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Saiba Tudo Que Precisa Sobre A Anatomia Do Pé – O Guia Completo

A anatomia do pé, diz respeito a uma das partes mais importantes presentes no corpo humano.

Uma vez que, uma de suas principais funções, é a sustentação corporal. Assim como, a capacidade de permitir o deslocamento deste.

Dessa forma, o pé é a extremidade do corpo que se encontra em contato direto com o solo.

Possuindo assim, 26 ossos estruturados de uma forma complexa. Sendo capaz de formar ainda, dois tipos de pés e 3 tipos de pisadas.

Além disso, encontramos nessa estrutura também, o calcanhar, tornozelo e a planta do pé.

Então, se você quer saber mais sobre sua anatomia. Continue lendo e tire suas dúvidas sobre os pés!

Anatomia Do Pé e A Sua Estrutura

Pé e A Sua Estrutura

O pé humano, possui além de seus 26 ossos, uma divisão destes em 3 partes que irei abordar a seguir.

1. Tarso:

Sendo assim, o correspondente da metade traseira do pé, abrangendo sete de seus ossos.

  • Calcâneo;
  • Tálus;
  • Cubóide;
  • Navicular;
  • Cuneiformes Lateral, Intermediário e Medial (3 tipos).

Também chamados de ossos tarsais. Sua estrutura é comparada a do carpo, localizada na mão. Portanto, seus dois ossos maiores (calcâneo e tálus), são responsáveis pela sustentação do corpo e seu peso.

  • Calcâneo: articula com a parte superior da fíbula e a tíbia. Em sua superfície posterior, está inserido o tendão relativo aos músculos da panturrilha. Já a parte que encosta no solo, se chama tuberosidade do calcâneo.
  • Tálus: osso responsável por formar o calcanhar. Seu sustentáculo, é caracterizado por uma projeção medial.
  • Outros: cubóide na lateral, navicular no médio e cuneiforme em três partes (como citados anteriormente, pelos seus nomes) logo após o metatarso.

2. Metatarso:

Correspondendo assim, ao metacarpo da mão, a anatomia do pé nesta região possui 5 ossos pequenos e alongados.

Denominados de ossos metatarsais, numerados de I a V. Contando a partir do lado medial, ou interno.

  • Hálux: o primeiro metatarso encontra-se em sua base, desempenhando a função importante de apoio ao peso corporal.

Se comparados ao metacarpo (mão), esses ossos são mais proximamente paralelos entre si.

3. Falanges:

Conhecido pela maioria das pessoas como dedos, no total a anatomia do pé possui 14 falanges.

E, quando comparadas com os dedos das mãos, são menores levando a uma menor habilidade. Além disso, existem 3 tipos de falanges:

  1. Distal;
  2. Média;
  3. Proximal.

Desse modo, cada dedo possui os 3 tipos de falanges. Exceto o hálux (dedão do pé), que possui apenas duas.

Função Da Anatomia Do Pé, Seus Tipos e Pisadas

Função Da Anatomia Do Pé

Portanto, podemos dizer que as funções do pé são classificadas em duas, sendo assim:

  • Suporte ao peso corporal;
  • Alavanca de impulsão para frente (caminhar e correr).

Devido a sua estrutura multicomponente, o pé é flexível. Evitando problemas de desempenho.

1. Tipos de Pé Existentes:

Então, agora iremos falar um pouco sobre os dois tipos existentes, o pé cavo e pleno.

1.1) Pé Cavo

Caracterizado então, pelo tipo de pé em que se nota o arco longitudinal medial mais elevado.

Essa deformidade, é comum em cerca de 20% da população. Dentre desse percentual, boa parte é de pé cavo idiopático.

Ou seja, não existe uma etiologia conhecida para sua ocorrência. Mas, para a outra porcentagem, suas causas são:

  • Congênitas: existindo dois tipos. Segundo um deles, o pé equinocavovaro, surge das correções parciais dos pés tortos. E, o pé cavovaro rígido causado pela barra calcaneonavicular.
  • Neurológicas: relacionadas então, ao desequilíbrio muscular, é a causa mais comum de todas. Podendo ser decorrente de acidentes vasculares encefálicos, paralisia infantil e/ou cerebral, doenças medulares ou de Charcot-Marie-Tooth.
  • Traumáticas: chamados de pé cavo pós-traumático, ele é consequência das fraturas no colo do tálus ou de síndromes comportamentais dessa estrutura

Além disso, os casos de pé cavo sintomático, são aqueles em que são reportadas dores no calcanhar.

E, metatarsalgia devido a pressão exercida na região. Uma vez que, a elevação do arco deixa este com menor apoio no mediopé.

Causando ainda, um maior impacto no calcanhar, aumentando muito as dores para pessoas que praticam atividades com alto impacto.

Sendo comum também, a dificuldade de adaptação aos calçados, para esse tipo de pé.

1.2) Pé Plano

Conhecido também, como pé chato ou pé prono, aqui o arco longitudinal medial, é baixo ou desabado.

Mas, não existe um consenso ou parâmetro clínico/radiográfico, para determinar quanto deve existir de rebaixamento para ser considerado plano.

Em geral, os pés planos são assintomáticos. Contudo, um percentual de pessoas com esse pé apresenta:

  • Dores;
  • Disfunções.

Que podem ser identificadas por meio de avaliações clínicas de sua estrutura.

Existem ainda, pacientes que alegam perceber aumento no tamanho de seu pé. Bem como, que ele fez rotação para o lado de fora ou que seu arco “caiu”.

Nesses casos, nos quais a estrutura sofre alterações, deve-se investigar o diagnóstico de:

  • Disfunção do tendão tibial posterior.

2. Tipos de Pisadas:

Por fim, iremos falar sobre as pisadas que o pé pode apresentar, existindo 3 tipos.

  • Neutra: sendo assim, essa pisada possui arco com tamanho normal. Ou seja, ao tocar o solo o pé ele faz um rolamento interno, absorvendo e distribuindo força. Para corredores que possuem peso ideal, a pisada plana oferece uma melhor estabilidade.
  • Pronada: nesse tipo de pisada vemos uma pronação, causada por um arco pequeno, quando encosta no solo. Pronação, por sua vez, significa inclinação em que a face interior se encontra para baixo, causando rotação ou torção. Quando elevada, a utilização de calçados de sola rígida, comumente causa lesões e/ou perda de estabilidade.
  • Supinada: por fim, a pisada supinada é aquela na qual, o pé ao tocar o solo pende para o lado externo. Acarretando então, em uma baixa absorção da pressão, sendo preciso a utilização de calçados amortecedores.

Conclusão

Conclusão anatomia do pé

Em síntese, a anatomia do pé é constituída por 26 ossos, divididos em três partes:

  • Tarso: com sete ossos;
  • Metatarso: com apenas 5 ossos;
  • Falanges: total de 14 ossos que formam os 5 dedos dos pés.

Além disso, a região possui dois tipos de músculos. O extrínseco que se encontra na parte inferior, e o intrínseco que forma a parte superior do pé.

Compondo assim, um total de 20 músculos, com 2 na região dorsal, 4 intermediários e 14 em sua face plantar.

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Postura Corporal E Sua Influência Em Sua Qualidade De Vida

A postura corporal é importante para todos os indivíduos, pois, possui melhorais não apenas em sua saúde.

Ou seja, na sua qualidade de vida e bem-estar. Devido à manutenção desta, diminuindo dores e complicações.

Mas também, é importante para a autoestima de cada pessoa, quando relacionada ao seu corpo.

Uma vez que, uma boa postura auxilia ainda na diminuição do volume da região do abdômen. Pois, acontece a reposição de gordura localizada.

Na maioria das vezes, ela é causa pelos péssimas hábitos rotineiros. Assim como, por fragilidades, timidez, sensação de impotência.

Portanto, para evitar dores de coluna e outras complicações a sua saúde. Seja ela física ou psicológica, retire suas dúvidas dando continuidade à leitura!

Qual É O Conceito De Postura Corporal Do Ponto De Vista Médico?

Postura Corporal

A postura corporal, ou apenas PC, pode ser classificada como o posicionamento dos segmentos corporais.

Presentes assim, no espaço, que sofre influência de diversos reflexos. Como, por exemplo:

  • Visual;
  • Labiríntico;
  • Miotárico;
  • Epitelial.

Desse modo, visando a menor sobrecarga possível, para que mecanismos de fadiga sejam evitados.

Além disso, postura corporal também se relaciona com as adaptações neurais. E, as de cunho musculoesqueléticas.

Que são realizadas ao se movimentar, sendo definida ainda como PC Estática e PC Dinâmica.

Cada pessoa, possui uma postura própria e individual, caracterizada ainda por fatores tais como:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Etnia;
  • Personalidade;
  • Cotidiano e suas atividades;
  • Temperatura e ambiente inseridos;
  • Saúde mental, psicológica.

Logo, de acordo com o processo evolutivo, a postura humana é bípede. Se opondo a força gravitacional.

Mas, o seu equilíbrio é um processo bastante complexo, que envolve o funcionamento dos sistemas:

  • Visual;
  • Nervoso Central e Periférico;
  • Vestibular;
  • Musculoesquelético – pelas respostas dadas de acordo com estímulos sensoriais.

Portanto, as respostas dadas pelo corpo, estão relacionadas com a sua flexibilidade.

Ou seja, a amplitude de movimentos. Bem como, de acordo com a propriocepção e a força muscular (condicionamento físico).

E, é através de estratégias biomecânicas que o indivíduo realiza a manutenção de seu equilíbrio.

Com o intuito de sustentar o centro gravitacional em seu interior. Por meio de sua base de apoio e utilização de tudo que foi descrito.

Causas Mais Comuns da Má Postura

Má Postura

Existem assim, diversos fatores que levam uma pessoa a ter uma má postura corporal, tais como:

  • Se posicionar de forma incorreta diariamente;
  • Recorrência de sobrecarga no trabalho ou práticas físicas;
  • Sobrecarga superior ao limite estipulado para sua massa corporal;
  • Condições clínicas e doenças;
  • Não seguir recomendações de ergonomia para postura.

Logo, muitas vezes levando a quadros irreversíveis na saúde do indivíduo. Pois, muitas vezes sofrem lesões graves.

Além disso, as condições clínicas ou doenças que mais causam um erro de posicionamento são:

  • Hérnia de Disco: deslocamento do núcleo pulposo, que faz a compressão da medula espinha ou de raízes nervosas. Sendo de três tipos, as protusas (alargamento), extrusas (rompimento) e com sequestro (migração).
  • Espondilolistese: uma condição rara que ocorre na coluna lombar de adultos. Podendo ser não-traumático, tendo os processos degenerativos como causa.
  • Espondilólise: são as alterações na estrutura da coluna vertebral, acarretando em lordoses lombar e cervical.
  • Flacidez Abdominal: também chamada de fraqueza muscular do tronco. É causada por obesidade e sedentarismo, enfraquecendo os músculos que estabilizam a coluna vertebral.
  • Doenças Neurológicas: relacionadas com o sistema nervoso central e periférico, que foram lesionados. Tais como o Parkison, Esclerose Múltipla ou Lateral Amiotrófica, Alzheimer, Neuropatias Periféricas e Distrofia Muscular de Duchenne.
  • Espondilite Anquilosante: é uma doença inflamatória que ocorre nos tecidos conjuntivos. Atingindo então, articulações que ocasionam em uma postura fletida, ou como é chamada “postura de esquiador”.

Consequências da Má Postura Corporal:

Logo, devido aos maus hábitos posturais ou doenças, a falta de tratamento leva a diversos problemas.

Como, por exemplo, degeneração das articulações, desenvolvimento de osteófitos, erosões ósseas, dores crônicas, contraturas musculares, déficit de equilíbrio e pontos-gatilho.

Mas, além disso, existem três grandes problemas mais fáceis de serem notados. E, que tornam difícil a vida de pacientes.

  • Funcionamento incorreto dos órgãos: sendo assim, os internos, como os sistemas respiratórios, renais e gastrointestinais. Reduzindo expansibilidade pulmonar, mobilização de ar, falta de movimentos peristálticos, esofagites, refluxo, gastrite, constipação e hérnias.
  • Dores na coluna: sofre influências dos problemas citados acima, podendo ainda refletir em quadros de dor no restante do corpo.
  • Coluna vertebral deformada: de acordo com os planos de movimento transversal, sagital e coronal, verifica-se se a coluna está distribuída distintamente. Qualquer falha nestes, pode levar a alterações na curvatura, escoliose, lordoses, cifoses, entre outros.

Atividades Físicas Que Melhoram A Postura Corporal

Atividades Físicas Que Melhoram A Postura Corporal

Portanto, além de procurar um tratamento médico. No qual, muitas vezes encontra-se na fisioterapia.

Existem atividades que auxiliam numa correta postura corporal, sendo indicadas para qualquer pessoa.

Mas, em casos de já ter algum problema, o ideal é conferir se a prática está liberada. Com isso, não deixe de procurar ajuda médica!

  • Pilates: unindo assim, diversas técnicas de tratamento e modalidades de esporte, seus exercícios são bastante benéficos. Sua prática conta ainda com aparelhos desenvolvidos para diferentes posturas, trabalhando melhor os planos de movimentos. Incluindo fortalecimento, alongamento, equilíbrio, coordenação motora, resistência e propriocepção em seus objetivos.
  • Yoga: essa técnica visa estimular a concentração, equilíbrio e flexibilidade corporais. Com posturas que mobilizam boa parte das articulações, estimulando o relaxamento muscular e produção do líquido sinovial.
  • Reeducação Postural Global: também conhecida como RPG. Essa prática trabalha as cadeiras musculares através da postura, promovendo a curva comprimento-tensão e o equilíbrio de fáscias.

Desse modo, o alongamento da musculatura proporciona flexibilidade (amplitude de movimentos) e elevam as variações posturais.

Logo, exercícios de correção como os mencionados acima. Vão auxiliar a na correção parcial ou total de certas condições ocasionadas pela má postura.

Conclusão

conclusão postura corporal

Portanto, a postura corporal se mostra fundamental para ter qualidade de vida e bem-estar.

Que por sua vez podem acarretar em graves consequências. Indo desde simples lesões, até mesmo a problemas mais complexos.

Isso porque, ela está relacionada tanto a problemas psicológicos. Quanto, aos físicos.

Sendo assim, procure sempre fazer avaliações médicas, conferindo a sua saúde corporal!

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Anatomia Do Joelho – Guia Completo Para Você Aprender Tudo

Quando falamos de corpo humano, estudar a anatomia do joelho se faz bastante importante.

Afinal de contas, ela é formada por diversos ligamentos, articulações e músculos, criando um sistema complexo.

Responsável assim, pela maior parte de nossos movimentos diários, influenciando diretamente em ações físicas.

Além disso, essa região possui a funcionalidade de sustentação. Ou seja, segurando todo o peso do corpo e as cargas oriundas de atividades físicas.

Portanto, ao falar de fisioterapia, nos direcionamos as funções mecânicas da região e os possíveis riscos para suas articulações.

Então, continue lendo e sabia tudo sobre a anatomia do joelho, em nosso guia completo!

Anatomia Do Joelho: Conheça Sua Estrutura

Anatomia Do Joelho Conheça Sua Estrutura

O joelho, é a anatomia mais complexa do corpo humano, quando consideradas as articulações.

Isso porque, a anatomia do joelho possui uma articulação sinovial. Ou seja, que realiza comunicações entre 2 extremidades ósseas.

Tornando possível assim, os movimentos realizados nos membros inferiores. Sua estrutura é composta de três ossos:

  • Fêmur;
  • Tíbia;
  • Patela.

Possuindo em sua cápsula articular, as articulações tibiofemoral e patelofemoral.

A partir dessas estruturas, é que cargas elevadas conseguem ser sustentadas. Bem como, elas dão a mobilidade que nos permite realizar atividades locomotoras.

Também, nesta região, encontram-se os meniscos ou cartilagens semilunares.

Chamados assim, pelo seu formato de meia lua. Sua estabilidade articular, possui um grau considerável, estabilizando-se por:

  • Músculos, ligamentos e a própria cápsula articular.

Na anatomia do joelho, encontramos 4 ligamentos, que possuem função importante em sua estabilização. Sendo eles:

  • Ligamentos colaterais medial e lateral;
  • Ligamentos cruzados anterior e posterior.

Também, encontramos na região uma boa flexo-extensão, como um grau de liberdade.

Já como um segundo grau, encontramos de forma acessória sua rotação. Que incide sobre o eixo longitudinal em cima relativo a perna.

Contudo, seu segundo grau de liberdade, aparece apenas quando o joelho é flexionado.

Apesar de mecanicamente falando, ele precisar de estabilidade elevada, também é necessário à sua flexibilidade em mesma proporção.

Ou seja, situações contraditórias que a região possui função de conciliar. Tentando assim, encontrar um equilíbrio entre.

Já em relação a sua superfície, esta possui encaixes frouxos, conferindo o máximo de mobilidade permitida.

Por isso, a anatomia do joelho tem suas articulações em risco. De entorses e luxações frequentes.

Lembrando ainda, que sua flexão é considera instável, segundo Kapanjdi. Ficando sujeita a lesões nos meniscos e nos ligamentos.

Enquanto que, em sua extensão há os riscos de rupturas dos ligamentos e fraturas nas articulações.

Articulações, Ligamentos E Músculos Da Anatomia Do Joelho

Articulações, Ligamentos E Músculos

Portanto, a seguir, iremos nos aprofundar mais nessa estrutura do joelho e suas características.

1. Articulações:

Primeiramente, iremos falar sobre a articulação tibiofemoral, sendo ela do tipo gínglimo.

Que permite os movimentos de extensão e flexão. E, alguns do tipo lateral e rotacional.

  • Elipsoideas: medias do fêmur e da tíbia, e côndilos laterais. Possuindo extremidade côncava que possui contato com outra convexa, criando limitação nos movimentos;
  • Eminência Intercondilar: são as pequenas depressões causadas pelos platôs tibiais (côndilos da tíbia).

Portanto, a tíbia possui uma função capaz de girar lateralmente. Sendo assim, sobre o fêmur em últimos graus dos movimentos de extensão.

Chamado também, de movimento pivô. Já que, proporciona um bloqueio da região, travando sua completa extensão.

Além disso, a curvatura dos platôs tibiais não possui simetria. E, são diferentes em cada pessoas.

Gerando casos nos quais, uma pessoa possui uma maior resistência na região, sofrendo menos riscos de determinadas lesões.

Já a articulação paletofemoral, ligando a patela ao fêmur. Reduzindo então, o atrito entre as duas estruturas.

A patela, em sua região posterior, é recoberta por uma cartilagem articular, que permite realizar funções biomecânicas como:

  • Realizar a extensão do joelho;
  • Elevar o ângulo de tração no tendão;
  • Centralizar tensões divergentes;
  • Aumentar áreas de contato entre fêmur e tendão patelar;
  • Diminuição do estresse por contato;
  • Protege tendões e a face anterior desta região.

2. Ligamentos:

Na anatomia do joelho, encontramos ligamentos formados por tecidos conjuntivos fibrosos.

Dispostos sobre as articulações, impedindo excesso ou movimentações anormais.

Recebendo ainda, auxílio dos meniscos que fazer o amortecimento de cartilagens, pela absorção de choques mecânicos e impactos.

Ademais, seus 4 ligamentos possuem receptores nervosos sensitivos. Que percebem bem, movimentos, posições articulares, velocidade, dores e estiramentos.

  1. Cruzado Anterior: encontra-se na face interna, posiciona antes da eminência intercondilar e sobre o côndilo femoral lateral. Sua função é estabilizar a região em extensão, impedindo deslizamentos, rotações anormais, entre outros.
  2. Cruzado Posterior: posterior a eminência intercondilar, cruza-se por trás do ligamento mencionado acime, fazendo inserção na côndico femoral medial. Suas funções são de impedir deslizamentos e dar estabilidade quando flexionado.
  3. Colateral Medial: posicionado na parte de cima do epicôndilo femoral medial e abaixo da cartilagem articular na região inferior da tíbia. Tendo como função, estabilizar o látero-lateral quando em extensão.
  4. Colateral lateral: indo desde o epicôndia lateral do fêmur até a cabeça da fíbula, possui mesma função que o anterior.

3. Músculos

Por fim, chegamos aos músculos presentes na anatomia do joelho, sendo considerados biarticulares.

  • Flexores: sendo assim, primários e acessórios. Permite proximidade da perna com a coxa, de formas passivas e ativas. Na qual, a passiva é mais ampla, e a ativa mais limitada.
  • Extensores: formado pelo quadríceps femoral, onde sua extensão proporciona o afastamento posterior entre perna e coxa.

Sua rotação pode ser caracterizada por dois tipos, medial e lateral. E, sendo possível apenas em flexão e sem cargas.

Pois, do contrário não ocorrente o relaxamento de seus dois tipos de ligamentos.

O poplíteo, é um músculo conhecido por liberar a trava do joelho, conseguindo rodar lateralmente o fêmur de forma relativa à tíbia.

Conclusão

anatomia do joelho conclusão

Neste artigo, aprendemos mais sobre a anatomia do joelho. Estudando assim, a sua estrutura relativa à:

  • Articulações;
  • Ligamentos;
  • Músculos.

Desse modo, percebemos que o joelho é uma região bastante vulnerável. Possuindo então, riscos de lesões, de traumas diretos e indiretos.

Bem como, através do uso irregular ou em excesso dessa região, que pode ter lesões de 3 graus diferentes.

  • Estiramento leve, lesão parcial por ligamento estirado e ruptura total de ligamentos.

Agora que você já sabe mais sobre essa região, compartilhe com seus amigos para que mais pessoas se beneficiem dessas informações!