
  • Coceira;
  • Vermelhidão;
  • Perda de cabelo.

Dependendo de cada caso os sintomas poderão ser identificados em estágios leves, moderados ou ainda, agressivos. Esses sintomas aparecem geralmente em áreas em que a pele é mais oleosa.

Existe tratamento para a dermatite seborreica?

É preciso que um dermatologista realize uma avaliação e se for necessário, solicite exames para identificar possíveis causas e também, os melhores medicamentos que podem ser aplicados com o objetivo de proporcionar alivio e o correto tratamento dessa doença.

A avaliação deverá contemplar especialmente, a profundidade e aparência das lesões conforme descritas pelo paciente.

Em um primeiro momento, é necessário que o tratamento seja iniciado com uma frequente lavagem das lesões.

O dermatologista poderá indicar ainda a interrupção de diferentes produtos como, por exemplo, sprays, pomadas e géis para diferentes finalidades, que dependendo dos componentes que são utilizados, poderão prejudicar e agravar o caso.

Para ter um tratamento bem realizado e quando possível alcançar a cura, é preciso que o paciente realize corretamente o tratamento levando em conta os principais pontos apresentados e indicados pelo especialista.

Alguns produtos específicos para o tratamento da dermatite poderão ser indicados pelo médico como, por exemplo, shampoos que são antifúngicos e anti-inflamatórios, pomadas com antifúngicos e fungicidas, pomadas de corticoides e corticoides que deverão ser aplicados por via oral, nesses casos quando o quadro do paciente for mais grave.

Caso você esteja enfrentando esse problema, saiba que existem algumas medidas que podem ser adotadas para você conseguir minimizar o incômodo dessas feridas e lesões sobre a pele.

Os principais cuidados são evitar alimentos gordurosos, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, não fumar, evitar banhos com água muito quente e principalmente, procurar controlar o estresse e ansiedade.

A dermatite seborreica tem cura. Você precisa apenas identificar qual será o melhor tratamento, de acordo com o seu caso.

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Tudo Que Precisa Saber Sobre A Síndrome Do Impacto No Ombro

Você já ouviu falar sobre a Síndrome do Impacto no Ombro, suas causas e complicações?

Conhecida também, como Síndrome do Manguito Rotador, que está relacionada aos músculos e tendões.

Sendo esse, os que possuem a função de estabilizar o ombro. Mas, que nesses casos, sofrem algum tipo de lesão.

Em geral, ela está muito relacionada a atletas que utilizam os membros superiores em sua atividade.

Também, quem trabalha fazendo movimentos repetitivos e pesados no ombro. Agindo assim, sobre os quatros músculos dessa região.

Desse modo, continue lendo para saber mais sobre seus sintomas e possíveis causas.

Pois, casos você apresente alguns deles, será necessário procurar um médico. Que irá então, indicar um tratamento adequado!

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro?

O Que É Síndrome Do Impacto No Ombro

A Síndrome do Impacto no Ombro, destina-se a problemas que ocorrem no músculo indicado em sua nomenclatura.

Logo, quando há lesões estruturais nesta região. Geralmente, causadas por quadros de tendinite.

Ou então, de rupturas do tipo parcial ou até mesmo total dos tendões, sendo a segunda mais grave.

Impedindo assim, que a região se mantenha estabilizada. O que faz com que os sintomas comecem a aparecer.

Na região do ombro, encontramos o manguito rotador, um conjunto formado por 4 músculos, sendo eles:

  • Infraespinhal;
  • Supraespinhal;
  • Redondo menor;
  • Subescapular.

Que possuem funções motoras e estabilizadoras na região do ombro. Envolvendo ainda, seus ligamentos e tendões.

Desse modo, lesões nesta região costumam ter como causa as inflamações por:

  • Irritação;
  • Desgaste;
  • Impacto pelo uso excessivo de sua articulação.

Por isso que ela é comum em atletas e pessoas que utilizam muito o músculo. Fazendo assim, repetições excessivas e carregando muito peso.

Características Do Quadro Clínico:

Podemos dizer, que a Síndrome do Impacto no Ombro possui então, três fases.

Indo desde a mais leve até a mais graves. Mas, em todas há sintomas sendo possível identificar.

Ou seja, geralmente por meio de dores e limitações físicas na região de forma clara.

Em geral, mulheres tem propensão a relatar casos de incapacidades. Enquanto que, os homens descrevem mais quadros de dor.

Além disso, as dores costumam ser espontâneas, e podem ser agravadas após esforço na região.

Normalmente, as dores aumentam durante o período da noite. Uma vez que, acontece o estiramento das partes moles.

Portanto, se tornando mais fácil sua identificar a evolução do quadro clínico, que poderá ser classificado como:

  • Primeira fase: comum em pessoas com até 25 anos de idade, os sintomas são dores agudas, edemas e hemorragias. Geralmente causada por atividades físicas ou trabalho excessivo, e sua recuperação é tratada com repouso.
  • Segunda fase: afetando assim, pessoas na faixa entre 25 e 40 anos de idade. Aqui, já se torna evidente os processos inflamatórios na região. Originando uma fibrose e/ou tendinite.
  • Terceira Fase: em geral, é identificada em pacientes acima dos 40 anos. Na qual, há lacerações parciais ou totais dos 4 músculos da região. Ou então, do bíceps braquial que leva a alterações ósseas.

Vale ressaltar, que quando mencionamos repouso, esse não é de apenas horas. E sim, dias, que irão variar de acordo com o estado do paciente.

Síndrome Do Impacto No Ombro: Sintomas, Causas E Tratamento

Síndrome Do Impacto No Ombro Sintomas, Causas E Tratamento

Agora que você já sabe mais sobre essa síndrome, iremos analisar outros aspectos, confira!

1. Principais Sintomas:

Então, antes de procurar uma avaliação médica, esteja atento aos seguintes sintomas:

  • Dores no ombro: que surgem ao levantar o braço e as persistentes quando se encontra em repouso, na frente ou na lateral.
  • Inchaços: que aparecem na região/ombro afetada;
  • Dificuldades em mexer o braço: principalmente para trás ao levantar, notável ao tentar se vestir e prende os cabelos.
  • Perda da força: caracterizada pela fraqueza nos músculos da região.

Como dito, anteriormente, os sintomas costumam piorar no período da noite.

Uma vez que, ao final do dia os esforços cessam e o músculo começam a relaxar.

Também, é possível haver a perda momentânea de movimentos, em casos mais graves.

Para que um diagnóstico seja obtido, é necessário procurar um fisioterapeuta, ortopedista ou clínico geral.

Logo, sendo possível o pedido de exames como ultrassom, radiografia e a ressonância magnética na região.

Desse modo, identificando se realmente há uma lesão. Assim como, qual o grau na qual ela se encontra.

2. Possíveis Causas Da Síndrome:

Em resumo, podem existir inúmeras causas para a ocorrência dessa síndrome, sendo as principais:

  • Desgaste contínuo das articulações;
  • Danificação dos tendões pela repetição;
  • Surgimento de esporões no osso causando irritações;
  • Muito tempo levantando pesos.

Por isso, se você pratica atividades físicas do tipo ou trabalha com movimentos repetitivos no braço.

Bem como, possua mais de 40 anos de idade. Esteja atento aos possíveis sintomas!

3. Tratamentos:

Para a Síndrome do Impacto no Ombro, recomenda-se um tratamento de redução das inflamações.

Direcionadas assim, as articulações e sua regeneração. Combinadas de repouso da região afetada.

  • Gelo: aplicações no local para reduzir inchaço.
  • Fisioterapia: em alguns casos, para recuperar a força e estabilidade.

Além disso, alguns remédios podem ser recomendados para aliviar os sintomas, tais como:

  • Diclofenaco, Cetoprofeno ou Dipirona – mais comum.
  • Injeções de corticoides na articulação em casos do dor persistente.

No entanto, não existe uma regra quanto ao prazo do tratamento. Pois, varia em cada paciente.

Podendo então, ir de cerca de 2 semanas até meses. Mas, caso a dor prolongue ainda assim, recomenda-se a cirurgia do local.

Uma vez que, será preciso um procedimento mais específico para reparação das lesões, por exemplo:

  • Abertura da pele.
  • Artroscopia – uso de instrumentos diferenciados e microcâmera.

Em ambos os casos, após cirurgias o paciente deve ter repouso e realizar fisioterapia.

Conclusão

Síndrome do Impacto no Ombro  Conclusão

Em síntese, a Síndrome do Impacto no Ombro é uma lesão nos músculos existentes na região do ombro.

Acarretando assim, na perda de estabilidade do local. O que, pode causar sintomas como:

  • Dores;
  • Inchaços;
  • Fraqueza;
  • Limitações físicas.

De maneira geral, sua causa é a repetição excessiva de movimentos na região do ombro.

Podendo ainda, ser combinadas ao esforço com peso. Logo, comum a atletas e pessoas que carregam muito peso diariamente.

Lembrando que os sintomas pioram a noite e com isso é possível notar quando o quadro se agrava!

Conhece algum amigo que gostaria de saber sobre este assunto? Compartilhe este artigo em suas redes sociais!

O Que É DHEG – Doença Hipertensiva Específica Da Gravidez

Se você está grávida, é precisa ficar atenta ao DHEG diagnóstico e suas implicações.

Afinal de contas, ela é a causa mais recorrente de complicações em todo o país. E, a maior causa de morte de mães, feto e/ou recém-nascidos.

O DHEG, possui ainda diversas formas, indo desde as mais controladas. Até as mais fortes e prejudiciais.

Portanto, a grávida deve estar sempre checando sua pressão. Bem como, a urina para verificação da quantidade de proteína contida.

Mas, não é apenas isso que é preciso estar atento, evitando os riscos dessa doença.

Desse modo, continue lendo e tire agora mesmo todas as suas dúvidas sobre o assunto!

O Que É DHEG?

O Que É DHEG

Portanto, DHEG é uma sigla para Doença Hipertensiva Específica da Gravidez.

Mas, para entender melhor o seu significado. É preciso antes, entender alguns conceitos como:

  • Hipertensão: significa a elevação da pressão, já sendo considerada quando igual ou superior a 14/9 em mulheres grávidas.
  • Proteinúria: é um sintoma de hipertensão na gravidez na qual, perde-se proteínas através da urina.
  • Edema: é uma espécie de retenção de líquidos, em gestantes sendo comum nos membros inferiores. Mas, que devem ser bem observados e investigados rapidamente caso, após repouso, estes não sumam.

Logo, de acordo com esses três conceitos, podem surgir ainda os três principais sintomas:

  • Pressão arterial elevada;
  • Urina com “espuma” – proteína;
  • Excesso de suor nas mãos e nos pés.

Desse modo, DHEG diagnóstico se trata de uma manifestação de tipo clínico e laboratorial.

Na qual, é possível observar elevação nos níveis de pressão durante a gestação.

Sendo assim, comum a partir da 20ª semana, e que costuma desaparecer em até 6 semanas do pós-parto.

Logo, sendo identificada quando a pressão se encontrar acima de 14/9 após duas verificações. Feitas em intervalos de 4 horas e que a gestante tenha ficado em repouso.

Além disso, existem duas etiologias para essa doença: a pré-eclâmpsia e a eclampsia.

Quais São Os Fatores de Risco Da DHEG Diagnóstico?

No Brasil, essa doença possui uma taxa de 10% de incidência anualmente. Chegando ainda, a 35% de óbito dentro dessa outra porcentagem.

Desse modo, existem inúmeros fatores que podem aumentar o risco de ocorrência, sendo os principais:

  • Gravidez na adolescência – menores de 16 anos;
  • Primeira gestação ou quando é acima dos 30 anos;
  • Mulheres negras;
  • Quando há doenças como obesidade, diabetes, lúpus, HAS e doenças renais;
  • Histórico familiar;
  • Ter tido outra gestação, com pré-eclâmpsia;
  • Gestação gemelar ou com parceiros diferentes;
  • Problemas de má adaptação da circulação sanguínea;
  • Aumento da massa trofoblástica.

DHEG Diagnóstico Com Pré-Eclâmpsia

DHEG Diagnóstico

Então, iremos falar primeiramente sobre a pré-eclâmpsia e suas características.

Sendo assim, elas seguem todas as aquelas mencionadas anteriormente. E, acredita-se que é iniciada ainda na placenta.

Isso porque, com a gestação surgem novos vasos sanguíneos, que tem por função nutrir o feto.

Através então, do envio de sangue, que em casos dessa doença, aparentam não ter um correto desenvolvimento.

Logo, sendo mais estreitos e com reações que limitam o fluxo de sangue. Tendo como principais causas:

  • Baixo fluxo sanguíneo ao útero;
  • Problemas imunológicos;
  • Danos nos vasos sanguíneos;
  • Distúrbios de hipertensão.

Outros sintomas para essa etiologia, é ganho de 2 a 5 kg em apenas uma semana. Chegando ainda, a apresentar outros sintomas ao progredir, tais como:

  • Náuseas, vômitos e dores abdominais;
  • Dores de cabeça;
  • Vista turva, com pontos de luz ou duplicada;
  • Menor frequência urinária;
  • Falta de ar e confusão;
  • Convulsões.

Como Realizar Um Diagnóstico?

Para realizar um diagnóstico, é preciso procurar um médico especialista. Ou seja, ginecologista, obstetra ou um clínico geral.

Caso exista a sua ocorrência, poderá ainda, ser identificada as condições descritas abaixo:

  • Edemas pulmonares e proteinúria;
  • Problemas nos rins;
  • Baixa contagem de plaquetas;
  • Função hepática com insuficiência.

Como Se Dá Seu Tratamento?

Ao receber o diagnóstico, a gestante deverá aumentar a quantidade de pré-natais.

Bem como, de outros exames para verificar se algumas das ações abaixo fazem efeito.

  1. Estilo de vida: deverão então sofrer alterações. Diminuindo a ingestão de sódio, dormindo bem, caminhando para fazer a manutenção do peso.
  2. Medicamentos: quando o passo anterior não funciona, e varia para cada pessoa.
  3. Hospitalização: essa medida é tomada quando o quadro é agravado, para realizar o monitoramento de ambos.
  4. Parto: em alguns casos, este poderá ser induzido como forma de protege mãe e bebê.
  5. Pós-parto: em casos que a pressão demora a baixar, e é necessário uso de medicamentos.

DHEG Diagnóstico Com Eclampsia

DHEG Diagnóstico Com Eclampsia

Portanto, a eclampsia nada mais é, do que uma grave complicação da pré-eclâmpsia.

Na qual, algumas outras situações podem ocorrer, ao afetar o cérebro. Em geral, mais graves e perigosas para ambos, sendo elas:

  • Dores de cabeças e musculares fortes;
  • Convulsões e agitações;
  • Perda de consciência e comas.

O que, em alguns casos pode levar a ser necessário a escolha de um dos dois.

Uma vez que, a placenta será afetada, deixando feto com menor fornecimento de ar, nutrientes e sangue. Logo, ao nascer este pode ter um baixo peso, e problemas de saúde.

Quanto ao seu diagnóstico e seu tratamento, seguem os mesmos da pré-eclâmpsia que se dá por etapas.

Contudo, servindo apenas para controlar, já que sua cura se dá após a realização do parto.

Em geral, quando há severidade nas complicações, o parto será induzido e feito natural ou cesárea.

Além disso, durante sua realização, a gestante pode receber sulfato de magnésio.

Portanto, é necessário prestar bastante atenção desde o começo da gravidez.

Do contrário, seu diagnóstico ao fim desta, poderá ser complicado e com pouco tempo para tratamento.

Conclusão

DHEG CONCLUSÃO

Em resumo, o DHEG diagnóstico é uma doença na qual, ocorre a elevação da pressão arterial em gestantes.

Podendo então, ser apresentada de duas formas. A mais branda, chamada pré-eclâmpsia que tem mais chances de ser tratada e resolvida.

Enquanto que, a eclampsia que seria seu agravamento, gera grandes riscos de mortalidade.

Tanto para a mãe, quanto para o bebê. Sendo assim, importante prestar atenção, e em casos de sintoma procurar um médico imediatamente.

Para que então, um tratamento seja realizado ao longo de toda a gestação, evitando complicações.

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