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Tudo que você precisa saber Morar em Braga

Morar em Braga

Morar em Portugal tem sido cada vez mais uma escolha de brasileiros que desejam ter uma maior qualidade de vida e segurança. Além disto, o fato do idioma ser o mesmo é um grande influenciador.

Contudo, o primeiro passo é pesquisar a fundo qual a melhor cidade para viver em Portugal.

 Muitas pessoas querem fugir de cidades grandes, como Lisboa ou Porto. Mesmo assim querem morar em um local com excelentes opções de lazer, educação e atendimento de saúde.

O número de brasileiros que resolveram morar em Braga aumentou justamente por isso, a cidade possui excelente relação custo-benefício para se viver em Portugal.

A cidade é considerada uma das melhores para se morar em toda Europa e em nosso artigo de hoje você vai conhecer todos os detalhes sobre ela. Confira.

Custo de vida – Atualizado 2021

O custo de vida é um dos principais fatores a serem levados em conta na hora de programar uma mudança, ainda mais com câmbio desfavorável para o real.

Porém, a pandemia teve o seu lado bom em questão a custo de vida em Portugal, o aluguel – a parte mais cara para um brasileiro – teve uma diminuição significativa.

Até mesmo para quem deseja comprar imóveis os valores estão mais atrativos, vamos dar alguns exemplos:

– Apartamento de 2 quartos no centro da cidade: 500 euros / mês;

– Apartamento de 3 quartos no centro da cidade: 600 euros / mês;

– Apartamento de 2 quartos totalmente equipado: 600 euros / mês;

– Apartamento de 3 quartos para compra: 185 mil euros;

– Apartamento de 1 quarto para compra: 85 mil euros;

– Apartamento de 2 quartos para compra: 125 mil euros.

Outros custos

– Luz, água e gás média de 150 euros para um casal sem filhos;

– Pacote de internet – 28 euros;

– Academia – 30 euros;

– Compras – 200 euros um casal sem filhos;

– Transportes – 1,55 bilhete unitário ou passe mensal que pode ir de 10 a 36 euros, depende da distância que vai percorrer.

Lazer

O legal de uma cidade como Braga é que o lazer fica praticamente todo gratuito, é possível visitar monumentos históricos, jardins e igrejas sem pagar nada por isso.

Além disso, viajar para outros locais de Portugal ou da Europa se torna bem mais acessível, por exemplo, com 12 euros é possível ir de Braga para uma das cidades mais incríveis de Portugal, Aveiro.

O cinema custa cerca de 6,65 euros e crianças pagam 5 euros.

Espetáculos e shows possuem preços variados, mas dificilmente ultrapassam 25 a 30 euros.

Para comer fora duas pessoas gastam em média 25 euros.

Educação

O ensino público em Portugal é efetivo e costuma agradar bastante os brasileiros que vão com filhos para o país.

Existem colégios privados, contudo, apresentam um preço bem alto, cerca de 500 a 800 euros mensalmente.

A cidade conta ainda com a Universidade do Minho, uma das melhores e mais famosas de Portugal.

A universidade oferece diversos cursos, mestrado e doutorado.

Mesmo sendo pública é necessário pagar para ter acesso ao ensino e os preços são diferentes para nacionais (nesse caso, brasileiros com dupla nacionalidade portuguesa ou de outros países europeus) e para estudantes internacionais brasileiros.

Saúde

Por fim, a saúde pública em Portugal também é paga e para que os preços sejam o mesmo de nacionais, é preciso tirar o chamado PB4 no local responsável pelo documento do seu estado.

Os preços são simbólicos, uma consulta previamente agendada custa cerca de 4 euros e um exame 2 euros, por exemplo.

Como Braga é uma cidade menor a saúde pública funciona muito bem e poucas pessoas sentem a necessidade de ter um seguro de saúde, mas há opções.

A partir de 10 euros mensais a pessoa consegue contratar um seguro privado, mas além da mensalidade há um custo a parte para todo serviço solicitado.

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Lesão medular, como se reabilitar?

Lesão medular é uma condição que acomete parte da população, normalmente por acidentes ou traumas que são gerados por impactos.

De qualquer maneira é uma situação em que o tratamento se faz essencial, principalmente se levando em conta a rotina que deve ser de certa forma reconhecida.

Muita coisa muda na vida de quem passa por uma situação de lesão medular, e a reabilitação é um dos principais sonhos dessas pessoas.

Por isso nesse artigo vou falar mais sobre o que é uma lesão medular, suas particularidades, e também os tratamentos possíveis.

Conhecer mais sobre esse tipo de condição ajuda a pensar não somente em estratégias de prevenção, mas em todo o ambiente que precisa se moldar à essa nova realidade.

Isso acontece porque todos são responsáveis pelo tratamento, e é algo que se faz de um grande diferencial nesses casos mais específicos.

Entender como tudo funciona é uma maneira de entender como lidar e como ajudar na reabilitação de quem está passando por este tipo de situação.

O que é uma lesão medular?

símbolo de cadeirante, representando uma lesão medular

Lesão medular é um tipo de lesão que acomete diretamente a medula óssea, atingindo diretamente as ligações neurais.

O impacto disso é a perda de movimento e sensibilidade que pode ser parcial ou geral, dependendo do grau de lesão que é feita.

As lesões medulares podem ser divididas entre as traumáticas, e não traumáticas, que possuem menor incidência entre adultos.

As consequências das lesões medulares podem gerar paralisia somente nos membros inferiores, ou também nos superiores.

O que vai definir isso é geralmente o grau de incidência na medula óssea, se ela foi muito danificada e atingida ou não.

É a medula que se comunica com todo o corpo, transmitindo sinais para o cérebro, o que garante não somente o movimento, mas a sensibilidade.

Em casos de lesão não é possível reverter o quadro, ainda que o dano seja leve e a paralisia nos membros seja temporária.

No entanto existem tratamentos de reabilitação que podem acontecer e que ajudam em todo o processo de retomada da vida.

Esse é um processo que costuma ser longo, por vezes até difícil em um primeiro momento, mas que se mostra de muita importância.

A partir do tratamento correto e indicado é possível encontrar todas as condições para lidar com essas condições de um modo mais brando.

Como ela pode acontecer?

Como já foi dito, a grande parte das lesões medulares ocorrem por conta de traumas, ou seja, de elementos externos.

Isso quer dizer que a incidência de doenças ou outras condições naturais que geral essa lesão são raríssimos.

Uma lesão na medula óssea depende diretamente de um impacto na região da coluna, atingindo a medula.

É literalmente como se um osso fosse quebrado, e é!

Mas nesse caso a medula, como foi dito, é responsável não somente pela estruturação do corpo e equilíbrio do mesmo.

Ela contém conexões neurais que fazem contato com o cérebro, especialmente a parte que comanda movimentos do corpo inteiro e a sensibilidade do mesmo.

Por isso uma lesão nessa região é geralmente decisiva para a perda total ou parcial dos movimentos do corpo.

Acidentes de carro e causas por uso de arma de fogo são as principais incidências, totalizando quase 10 mil casos todo o ano.

1% ou menos é por conta de condições genéticas ou que não foram originadas de traumas.

Por isso uma das dicas é conseguir evitar ou prevenir muitas das ocorrências que podem gerar traumas medulares.

Isso diz respeito a principalmente ações de cuidado no trânsito, que podem ser evitados com simples ações.

Quais são os tratamentos para reabilitação?

reabilitação física, após uma lesão medular.

O tratamento para uma lesão medular não prevê recuperação completa, ou mesmo a reversão de algum quadro.

Isso porque um trauma na região não consegue ser corrigido por cirurgia, já que é uma região muito delicada.

Ainda que a ciência venha evoluindo e testando até mesmo células tronco como parte do tratamento, ainda não há nenhuma previsão de quando pode haver algum progresso nesse sentido.

Os tratamentos envolvem três frentes: fisioterapia, psicologia e médico.

Cada um deles visa atuar dentro de suas possibilidades para que a pessoa entenda a sua nova situação e possa trabalhar com a independência.

Nos casos de paralisia somente dos membros inferiores, são feitos todos os incentivos para que elas possam retomar a sua vida dentro do possível.

Não depender de pessoas para atividades simples é um desafio e algo que normalmente costuma ajudar.

Aceitar o tratamento e condição é fundamental para isso.

A parte médica fica responsável pela análise e também por administrar medicamentos, caso seja necessário, além de verificar constantemente o quadro.

A combinação desses tratamentos é o que possibilita a pessoa acometida de lesão medular conseguir retomar suas atividades e ter a sua rotina dentro do que é possível.

É possível ter cura completa?

Não é possível ter a cura completa, ou reverter o quadro de lesão medular.

Ainda assim, a expectativa é que em algum tempo apareça algum tratamento definitivo para essa situação.

Para se ter ideia, há alguns anos atrás, as pessoas que tinham lesão medular recebiam o prognóstico de que não havia mais nada a ser feito.

Hoje com cirurgias e ações feitas com fisioterapeutas já é possível retomar até 10% do movimento ou mesmo trabalhar a sua independência.

Por isso algo que não oferecia nenhum tipo de possibilidade de tratamento, hoje já se tem algo que pode trazer maior conforto para essas pessoas.

A lesão medular é algo que acomete mais de 10 mil pessoas no Brasil por ano, e a maior parte é por lesões traumáticas.

Buscar o tratamento é fundamental para que a parte de movimento receba o tratamento adequado e a independência seja bem trabalhada.

Assim também a parte psicológica é fundamental para que se entenda que existe algo que pode ser feito.

Conhecendo essas duas frentes de tratamento e as principais causas, é possível lidar melhor com essa condição de lesão medular, tendo a reabilitação sendo feita

Descubra quais os alimentos adstringentes e sua importância

alimentos adstringentes

Muito se fala dos alimentos que danificam nossos dentes e influenciam no desenvolvimento da placa bacteriana, gengivite, cárie e tártaro. O que poucos sabem é que existem alimentos capazes de potencializar a limpeza da arcada dentária e prevenir a incidência de manchas, danos como lesões, erosão do dente e até mesmo de doenças.Esses alimentos são chamados adstringentes, ou detergentes, e atuam na remoção da placa bacteriana por meio da mastigação, impedindo alterações na coloração do dente que só podem ser revertidas através do clareamento dental.

Tendo em vista que uma boa alimentação é um dos principais pilares da saúde e do bom estado do organismo, não seria diferente com a boca. A alimentação é essencial para o fortalecimento dos dentes, e para isso, ela deve ter em sua composição alimentos adstringentes. Um dos exemplos mais conhecidos desses alimentos é a maçã, porém a uma série de outros exemplos, como as castanhas, certas frutas e o iogurte natural. Veja a seguir alguns exemplos:

Quais são os alimentos adstringentes?

Vegetais crocantes

A ação de mastigar certos tipos de alimentos pode ser capaz de ajudar na limpeza bucal, é o exemplo dos vegetais crocantes e de consistência dura. Alguns exemplos desses alimentos são o aipo, o brócolis, o pepino, a acelga, a cenoura e a couve-flor. Isso se deve ao fato de que esses vegetais, através de sua firmeza, ajudam a remover restos de alimentos e bactérias acumuladas durante sua mastigação.

Frutas ricas em fibra

As frutas fibrosas também ajudam bastante na remoção dos resíduos presentes nos dentes, atuando de forma semelhante aos vegetais crocantes. Também atuam na mastigação e potencializam seu efeito por meio da fricção. São exemplos a maça, o kiwi e a pera.

Durante a mastigação, as frutas que são ricas em fibra atuam na produção de saliva, fazendo com que o pH diminua a acidez da boca, diminuindo a quantidade de bactérias.É dessa forma que a ingestão desses alimentos previne o desenvolvimento de doenças.

Nozes e castanhas

As nozes e castanhas como a castanha-do-pará e a castanha-de-caju, por exemplo, também auxiliam na limpeza do dente pelo forte atrito, auxiliando na retirada da placa bacteriana existente acima do esmalte.

Melancia e limão

A melancia é uma fruta que é majoritariamente composta por água, contudo, assim como a água também atua para uma melhor limpeza dos dentes, também essa fruta. Além disso, ela incita a produção de saliva.

Já o limão é uma fruta de alta capacidade adstringente e bactericida, possuindo uma relevante importância na eliminação das bactérias instaladas na cavidade oral. Além disso, esse alimento é responsável por proporcionar frescor ao hálito.

Iogurte natural e chiclete sem açúcar

O iogurte natural atua na diminuição dos níveis de gás sulfídrico, um dos fatores que influenciam na halitose, também sendo considerado um alimento adstringente. Já o chiclete sem açúcar, ao contrário do que muitos pensam, não possuem os efeitos negativos que os chicletes açucarados trazem, muito pelo contrário, os benefícios são grandes. O chiclete sem açúcar, quando é mascado, faz com que a sujeira que localizada no esmalte grude e seja removida junta ao cuspir.

Boa higienização bucal

Lembre-se que o consumo de alimentos adstringentes não substitui uma boa escovação e uma boa higienização bucal. A escovação deve ser feita ao menos três vezes ao dia, logo após acordar, após refeições e antes de dormir. Tenha preferencia por escovas macias e creme dental com flúor, realizando movimentos leves e precisos, sem forçar os dentes. Movimentos fortes são capazes de causar lesões nas gengivas e influenciam a incidência de infecções.

O uso do fio dental é essencial para que haja a remoção das bactérias e dos resíduos que continuaram após a escovação. O uso do enxaguante bucal também não deve ser deixado de lado, já que atua justamente contra os aspectos químicos que favorecem a proliferação das bactérias.

Portanto, para obter uma limpeza ainda mais profunda, visite a clínica odontológica regularmente para que os atuais problemas sejam identificados e tratados, assim como possíveis doenças podem ser evitadas e tratadas logo no início. Mantenha uma boa higienização bucal intercalada com uma alimentação saudável composta de alimentos adstringentes, é assim que a melhora da saúde bucal será alcançada e mantida.

O que é Hemiplegia? E quais as suas principais causas.

A hemiplegia é um tipo de condição que poucas pessoas conhecem, e que pouco se fala sobre, principalmente sobre as causas, e os tratamentos que podem ser direcionados para essa condição.

Normalmente existem tratamentos bem direcionados e que são úteis no cuidado da hemiplegia, e conhecer sobre é também saber sobre como obter o retorno ideal de solução da condição em si.

hemiplegia

Vou trazer a seguir todos os detalhes sobre hemiplegia que você precisa conhecer e que fazem parte dessa condição, tendo principal atenção com relação aos cuidados que são indicados nessas condições.

O que é hemiplegia?

A hemiplegia é um tipo de paralisia cerebral que acomete a metade do cérebro o que implica na redução ou limitação de movimentos de um lado corpo o que necessita de uma intervenção profissional.

Esses tratamentos devem ser feitos a fim de que tragam parte do movimento e evitem complicações maiores em decorrência da condição em si, que exige uma atenção por parte de profissionais qualificados.

Entender as causas é também uma forma de conseguir indicar os melhores tratamentos, tendo em vista que é uma intervenção necessária para o retorno das condições de vida, melhorando os movimentos.

Principais causas

Existem condições que favorecem esse tipo de paralisia cerebral e que inclusive podem direcionar alguns dos tratamentos, que podem diferenciar a partir do que de fato causou esse tipo de condição.

Algumas dessas condições podem ser evitadas, enquanto outras não conseguem ser prevenidas, como é o caso das congênitas ou de complicações na gravidez, que dificilmente conseguem ser previstas.

A seguir vou trazer quais são as principais causas da hemiplegia, e o motivo de serem tão perigosas a ponto de paralisarem um lado do cérebro, o que implica na limitação do movimento de uma parte do corpo.

AVC

O AVC é uma das causas mais comuns em quem apresenta hemiplegia, já que é uma condição que traz complicações em decorrência da obstrução da circulação de sangue no cérebro.

Um AVC pode acontecer devido a embolia, aterosclerose, hipertensão, ou mesmo por algum tipo de condição que leve a esse tipo de acidente, que traz sérios prejuízos para a saúde do indivíduo.

Em alguns dos casos se consegue ter uma grande evolução em termos de movimentos, mas não é possível retornar ao que era antes, de maneira que muitos nem mesmo consigam o mínimo de amplitude no movimento.

Traumas

Traumas

Alguns traumas ou pancadas na região da cabeça pode fazer pequenas lesões no cérebro, devido ao choque, e essa pode ser também uma causa da hemiplegia.

Nesse contexto a prevenção é a melhor solução, já que em estados mais avançados somente os tratamentos paliativos são possíveis, a fim de que seja possível retornar alguma parte do movimento.

O mais importante é conseguir devolver parte da autonomia em movimentos para a pessoa que teve um prejuízo que pode impactar diretamente na sua vida como um todo, principalmente em termos produtivos e de trabalho que passa a ser algo incerto.

Doenças e infecções

Algumas doenças e infecções também podem ser responsáveis por causar hemiplegia, como por exemplo a meningite, que atinge diretamente a parte cerebral, causando inflamações e outros prejuízos como a hemiplegia.

Para essas doenças é mais recomendado é fazer o trabalho de prevenção com vacinas e evitar exposição aos agentes que podem causar tais condições, e que tragam o risco da hemiplegia.

De uma maneira geral, o mais importante é focar no tratamento que na causa, já que essa pode ser mais difícil de se identificar, sendo algo mais complexo e que não dá nenhuma pista para o tratamento.

Características

A hemiplegia se caracteriza por uma perda de movimento progressiva, causando primeiro um enrijecimento em um lado da face, por exemplo, e depois chegando à limitação do movimento de fato.

Pelo fato de ser algo progressivo muitas vezes passa despercebido, o que dificulta geralmente a intervenção, a não ser que já exista uma rotina de prevenção e de exames constantes.

Primeiramente é possível perceber a boca torta assim como dificuldade para abrir ou fechar um dos olhos.

Outra característica é a dificuldade de movimentar os braços ou pernas de um lado específico.

No entanto a depender do lado do cérebro afetado, além de indicar qual o lado mais afetado, pode também apresentar alguns comportamentos e indicadores que podem ser sinais de onde se encontra a lesão ou obstrução.

Hemiplegia do lado direito do cérebro

A hemiplegia quando afeta o lado direito do cérebro apresenta algumas características específicas, além das gerais que foram trazidas anteriormente.

Quando o lado direto do cérebro é lesionado, o lado esquerdo do corpo é quem sofre a limitação dos movimentos e os sinais antes descritos.

Além disso pode haver dificuldades para se orientar e reconhecer o ambiente, além de negligenciar os cuidados com o lado do corpo afetado.

Outro fator a se destacar é a dificuldade com números e contas simples, já que o lado direito do cérebro é o responsável por essas informações.

Hemiplegia do lado esquerdo do cérebro

Para além das dificuldades de movimento do lado direito do corpo, que é o afetado, quando o lado esquerdo do cérebro é afetado pode gerar dificuldade nos reconhecimentos de símbolos simples como o de mais e menos.

Pode também ocorrer de ter dificuldade de reconhecer o lado esquerdo e direito, não conseguindo diferenciar em si mesmo e em outras pessoas.

Esquecer de coisas simples que ia fazer também é algo bastante comum em pessoas que possuem esse tipo de intercorrência, assim como planejar e executar tarefas é um desafio.

Vale lembrar que um desses sinais isolados não podem necessariamente configurar uma hemiplegia, necessitando os outros sintomas e sinais para que se tenha a certeza dessa condição.

Tratamentos

Os tratamentos para hemiplegia se dividem de acordo com o grau da limitação de movimento e também com relação ao que é possível no momento, o que pode devolver parte da autonomia.

Retornar à condição anterior é impossível, e sempre se tem algum tipo de sequela, que pode se apresentar de uma maneira sutil.

Terapia funcional

A terapia funcional é algo que integra a terapia ocupacional e fisioterapia em conjunto, a fim de conseguir trabalhar com a prevenção e tratamento de algumas das condições causadas pela hemiplegia.

Assim são pensadas em atividades que possam ajudar a retomar o pouco do movimento que é possível, ao mesmo tempo em que se evita que o aumento progressivo seja possível e ofereça os riscos de agravamento do quadro.

Um tratamento efetivo é praticamente impossível, e por conta disso é preciso trabalhar com alternativas que evitem a paralisia mais aguda, em que os movimentos são totalmente limitados.

Fisioterapia

Fisioterapia

A fisioterapia isoladamente é uma excelente ferramenta para retomar o movimento gradualmente, a fim de que a pessoa possa recuperar a sua independência para tarefas simples e que só dependem de seu esforço.

O trabalho de fisioterapia é muito importante e também é fundamental para que parte da rotina da pessoa não seja impactada tão diretamente, tendo uma função também paliativa, que não traz garantias.

Pensando em uma intervenção que pode fazer a diferença é a fisioterapia que pode trazer o tipo de resposta que pode ser positiva dentro das possibilidades de tratamento que a hemiplegia permite.

Hidroterapia

Tendo em vista os tratamentos para retomar parte do movimento, a hidroterapia muitas vezes é uma alternativa muito interessante, que costuma gerar mais estímulos aos músculos, fazendo com que trabalhem mais.

Os casos de hemiplegia exigem um estímulo constante de musculatura e nervos que foram afetados, e ter a hidroterapia combinada com outras terapias é uma maneira muito eficaz e os resultados tendem a ser bastante positivos.

É a forma mais indicada para conseguir tratar sem intervenções diretas que tendem a ser muito arriscadas e podem até mesmo trazer sequelas mais graves caso não seja um processo bem conduzido.

Cirurgias

Cirurgias

As cirurgias são indicadas em último caso, principalmente pelo fato de serem mais arriscadas, já que envolvem uma intervenção diretamente no cérebro, o que pode trazer alguns riscos de fato.

Elas são normalmente indicadas para remover coágulos que podem estar causando e agravando a hemiplegia, e quando todos os outros tratamentos não costumam dar resultados expressivos.

Mesmo sendo uma intervenção direta, não é um tratamento eficaz e que resolve o problema, mas pode trazer maior mobilidade e até mesmo aderência ao tratamento que já vem sendo realizado.

A hemiplegia se caracteriza pela paralisação ou limitação parcial de um lado do corpo, o que é gerado por condições que afetam o cérebro, como um AVC ou trombose, além de outras causas que podem chegar a este ponto de fato.

Os tratamentos indicados não conseguem trazer de volta o movimento 100% como era, mas conseguem recuperar até 90% a partir de terapia funcional, fisioterapia e hidroterapia, que tem como função principal estimular músculos e nervos afetados.

As cirurgias são indicadas somente em casos mais graves, onde uma área maior do cérebro foi afetada, e quando se é possível reverter parte do quadro para que se consiga ter melhores resultados com os outros tratamentos quando feitos.

Conheça os tipos de artrite e o diagnóstico

Artrite é uma doença comum que se desenvolve quando uma ou mais articulações sofre um processo de inflamação. Possui causas distintas, sendo as mais comuns o desgaste natural sofrido com o tempo e uma alteração genética no sistema imunológico que faz com que o próprio organismo atacar as células cartilaginosas.

Existe mais de 100 tipos da doença, mas o sintoma mais marcante para quem tem qualquer tipo dela é a dor. Atrapalha tanto que é uma das principais causas de afastamento de atividades físicas, afastamento do trabalho e incapacidade.

Tipos de Artitre

Também é causada por problemas como o sobrepeso, traumas diretos e indiretos, fungos, bactérias e vírus.

Veja a seguir os tipos de artrite e a diferença entre eles:

  • Osteoartrite ou artrite degenerativa

Se caracteriza pelo desgaste de uma ou mais cartilagens que permite que os ossos entrem em contato, causando uma alteração nessas estruturas ósseas. Pode estar relacionada a genética familiar, o excesso de peso ou uma lesão sofrida no local. Nódulos nos dedos das mãos são exemplos de fatores hereditários que causam a doença.

É mais comum em mulheres com mais de 40 anos, principalmente nas articulações dos joelhos e das mãos.

  • Artrite inflamatória

É um problema de saúde autoimune, ou seja, o sistema imunológico do corpo passa a atacar as células cartilaginosas causando danos nas articulações.

  • Artrite reumatoide

Doença inflamatória classificada como crônica, ou seja, de progressão lenda e longa duração, que muitas vezes está presente durante toda a vida. É uma enfermidade que tem seus primeiros sintomas geralmente em indivíduos entre 30 e 40 anos, afetando mais as mulheres. Quanto antes for diagnosticada e tratada, maior o controle sobre a doença e possibilidade de ter um estilo de vida normal.

O diagnóstico é feito com base nos critérios pré-estabelecidos abaixo:

  • Presença de nódulos nas articulações
  • Presença de Fator Reumatoide no sangue
  • Rigidez articular matinal durante pelo menos 1 hora
  • Artrite em pelo menos três áreas de articulações
  • Artrite de articulação nas mãos (punhos, meio dos dedos e entre os dedos das mãos)
  • Artrite simétrica (no punho esquerdo e direito, por exemplo)
  • Alterações radiográficas (erosões articulares ou descalcificação dos ossos das mãos e punho)

Para tratamento de Artrite, UC-II é um colágeno especial que age diretamente no sistema imunológico para manter as articulações saudáveis e promover mobilidade e flexibilidade.

Age também como anti-inflamatório, diminuindo as inflamações nos nervosos e dores.

Quando quatro dos sintomas acima se tornam presentes em pelo menos 6 semanas consecutivas, o médico poderá fechar o diagnóstico da doença ou descarta-la.

  • Lúpus Eritematoso Sistêmico

Doença inflamatória, crônica e autoimune caracterizada por manchas na pele. Existe dois tipos: um que se manifesta apenas nas regiões cutâneos (pele) e outro que pode acometer um ou mais órgãos internos.

Por ser uma doença de sistema imunológico os sintomas podem aparecer em diversas partes do corpo. Há sintomas típicos, como dor nas juntas, manchas na pele, hipertensão e problemas nos rins e outros sintomas variados, como febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo.

  • Artrite Psoriática
Psoriática

Está diretamente ligada a psoríase, doença crônica de pele que afeta de 1% a 3% da população. Um em cada três portadores da doença desenvolvem a artrite psoriática. Geralmente a psoríase se manifesta antes dos problemas articulares.

Existem cinco tipos de artrite psoriática:

  • Oligoarticular: cinco ou menos articulações são atingidas pela inflamação. Pode afetar tanto grandes quanto pequenas articulações.
  • Poliarticular: afeta muitas articulações ao mesmo tempo, variando de sintomas leves a severos. Pode acontecer em qualquer tipo de articulação, e os sintomas se assemelham à artrite reumatoide.
  • Distal: acontece nas articulações distais, localizadas nas pontas dos dedos das mãos e dos pés.
  • Envolvimento da coluna: a parte mais afetada é a parte inferior da coluna vertebral, gerando rigidez nas articulações da região e do pescoço.
  • Mutilante: é o caso mais grave e mais comum. Promove inflamação grave nas articulações, que resultam em deformações irreversíveis e incapacidade de algumas movimentações.

O médico responsável por doenças reumáticas é o reumatologista. É ele que dá o diagnóstico da doença e indica o melhor tratamento para cada caso. Os sintomas devem ser bem especificados para o médico, bem como quando apareceram os primeiros sintomas e se pioram ou melhoram com atividades físicas. Casos de doenças de articulação na família também devem ser citados. Alguns exames podem ser solicitados, como exame de sangue, raio-X, ressonância magnética e ultrassom. Esses exames identificarão problemas nas articulações.

A doença não tem cura, e na maioria dos casos ela é crônica. Os tratamentos existentes podem deixar a doença em remissão, ou aliviar as dores e auxiliar na retomada dos movimentos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Fisioterapia é de extrema importância para recuperar os movimentos e diminuir o impacto das dores. Atividades de baixo impacto são indicadas para tonificar os músculos em torno da articulação lesionada, melhoram a resistência e auxiliam nos movimentos do dia a dia. Boa alimentação também é indicada, pois o sobrepeso deve ser evitado.

Algumas recomendações devem ser seguidas para conviver de forma menos negativa com a doença:

  • Evitar ficar numa mesma posição por muito tempo;
  • Ter uma dieta equilibrada, com atenção especial à vitamina E. Ela deve ser bastante consumida, pois tem ação anti-inflamatória. Alguns alimentos que auxiliam no combate à doença: frutas vermelhas, abacate, verduras de cor verde escura, azeite de oliva, oleaginosas, cebola, alho e pimenta e peixes;
  • Evitar o consumo de alimentos que pioram as inflamações, como sal e açúcar, gordura saturada e bebidas alcoólicas.
  • Durma por tempo suficiente. O cansaço provindo da falta de sono aumenta a sensação de dor nas articulações;
  • Não sobrecarregue as articulações com peso excessivo ou movimentos inadequados;

Caso esteja acima do peso ideal, perca peso. O peso sobre as articulações deve ser minimizado o quanto for possível.

Faculdade de gastronomia: curso, carreira e mercado de trabalho

faculdades gatronomia

Gosta de inventar receitas, assistir programas de culinária e surpreender a família e os amigos com pratos deliciosos? Então a faculdade de gastronomia pode ser uma excelente opção para você! E se acha que esse curso ensina apenas a cozinhar, vai se surpreender com a grade curricular. 

Além de aprender sobre técnicas, ingredientes e receitas, o estudante de gastronomia também descobre como montar e gerir um restaurante. Assim como estuda para coordenar equipes e garantir a segurança alimentar daquilo que é servido. 

Ficou com curiosidade para saber mais sobre o curso? Então continue lendo! Neste artigo, vamos te mostrar como funcionam as matérias, a carreira depois de formado e as possíveis áreas de atuação. Aliás, um spoiler: você pode saber mais sobre a faculdade de graduação também no site da FMU, que oferece essa graduação! 

Como funciona a faculdade de Gastronomia?

O primeiro passo antes de começar a cursar gastronomia é decidir qual tipo de formação você quer ter no currículo. Na área, existem duas formações, o bacharelado (com duração média de 4 anos) e o tecnólogo (que geralmente dura 2 anos).

A principal diferença entre eles é a quantidade de matérias teóricas e a profundidade de alguns conteúdos. Como o bacharelado tem mais horas de aula, ele costuma oferecer disciplinas um pouco mais teóricas e aprofundadas.

Mas não se preocupe, ambas as opções tem muitas matérias práticas para você aprender fazendo.

Grade curricular

Quer alguns exemplos das aulas que você vai encarar na faculdade de gastronomia? Então confira abaixo as matérias do Tecnólogo em Gastronomia da FMU.

  • Antropologia e Cultura Brasileira;
  • Bebidas e Harmonizações;
  • Ciência dos Alimentos;
  • Comunicação;
  • Confeitaria;
  • Controle Higiênico e Sanitário dos Alimentos;
  • Cozinha Brasileira;
  • Cozinha Europeia;
  • Cozinha Internacional;
  • Cozinha Técnica de Carnes e Aves;
  • Cozinha Técnica de Peixes e Frutos do Mar;
  • Desafios Contemporâneos;
  • Fundamentos da Cozinha Profissional;
  • Garde Manger;
  • Gastronomia Contemporânea;
  • História e Princípios da Gastronomia;
  • Panificação;
  • Planejamento de Cardápio de Composição de Custos;
  • Planejamento e Gestão em Gastronomia;
  • Processo Criativo em Gastronomia;
  • Projeto em Gastronomia Aplicada;
  • Serviço de Salão, Restaurantes e Eventos.

Além disso, o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) e o estágio não são obrigatórios segundo o Ministério da Educação, mas podem ser exigidos dependendo da instituição. 

Áreas de atuação

Todas essas disciplinas oferecidas na faculdade de gastronomia servem para garantir que o graduado tenha capacidade de atuar nas diferentes áreas do segmento. Saiba mais sobre cada uma delas a seguir!

Bares, restaurantes e outras cozinhas

A área de atuação mais comum para os gastrônomos é na cozinha de bares e restaurantes. Geralmente, esse profissional começa como auxiliar e pode ser promovido até chefe de cozinha.

Como chefe, ele vai liderar a equipe e precisa ter boas noções de gestão de pessoas e administração de empresas. 

Mas além dos estabelecimentos tradicionais, o profissional de gastronomia também pode trabalhar na cozinha de refeitórios de empresas, navios, hospitais, entre outros. 

Hotelaria

Outra opção para quem se forma em gastronomia é trabalhar em hotéis, pousadas e outras empresas do ramo. Nesses estabelecimentos, a cozinha não para e está sempre trabalhando para oferecer refeições de qualidade aos hóspedes.

O profissional de gastronomia, então, vai coordenar o cardápio, gerir a compra de ingredientes e liderar toda a equipe. 

Eventos

O mercado de eventos é outro segmento que tem crescido muito no país e pode ser uma boa oportunidade para os profissionais da gastronomia.

Seja em eventos corporativos ou festas de casamento, aniversário e bodas, um bom chefe de cozinha é essencial. Afinal, ele vai garantir todas as refeições dos participantes, além do tradicional coffee break. 

Quem trabalha na área costuma ser autônomo ou trabalhar em buffets e vai ser responsável por oferecer diferentes opções de menu, além de coordenar a equipe no dia e preparar as refeições. 

Nesse segmento, os profissionais costumam trabalhar menos dias por semana, mas também ficam muito mais horas em serviço. 

Confeitaria e panificação 

Ser um Chef Pâtissier também é uma especialização viável para quem quer focar a sua área de atuação na confeitaria e panificação. 

Nesses casos, o profissional pode atuar em hotéis, cafés, padarias e confeitarias. Além de ter a opção também de abrir seu próprio negócio de doces e sobremesas sob encomenda para eventos. 

Desenvolvimento de produtos

Além disso, existe uma opção de trabalho menos conhecida no ramo da gastronomia: o desenvolvimento de produtos industrializados. 

Isso porque lasanhas, pizzas, sorvetes, molhos e outros alimentos precisam de profissionais da culinária para ajudar a desenvolver suas receitas e testar a viabilidade. Então é uma área mais restrita, mas que também oferece oportunidades interessantes. 

Perfil do profissional 

Pode ser que você esteja se perguntando quais habilidades deve ter para fazer faculdade de gastronomia. 

Assim, vale avisar de cara: o profissional que atua com culinária precisa ser criativo, adaptar-se bem a mudanças, trabalhar bem em equipe e ser muito bom em solucionar problemas. 

Afinal, o que não falta em uma cozinha são imprevistos, não é?

Além disso, na maioria das áreas de atuação o gastrônomo assume posições de liderança e vai ter que ser um bom gestor de pessoas. 

Salários

Por último, vamos falar sobre os salários nesse segmento? Como você viu, o seu cargo vai variar conforme a sua área de atuação. Por isso, os salários também tendem a ser diferentes. 

Como base, vamos usar a função de Chefe de Cozinha. Nesse caso, o pagamento médio é de R$ 2.105,98 mensais para uma jornada de 44 horas semanais, podendo chegar até R$ 4.666,67, de acordo com dados do governo federal. 

Mas esses salários valem para profissionais CLT. Então se você quiser, pode também abrir o seu próprio negócio. As opções para quem se forma na faculdade de gastronomia são amplas e sua carreira pode ser muito bem sucedida. Basta escolher uma boa instituição de ensino, como a FMU. Faça já sua matrícula e comece essa jornada!

Saiba Mais Sobre Diabetes Tipo 1

diabetes tipo 1

O doutor Rocha é uma das maiores autoridades médicas do brasil especializada em diabetes.

E nesse artigo, vou te falar um pouco sobre o que é a diabetes tipo 1.

Como Ocorre a Diabetes Tipo 1

A diabetes tipo 1 ocorre devido uma condição, onde o pâncreas não consegue produzir a insulina, que é um hormônio fundamental para o nosso organismo.

Nosso corpo necessita da insulina para poder manter os níveis apropriados de açúcar no sangue.

Funcionamento Da Insulina

Depois de você ingerir alimentos que contenham carboidratos, as substâncias químicas que chegam ao intestino delgado, são divididos em moléculas simples de açúcar, chamado glicose.

Em seguida, as células que revestem o intestino delgado, absorvem essa glicose produzida, e então, ela passa para a corrente sanguínea.

Após o sangue chegar até o pâncreas, as células beta do pâncreas detectam o aumento do níveis de glicose.

Então, as células beta do pâncreas liberam insulina na corrente sanguínea para reduzir os níveis de glicose, e também para manter a glicose sanguínea em um nível saudável para o bom funcionamento do nosso organismo.

A maioria das células do nosso corpo têm certos receptores em sua superfície que se une a essa insulina circulante.

A insulina atua como se fosse a chave de uma fechadura para “abrir a célula”, de modo que essa glicose que circula em torno dela, possa entrar dentro da célula.

De modo que as células possam usar essa glicose para produzir toda a energia que o nosso organismo necessita para funcionar corretamente.

Caso você sofra de diabetes tipo 1, as células beta do pâncreas perdem essa capacidade de produzir a insulina, assim resultando num alto nível de glicose no sangue e outras complicações devido a isso.

Sistema Imunológico Das Pessoas Com Diabetes Tipo 1

O sistema imunológico das pessoas que sofrem com a diabetes tipo 1, especialmente dos seus glóbulos brancos, consideram as células beta do pâncreas como se fosse corpos estranhos, ou seja, não reconhecendo mais essas células fundamentais.

Em uma resposta autoimune, seus glóbulos brancos produzem e secretam anticorpos que destroem as suas próprias células beta do pâncreas, ou seja, o seu próprio organismo começa a destruir partes do seu próprio organismo.

Como resultado disso, o pâncreas produz pouca ou talvez nenhuma insulina.

Sem o hormônio insulina, a glicose produzida em seu intestino delgado não consegue entrar dentro das células para produzir energia, e consequentemente elas ficam desnutridas devido a falta de calorias que deveriam receber da glicose.

Além disso, os níveis de glicose aumentam e acumulam na corrente sanguínea, o que resulta em uma condição conhecida como hiperglicemia.

Sintomas Da Hiperglicemia Na Diabetes Tipo 1

Os sintomas mais comuns da hiperglicemia na diabetes tipo 1 são:

  • Fome excessiva
  • Sede excessiva
  • Urinar frequentemente
  • Perda de peso inexplicada
  • Cansado excessivo
  • Fraqueza excessiva
  • Irritabilidade
  • Visão embaçada

Se a hiperglicemia não for tratada, ela pode se agravar doença no paciente, devido não ter a insulina suficiente no sangue, e assim, as células não conseguem absorver a glicose que está no sangue para poder produzir energia para o corpo.

E como resultado disso, se corpo quebra as reservas de gordura e proteínas como fonte alternativa de energia.

Por esse fato é que ocorre o emagrecimento inexplicado, assim, perdendo além de gordura, perdendo massa magra, ou seja, músculos.

A medida em que quebra a gordura continua, determinados subprodutos, também conhecidos como corpos cetônicos, se acumulam na corrente sanguínea.

Essa condição se chama cetose, e quando os corpos cetônicos se acumulam em níveis perigosamente elevados, ocorre uma condição chamada cetoacidose diabéticas, o que pode levar a sua vida em perigo.

Se os níveis de glicose no sangue permanecerem muito elevados por um longo período, pode ocorrer vários problemas de saúde a longo prazo, tais como:

  • Arteriosclerose
  • Cegueira
  • Danos nos nervos
  • Doenças renais

Portanto, se você sofre com diabetes tipo 1, você deve manter os seus níveis de açúcar no sangue dentro dos níveis normais.

Isso é possível utilizando uma combinação adequada e recomendada pelo seu médico de substituição de insulina.

Também é necessário constantemente monitorar os níveis de glicose no sangue, e igualmente importante, fazer uma dieta saudável e hábitos de vida saudáveis com orientação médica. Por isso te recomendo a visitar o site abaixo para maiores informações:

https://programadiabetescontrolada.com.br/

Porque o pâncreas para de produzir insulina, e com orientação médica, você deverá tomar insulina para substituir o que seu corpo deveria produzir naturalmente.

Mas, lembre-se de sempre ter um médico especializado em diabetes, assim como o dr Rocha, para poder treina-lo.

Entenda a importância do exame periódico para as empresas

Os chamados “exames médicos ocupacionais” fazem parte da rotina das empresas. Entretanto, mais do que um processo burocrático no momento de contratar e demitir (regido pelo artigo 68 da CLT), também é importante que o trabalhador passe por exame periódico enquanto permaneça no emprego.

Isso porque trata-se de uma maneira de proteger tanto o empregador quanto o empregado. Para o primeiro, é uma forma de garantir que seu colaborador está apto a desenvolver a função pelo qual será responsável. Além disso, também protege contra ações trabalhistas abertas por funcionários que possuíam determinadas doenças antes mesmo de ingressar na empresa. 

Já para o trabalhador, é a chance de se manter em dia com a saúde. Afinal, o exame periódico torna possível prevenir alguns problemas – sejam eles causados pelo trabalho ou não – e acompanhar o desenvolvimento de doenças crônicas. Assim, com um diagnóstico precoce, os tratamentos costumam ser mais leves e as chances de cura mais altas.

Tipos de exame médico ocupacional

Por o admissional ser o mais conhecido, poucas pessoas sabem que existem diversos outros tipos de exame médico ocupacional. Veja quais são eles: 

Exame admissional

O já mencionado exame admissional é realizado antes da assinatura da carteira. O objetivo principal é verificar se o futuro empregado possui alguma condição de saúde que o impeça de exercer a futura função.

Caso isso seja constatado, a empresa pode desistir da contratação. No entanto, nesse processo não pode existir nenhuma forma de discriminação, que pode ser caracterizada no pedido de testes de gravidez, de HIV ou de esterilização.

Todavia, esse exame também é o momento do médico do trabalho orientar sobre condutas para evitar com que o profissional não sofra um comprometimento de sua saúde, como ter a postura certa para manusear equipamentos, por exemplo. 

Exame periódico

O exame periódico é essencial para determinar se o estado de saúde do colaborador mudou durante o tempo em que trabalha na empresa. Nas situações em que são identificados problemas, torna-se possível tratá-los com agilidade e eficiência. 

O mais recomendado é que, para funcionários de idades de 18 a 45 anos, o exame médico seja feito a cada dois anos. Já os que estão fora dessa faixa etária ou atuam em cargos considerados mais arriscados precisam consultar o especialista em períodos menores. 

Mudança de função

Quando há mudança de função de um empregado, também é preciso realizar um exame médico. Com isso, fica claro se ele possui condições de saúde adequadas para a nova posição ou se será exposto a algum risco.

Retorno ao trabalho

Após um período afastado do trabalho, por motivo de doença ou acidente, o médico deve avaliar se o funcionário está apto a retornar para sua função. 

Exame médico demissional

Por fim, quando o empregado pede demissão ou é demitido, é realizado o exame demissional. O resultado dessa avaliação médica é comparado com a feita durante a contratação. 

Dessa forma, verifica-se se houve algum dano à saúde do funcionário no período em que estava na empresa.

Como os exames são feitos

As condutas que o médico do trabalho terá durantes os exames depende da tarefa que o funcionário irá desempenhar e os riscos envolvidos nela.

Por isso, o exame pode-se tratar apenas de anamnese, ou seja, uma conversa sobre o histórico de saúde do paciente e de sua família, exames físicos simples e aferição da pressão arterial, peso e medidas.

Nos cargos em que há perigo biológico,químico, ergonômico ou físico, o médico pode prescrever alguns testes. Os mais comuns são: de sangue, psicotécnico, eletrocardiograma, raio-x, acuidade visual e audiometria. 

Ao final do exame, o especialista deve emitir o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). Uma via desse documento fica em posse do trabalhador e outra da empresa. Portanto, trata-se da garantia de que ambas as partes estão asseguradas para que o trabalho seja desenvolvido da melhor forma. 



Termômetro de testa é confiável? Tire todas suas dúvidas sobre o assunto!

Independente de qual seja a fase da vida, todo ser humano já utilizou ou irá utilizar um termômetro para medir a temperatura corporal. Até então, a maioria das famílias recorriam ao termômetro de mercúrio. Porém, desde que a Anvisa proibiu a comercialização deste produto, a população brasileira vem buscando por novas alternativas. Então, é neste momento que surgem as dúvidas: o termômetro de testa é confiável? Qual é a melhor opção?

Portanto, neste texto você irá encontrar informações bastante úteis sobre os diversos modelos de termômetros, vantagens e confiabilidade de cada um deles, em especial, o termômetro de testa. Descubra agora mesmo como substituir o velho medidor de mercúrio de forma segura.

Termômetro de testa: como funciona?

Antes de saber se o termômetro de testa é confiável, é importante entender como esse medidor funciona na prática. Desenvolto de uma tecnologia altamente moderna, o aparelho utiliza-se do recurso infravermelho, que permite medições rápidas. 

Para ter uma noção, é possível ter a temperatura do corpo, do ambiente ou de um líquido em apenas três segundos. Isso, se tratando de uma maneira eficiente de medição.

Outro detalhe importante de se mencionar, é que o aparelho atua à distância. Ou seja, não há contato entre o termômetro e o indivíduo. Basicamente, é necessário que ele seja apontado para a testa. 

Exatamente por esse motivo, causa estranheza, especialmente por parte de mães e pais que querem ter esta informação de forma precisa sobre seus filhos.

Então, vamos ao que interessa!

O termômetro de testa é confiável?

Essa é, com toda certeza, a dúvida que não quer calar! Porém, a resposta é positiva. Por utilizar-se de um recurso bastante moderno e tecnológico, a medição da temperatura, mesmo que à distância, é confiável e recomendada pelos especialistas da saúde – utilizado, inclusive, como um dos produtos hospitalares. 

Para quem está em contato diretamente com crianças e bebês, essa é, inclusive, a melhor opção. Uma vez que os termômetros de axila, atrapalham o sono, geram irritação nos menores e nem sempre traz resultados precisos, já que as crianças e bebês se movimentam o tempo todo e o aparelho precisa estar em contato com a pele.

Isso define que, se usado de maneira correta, pode ser um grande aliado da população brasileira, especialmente, em momentos em que o ser humano precisa descobrir se está ou não com febre. 

Pontos positivos do termômetro de testa

Para trocar o aparelho que você tem em casa por um modelo novo no mercado, é necessário que haja muitas vantagens, não é mesmo? Felizmente, o termômetro de testa é confiável e cumpre com alguns outros requisitos, como:

  • É de fácil utilização: quando a temperatura está alta o medidor notifica com uma luz vermelha, já quando o oposto acontece, e os números são baixos ou normais, a luz é verde;
  • Baixos riscos de manutenção: quando um mesmo aparelho tem contato com a pele de diversos indivíduos diferentes, deve haver uma higienização rigorosa – especialmente, se tratando de produtos Hospitalares. Já, se referindo ao medidor de testa, seu uso é restrito a uma luz que pode facilmente ser mirada à distância para a testa. Dessa forma, não havendo contato com o corpo humano, menores são as chances de contaminação;
  • Praticidade: como dito anteriormente, o resultado da medição com o termômetro de testa fica disponível em apenas três segundos. Além disso, pode ser utilizado enquanto o indivíduo dorme, no caso de crianças. Não exigindo, assim, uma grande dedicação para manutenção do equipamento. 

Bom, agora, com essas informações, provavelmente, você tenha eliminado todas as suas dúvidas e esteja pronto para tomar a decisão sobre qual termômetro você pode e deve ter em casa. 

Compartilhe esse conteúdo com amigos e familiares para que eles também possam tirar essa pulga que existe atrás da orelha sobre o medidor de testa. Clique aqui e faça isso automaticamente.


Use âmbar báltico e confira na prática seus benefícios terapêuticos

O âmbar báltico é uma resina orgânica que foi formada a cerca de 50 milhões de anos por pinheiros. Hoje em dia é possível encontrar o âmbar em vários países ao redor do mundo. O âmbar báltico é um item precioso raro e muito benéfico para nossa saúde. 

Isso é possível, pois o âmbar báltico possui em sua composição uma substância chamada de ácido succínico que é uma substância terapêutica muito eficiente no combate a inflamações e melhorias no nosso sistema imunológico. Graças ao calor do nosso corpo é possível absorver este ácido.

Por isso se você ainda não o conhece está na hora de inseri-lo em sua rotina. Continue lendo e conheça os benefícios terapêuticos do âmbar báltico. 

Sobre o ácido succínico presente no âmbar báltico

O ácido succínico presente no âmbar é um poderoso antioxidante que ajuda a combater radicais livres no nosso organismo.

Esse ácido também estimula a recuperação do nosso sistema neural e ajuda reforçar o sistema imunológico, combatendo inflamações e amenizando dores e diminuindo o estresse. Sabendo disso ele também está sendo usado na indústria farmacêutica de forma artificial.

A maior concentração do ácido succínico é encontrado na camada externa da “pedra”, o que explica o acabamento bruto. 

Recentes pesquisas científicas revelaram que o ácido succínico tem influência positiva sobre o corpo humano. Atualmente já é possível encontrar inúmeras pesquisas que mostram como o uso do âmbar é eficiente. 

O âmbar báltico em joias

Entre os anos 1855 e 1890 foram encontrados muitos artefatos, jóias e acessórios de âmbar pertencentes a era neolítica. Isso indica que os homens da idade da pedra já utilizavam o âmbar em confecções de peças como amuletos e adereços.

Com o passar do tempo e com a sofisticação do metal, as jóias em âmbar báltico têm sido criadas desde antes de Cristo. O âmbar báltico era chamado de “O ouro do norte” na Roma antiga, pois era considerado um produto de grande valor.

No começo do século XX o âmbar era sinal de riqueza em toda Europa e foi nesta época que as primeiras fábricas de joias com âmbar foram criadas. As joias eram confeccionadas em grande escala e em uma enorme variedade de modelos.

Nos dias atuais o âmbar voltou a ficar conhecido pelo crescente número de mães e pais que estão usando o colar ou pulseira de âmbar em bebês. Para a confecção das joias, o âmbar é lapidado no formato desejado (barroco, chips, nuguets, oliva, sextavado, etc.) e seu acabamento pode ser bruto ou polido. 

Quais são os benefícios terapêuticos?

O âmbar está cada dia mais conhecido e tem inúmeros efeitos terapêuticos tanto em crianças como em adultos.

Para crianças e bebês o colar de âmbar possui alguns benefícios como:

  • Calmante natural;
  • Analgésico e antisséptico (anti-inflamatório) natural;
  • Estimula e melhora o sistema imunológico;
  • Alivia dores na fase de dentição;
  • Reduz processos inflamatórios, principalmente nas gengivas, garganta e ouvidos;
  • Auxilia a recuperação do corpo nos resfriados, gripes e febres.

Em adultos o colar também pode ser extremamente benéfico. Alguns desses benefícios são: 

Analgésico e antisséptico (anti-inflamatório) natural;

  • Estimula e melhora o sistema imunológico;
  • Auxilia no tratamento de artrites, tendinites e reumatismo;
  • Reduz processos inflamatórios, principalmente de garganta;
  • Auxilia na alcalinização do sangue, pois é um antioxidante;
  • Remove energias negativas e influências psíquicas de outras pessoas;
  • Age diretamente no 3.º chakra (plexo solar) equilibrando as energias

Como usar o colar de âmbar báltico

para que você consiga obter todos os benefícios do âmbar báltico algumas recomendações devem ser seguidas:

      •  Para que o âmbar faça efeito é preciso usá-lo em contato direto com a pele. Use embaixo de colares embaixo da camiseta ou use pulseiras, ou tornozeleiras.

      •  Como o âmbar precisa estar em contato direto com a pele para bebês e crianças os colares devem ser retirados durante a noite para evitar possíveis acidentes. Porém também é possível colocar o colar como tornozeleira. Assim o âmbar continuará agindo.

      •  use a sua joia de âmbar a mais próxima do local que você deseja o efeito. Para dores de cabeça ou pescoço opte por usar o colar. Para dores como artrites e tendinite escolha pulseiras para os braços ou tornozeleiras para os pés.

Características e curiosidades sobre o âmbar báltico

O âmbar báltico possui inúmeras colorações diferentes. A mais comum é a amarela, mas você pode encontrar pedras marrons, vermelhas, verdes, branca, preta entre outras. Tudo isso varia de acordo com a sua formação natural, a temperatura das árvores e a região onde foi produzido.

A cor também pode indicar a idade e a qualidade do Ambar. Em geral, sua cor é opaca na área externa. Assim quando polido o âmbar recebe o brilho de uma resina para garantir mais beleza e melhor visualização de sua parte interna.

O âmbar é leve, e sua densidade é pouco maior que a água, por isso, o âmbar flutua em água salgada. O âmbar quando aquecido exala um perfume agradável e bem característico que lembra a resina do pinheiro.

Outra característica do âmbar é que ficou conhecido na Grécia antiga como “elektron”. Ele ganhou esse nome por sua capacidade de eletrizar-se quando atritado contra um tecido de lã. Fazendo isso ele conseguia atrair pequenos objetos como pedaços de papel, por exemplo.

Como vimos neste post o âmbar báltico é um excelente aliado para a nossa saúde. Experimente e confira na prática todos os benefícios terapêuticos que ele pode te oferecer.

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