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Depilação a laser: entenda como funciona

A depilação a laser é um dos tratamentos para a remoção de pelos no corpo, que traz um excelente benefício e alívio para aqueles que se incomodam tanto com essa condição. No entanto, é também um tratamento que por vezes causa muitas dúvidas e questionamentos naqueles que desejam se submeter ao mesmo.

Pensando em auxiliar pessoas com dúvidas e o desejo de realizar a depilação a laser, preparamos esse artigo completo com todas as informações importantes e relevantes que são necessárias, antes de marcar as primeiras seções do procedimento.

O que é a depilação a laser

A depilação a laser é um dos procedimentos estéticos mais procurados, tanto dentre o público feminino como também, masculino.

Com a realização desse procedimento pessoas que tem pelos pelo corpo que são muito grandes, grossos ou mesmo, em grande quantidade podem encontrar na depilação a solução para os problemas e assim, ter uma pele livre de pelos e para as pessoas que gostam, uma pele mais limpa, lisinha e macia.

Em nosso organismo existe a derme que é muito rica em vasos sanguíneos e nutrientes, que recebem os estímulos e informações para a multiplicação das células e também, dos pelos que na verdade são considerados como uma forma de proteção para a nossa pele e organismo.

No entanto, por diferentes razões existem pessoas que preferem se livrar dessa proteção para assim, se sentir mais bonito ou mesmo, conseguir cuidar melhor da sua pele.

Através da depilação a laser é possível remover os pelos de forma aparente e com a continuação do tratamento, atuar de forma direta na raiz e nas células formadoras do pelo, de forma que não será mais possível o crescimento forte e acelerado dos pelos em regiões específicas do corpo.

Um dos métodos que recebem o selo e comprovação de que realmente consegue atingir as células responsáveis, pela produção dos pelos é a depilação a laser e assim, consegue inclusive proporcionar diferentes benefícios para quem deseja se submeter a este procedimento.

Como a depilação a laser funciona

A depilação a laser funciona a partir do disparo de energia no formato de luz. Essa energia quando consegue entrar em contato com a pele, atinge diretamente a melanina que é a responsável pela força e coloração dos pelos.

Desse modo e a cada sessão que passa, os pelos vão ficando mais claros, finos e fracos de forma que começa a cair gradativamente.

Fora o fato de que não tem força para crescer como antes, dependendo da quantidade de sessões que são realizadas a luz consegue atingir até mesmo por de baixo da pele, de forma que as células que produzem o crescimento do pelo, também são diretamente atingidas e danificadas.

Sendo assim os pelos não apenas crescem mais fracos como também, podem não crescer mais de forma que a depilação a laser, pode ser considerado como um tratamento eficaz e definitivo para a depilação.

Com o passar do tempo a energia que foi aplicada em forma de luz, poderá perder a força no organismo, o que irá ocasionar novamente no aparecimento das células e crescimento dos pelos na parte do corpo em que foi realizado o procedimento.

Para não voltar a ter maiores incômodos com o crescimento rápido e continuo dos fios, pode ser necessária a realização de sessões de manutenção.

No caso de pessoas que possuem uma coloração mais escura nos pelos, nesses casos é possível que sejam realizadas uma quantidade menor de sessões e com excelente índice de satisfação.

Isso se deve especialmente ao fato de que quanto maior quantidade de melanina nas células, mais escuros serão os pelos e dessa forma, quando aplicada a luz do laser a melanina consegue reter maior quantidade da luz o que acaba danificando diretamente a produção e crescimento dos pelos.

Já no caso das pessoas que possuem os pelos mais finos e principalmente, mais claros poderá ser necessário uma quantidade maior de sessões, para que o procedimento realmente consiga causar efeito na pele a ser tratada.

Dúvidas mais comuns a respeito da depilação a laser

Um dos principais cuidados que precisam ser observados antes e depois da depilação a laser, é com relação à exposição ao sol.

Como a pele estará muito sensível após a realização do procedimento, se faz necessário que os cuidados principais não sejam negligenciados e até mesmo por isso, épocas como outono e inverno são as mais indicadas para a realização da depilação a laser.

Ainda com relação ao sol é preciso evitar realizar o procedimento com a pele bronzeada especialmente, pelo fato de que quando o laser é aplicado com a pele tendo o bronzeado, pode ocasionar manchas que não terá como retirar futuramente, danificando a pele para sempre.

Existe ainda um cuidado importante e que por vezes, as pessoas não entendem se é verdadeiro ou não.

Como vimos ao longo desse artigo, a depilação a laser possui a energia em forma de luz suficiente para conseguir eliminar os pelos e ainda, alterar as células que são responsáveis pela sua produção.

Por tanto, é possível dizer que a depilação a laser é um procedimento definitivo especialmente, quando são realizadas grande quantidade de sessões que conseguem impossibilitar, o crescimento de pelos por um longo período.

E aqui está a grande diferença. Passado um certo tempo que o profissional irá indicar podendo ser seis meses, um ano ou outro período é necessário que o paciente retorne à clínica, para realizar uma sessão de manutenção, para continuar evitando que os pelos cresçam.

Por tanto, as sessões de manutenção também devem ser realizadas para cuidar do procedimento e assim, manter os benefícios da depilação a laser por um tempo ainda maior do que o esperado.

Outro cuidado muito importante e que não pode ser deixado de lado, é a pesquisa que deve ser feita para identificar as empresas que realizam esse procedimento assim como, os profissionais que são responsáveis pelo mesmo.

É de grande importância pesquisar inclusive com outros pacientes que já foram atendidos no mesmo estabelecimento, para identificar se houve algum tipo de problema ao longo do procedimento, para identificar e assim evitar que aconteça novamente podendo causar novos prejuízos aos pacientes.

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Enfermeiro, atualize-se com o Curso Online de Enfermagem do Trabalho

Você é enfermeiro a quanto tempo? 5 anos? Talvez menos ou mais que isso. Mas o que eu preciso mencionar para você é que está na hora de atualizar mais os seus conhecimentos em enfermagem do trabalho.

A verdade é que a enfermagem não para de evoluir e fazer novas descobertas, e por isso, atualizar-se mostra o quanto você ama a profissão e gostaria de conhecer mais sobre ela.

Por isso, lhe apresento um curso online capaz de lhe dar todas as atualizações necessárias sobre o assunto. Quer saber mais? Então vem comigo agora mesmo.

A importância de atualizar-se por meio do curso de Enfermagem do Trabalho

Se hoje, em todas as profissões como a indústria, a investigação científica serve para resolver problemas e fornece a base para atividades de programação, por que a profissão de enfermagem deveria ser uma exceção?

A profissão de enfermagem é uma disciplina em contínua evolução e, como todas as demais, necessita de uma revisão contínua para garantir uma prática clínica segura e eficaz.

Fazer um curso de enfermagem do trabalho visa desenvolver conhecimentos específicos para resolução de problemas e melhoria do atendimento.

curso de enfermagem do trabalho

Pode-se dizer, portanto, que o curso é um processo de autoaprendizagem contínua do enfermeiro no qual a assistência ao paciente individual estimula a pesquisa da literatura biomédica de informação relevante para a prática do cuidado em si.

O Conselho Internacional de Enfermeiros do ICN em 2008 (International Council of Nurses) define pesquisa em enfermagem:

“um processo científico e sistemático que visa gerar novos conhecimentos, responder a perguntas ou resolver problemas, gerar novas questões”

O termo pesquisa define um processo intencional, sistemático, objetivo e circular que visa confirmar, modificar e aumentar o conhecimento sobre a realidade factual e as ligações entre os diferentes fenômenos.

O objetivo do curso de enfermagem do trabalho é fortalecer e ampliar o conhecimento atual sobre o cuidado de enfermagem, a fim de contribuir para a melhoria dos serviços prestados e a qualidade de vida do paciente.

Ampliando os seus conhecimentos na área

A ação profissional é baseada nas habilidades que são resultado de conhecimento, habilidades e experiência: o curso de enfermagem do trabalho, de fato, começa quando passamos da assistência simples para uma mais complexa, baseada na capacidade de tomar decisões informadas, começando com de informações e conhecimentos possuídos. 

O curso também serve para documentar os serviços que os enfermeiros prestam, para estudar cada vez mais as diferentes dimensões das necessidades de cuidado e avaliar as atividades que visam satisfazê-las.

Um caminho para o aprendizado decorre da curiosidade e da capacidade de fazer perguntas a partir da prática diária. 

Para continuar no estímulo inicial, é necessário conhecer a literatura e a metodologia de pesquisa, o que permite desenvolver a questão em um caminho estruturado e encontrar, ao final, as respostas. 

Enfermagem é uma disciplina que se justifica em um corpo sistemático de conhecimento, único e específico, em evolução contínua e, como todas as outras disciplinas, necessita de uma revisão contínua para garantir uma prática segura e eficaz. 

Outro objetivo do curso de enfermagem do trabalho é desenvolver conhecimentos específicos para a resolução de problemas e melhoria do atendimento ao paciente.

A profissão de enfermagem está mudando rapidamente impulsionada pelas inumeráveis ​​inovações legislativas, educacionais e tecnológicas e pela constante e contínua consolidação do conhecimento científico que sustenta nossa disciplina. 

Quando vai começar seu curso?

O valor de uma disciplina e a consistência do conhecimento são fortemente interdependentes e esse valor é expresso em termos de autonomia profissional, reconhecimento social e na capacidade de atrair recursos.

Estes recursos serão utilizados na sua própria pesquisa.

O curso em si, visa lhe atualizar, para que você possa estar por dentro das novas descobertas e de novos métodos de realizar certas ações, ajudando o paciente naquilo que é preciso.

Por isso, matricule-se agora mesmo no curso de enfermagem do trabalho! Você só tem a ganhar e com certeza irá se manter atualizado sobra a enfermagem do mundo atual.

5 dicas para treinar no inverno

Frio, vento, menos horas de luz… Há poucos elementos que dificultam o treinamento no inverno, mas as condições climáticas geralmente adversas não precisam ser um impedimento para um atleta treinar ao ar livre. É claro que treinar no inverno não é o mesmo que fazer em outras épocas do ano, já que as condições são radicalmente opostas dificultam a prática de exercícios, então apresentamos 5 truques para treinar no inverno e aproveitar ao máximo seus treinos .

1 comer bem

O primeiro passo para ter sucesso nos esportes é seguir uma boa dieta. Frutas e legumes devem ser a base de sua dieta, aproveitando-se de produtos sazonais: couves de inverno, alfaces, tangerinas, laranjas, romãs, escarola, radicchio … não esquecendo que temos disponível todo o ano. Eles ajudam a estimular o sistema imunológico e prevenir resfriados , por isso também pode usar os suplementos desportivos de vitamina C. Não se esqueça de levar uma quantidade suficiente de carboidratos e proteínas, a base da nutrição esportiva.

2 aquecer bem

O aquecimento é sempre importante, mas no inverno o aquecimento se torna mais importante porque o corpo precisa de mais tempo para se aquecer. Se alonga bem, aumenta o tempo que você investe no rolamento… O fato de começar a treinar ainda frio pode causar lesões no nível muscular, bem como em tendões, articulações ou ligamentos. Até seu corpo se aquecer completamente, não comece a exigir demais dele. Pode levar mais tempo para completar o aquecimento do que o treinamento em si.

3 Abra-se … mas tenha cuidado

Nossa tendência no inverno é nos proteger, mas ao praticar esportes pode ser contraproducente. No mercado encontramos roupas técnicas que nos permitem treinar no inverno sem esfriar a um preço decente, e o mais aconselhável é vestir-se no “modo cebola”, com diferentes camadas que podemos tirar quando entramos estivermos aquecidos. Evite peso demais e sempre que puder deixar a capa de chuva em casa, pois evita a evaporação do suor. Você só deve usá-lo se chover muito ou em curtos aquecimentos.

O peito, mãos, pés e cabeça são as partes que perdemos mais calor, por isso vamos protegê-los bem. Um chapéu, calcinha ou luvas são essenciais para esportes ao ar livre no inverno, e se a qualquer momento nós acabamos, podemos sempre mantê-los no bolso. Quanto aos pés, boas meias técnicas nos ajudarão a não esfriar. Finalmente, se você for correr ou andar de bicicleta à noite, use roupas reflexivas . Não lhe custará encontrá-los e você ganhará segurança. Você encontrá diversas opções no site da NetShoes com descontos especiais.

4 Inspire pelo nariz, expire pela boca

Respirar é um elemento chave para o nosso desempenho, mas quando treinamos no inverno a diferença entre respirar bem e respirar mal é ainda maior. O ideal é inalar o ar pelo nariz e expulsá-lo pela boca, para alongar o caminho para os pulmões e obter algo mais quente. Assim, evitamos irritações na garganta e problemas nos brônquios. Se o frio for extremo, com temperaturas abaixo de 0 ° C, você pode usar uma máscara protetora.

5 Cubra-se após o treino

A frase da mãe onde há, a cobertura depois que o treinamento é obrigatório para evitar problemas de saúde. Então, quando você terminar o treinamento, volte para seu lugar quente o mais rápido possível e tire suas roupas molhadas ou suadas rapidamente para evitar um resfriado ou infecção aparecendo no que é chamado de “janela aberta”, esse período de 30 minutos após o treinamento o sistema imunológico fica mais fraco que o normal e onde estamos mais expostos do que nunca a esse tipo de problema.

Lesões esportivas

Os diferentes tipos de lesões a que qualquer atleta está exposto, sejam profissionais ou amadores, são muito variados. A frequência e o nível de gravidade das lesões estarão sujeitos ao esporte praticado, sua intensidade e o estado físico de cada atleta.

POR QUE LESÕES OCORREM?

Existem diferentes causas de lesões esportivas que devem ser conhecidas.

As lesões podem ser causadas por um agente traumático externo que afeta o músculo ou por um agente interno, quando a própria tensão muscular é a que produz a lesão.

Se a lesão não envolver trauma, ela pode ser tratada com aplicações locais de gelo, analgésicos e / ou relaxantes musculares. Se, por outro lado, houver rupturas, lacerações que não retornem dentro de alguns dias ou suspeitas de que possa haver, você deve consultar um médico imediatamente.

TIPOS DE LESÕES ESPORTIVAS E SEU TRATAMENTO

As lesões mais comuns no esporte são as contusões, as contraturas, as tensões , as entorses, entre outros. No nível muscular, os pontos de lesão mais comuns são os isquiotibiais, o quadríceps e o tríceps.

  • Lesões no ombro
  • Lesões do cotovelo
  • Lesões na virilha
  • Lesões nos pés

Já ha atividade aeróbica, as lesões mais comuns são as que envolvem o joelho, decorrente do uso de calçado indevido para a prática de atividade física.

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É essencial, nesse sentido, aprender a diferenciar as lesões dos atacadores, um desconforto muscular que aparece ao praticar esportes após um tempo sem realizar atividade física. No caso de você não sabe se é  cadarços ou lesão,  a melhor opção é para ir para o médico ou fisioterapeuta para determinar que tipo de doença é e qual o tratamento deve seguir para aliviar -lo .

COMO EVITAR LESÕES ESPORTIVAS?

Todos os atletas, sejam profissionais ou amadores, devem levar em conta certas precauções , se quiserem evitar ferimentos facilmente.

A primeira coisa a evitar lesões musculares é realizar um bom  aquecimento , para exercitar os  músculos relaxados por alguns minutos, antes de realizar a  atividade principal . A  elevação  da  temperatura corporal nos dará maior  elasticidade  e  força muscular . Desta forma, não só serão evitadas lesões durante a prática  esportiva ,  mas também o trabalho pode ser feito de forma mais eficaz.

O próximo passo é o alongamento,  que é conveniente para a prática após o  aquecimento. Deve-se notar que os alongamentos devem ser breves, caso contrário, podem ser contraproducentes.

Finalmente temos o  resfriamento,  que é feito no final da  atividade esportiva. Basicamente, consiste em diminuir progressivamente o exercício, o que ajuda a eliminar o  ácido lático  que causa  tontura  após a atividade física.

7 recomendações para prevenir lesões esportivas

As lesões musculares ou entorses são as lesões mais comuns no mundo dos esportes. Ocasionalmente, eles podem aparecer devido a prática incorreta ou overtraining. Saber o que manter em mente para evitar lesões ajudará a reduzir consideravelmente a chance de sofrer reveses durante o exercício. Desta forma, você irá desfrutar mais e você vai conseguir seus objetivos.

Adicione intervalos à sua rotina de treinamento

Dependendo do esporte que você pratica, a demanda será maior ou menor, mas você deve sempre dar ao corpo um dia ou dois de descanso para que você possa se recuperar do que você tem trabalhado durante a semana. Não importa se você pratica corrida ou crossfit , não cumprir os períodos de descanso favorece o surgimento de lesões.

Use o equipamento esportivo certo

Além do básico, que é uma camisa sintética e calça confortável e correta e tênis, você tem que fornecer acessórios específicos para cada atividade , especialmente no caso das atividades mais arriscadas. Se você vai praticar esportes como bungee jumping ou montanhismo , esse aspecto deve ser o mais importante.

Trabalhe seus músculos

Trabalhar em uma rotina de treinamento específica ajuda a fortalecer seus músculos. Mas não só isso, a probabilidade de sofrer lesões diminui à medida que você trabalha seu organismo. Os exercícios de condicionamento são uma boa opção para trabalhar este aspecto.

Melhore sua flexibilidade

Trabalhar flexibilidade na corrida é muito importante, mas não apenas neste esporte. Trabalhar com o alongamento pré e pós-treino aumenta a flexibilidade do seu corpo e reduz o risco de lesões.

Trabalhe com a técnica correta

Antes de se envolver em qualquer disciplina física, você deve estar ciente de como essa atividade é realizada corretamente . Caso contrário, isso pode afetar seu corpo na forma de um revés.

Pratique o esporte com segurança

Além da técnica, controle seu envolvimento no jogo . É muito bom que você esteja motivado e queira superar seus objetivos, mas controle seus impulsos e se baseie nas regras do jogo . Isto é especialmente destinado a esportes em que o contato é constante.

Mantenha-se hidratado em todos os momentos

A hidratação é essencial para qualquer atividade física que você faz. Além de servir como combustível para o corpo, desidratá-lo pode causar ferimentos devido ao calor. Hidrate-se corretamente todos os dias, especialmente antes, durante e após os treinos.

Agora você conhece 7 diretrizes para evitar lesões esportivas . Coloque-os em prática, pratique o esporte que você mais gosta com segurança e aproveite os objetivos definidos.

Fisioterapia Esportiva

A Fisioterapia Esportiva é um ramo especializado da fisioterapia que envolve prevenção, avaliação, diagnóstico e manejo de lesões decorrentes de esportes e exercícios em todas as idades e níveis de habilidade.

Caso você faça esportes regularmente, é recomendável buscar uma equipe com extensa qualificação e experiência em gerenciamento de esportes e atividades físicas para alcançar e manter um ótimo desempenho. Existem no Brasil excelentes fisioterapeutas que passaram por um rigoroso processo de seleção com objetivo de garantir um alto nível de experiência e conhecimento em fisioterapia esportiva.

Pessoas de todas as idades e habilidades esportivas podem se beneficiar com a fisioterapia esportiva, incluindo:

  • Atletas juniores, veteranos ou recreativos
  • Atletas com deficiências
  • Atletas de atividades físicas incluindo musculação
  • Equipes esportivas

Equipes qualificadas de fisioterapia esportiva oferecem tratamento terapêutico e aconselhamento sobre a participação segura em esportes e promoção de um estilo de vida ativo para ajudar todos os indivíduos a melhorar e manter sua qualidade de vida. Os terapeutas desempenham papéis importantes na assistência às pessoas para se recuperarem de lesões, fornecem educação e informações para evitar lesões e melhorar o desempenho.

Embora pareça que profissionais de fisioterapia esportiva atuam apenas no gerenciamento de lesões esportivas, eles são igualmente bem preparados para lidar com as condições mais comuns, como dores no pescoço e região lombar crônica, lesões no local de trabalho, dores crônicas, vertigens e tendões danificados, fornecendo soluções para gerenciar seus sintomas atuais e implementando estratégias de longo prazo para evitar a dor contínua e o impacto dela na sua qualidade de vida.

A Fisioterapia Esportiva também se aplica também ao fisiculturismo. Trabalhar como fisioterapeuta exclusivamente em academias para fisiculturistas e powerlifters é bastante comum. A vida do fisiculturista é muito mais difícil quando se trata de prevenção de lesões, pois não importa qual seja a antropometria individual ou o histórico de lesões, eles precisam executar o agachamento, supino e levantamento de bastante peso caso queiram ter sucesso.

Leia também: Whey Protein: Para que Serve, Como tomar e Benefícios

O lado bom do fisiculturismo, é que se você não pode realizar um certo exercício devido à mobilidade, dor ou sua própria anatomia e estrutura individual (todos os corpos diferentes), então podemos simplesmente escolher um exercício diferente para estimular o grupo muscular alvo e seguir em frente.

Se você sentir dor no quadril quando agacha, então poderá modificar a carga ou a amplitude de movimento. Se o seu ombro lhe incomodar quando faz um supino, então poderá usar halteres ou cabos para estimular seus peitorais sem agravar o ombro. Se você sentir dor lombar no deadlifting, então poderá usar um trap bar ou fazer puxões de rack, ou simplesmente escolher um exercício completamente diferente.

Resumindo, um fisioterapeuta esportivo pode cuidar de você, independente do seu esporte ou atividade física, lhe colocando em uma rotina comprovada e fazer você seguir esta rotina por muito tempo, o que trará melhores resultados.

Se você deseja, além do acompanhamento de um bom fisioterapeuta, aumentar o seu ganho de massa corporal durante os treinos, dá uma olhada no infográfico desenvolvido pelo site Grande Atleta. Nele, é explicado de forma simples e prática como funciona o suplemento mais conhecido do mundo: Whey Protein.

Este suplemento poderá lhe ajudar bastante nos treinos. Confira abaixo.

Fisioterapia Pediátrica E Neonatal Quais São Seus Objetivos?

A Fisioterapia Pediátrica e Neonatal, está relacionada a atuação da fisioterapia com crianças.

Desse modo, auxiliando-as a crescer e se desenvolver de forma saudável. Possibilitando a estas, um futuro independente.

Uma vez que, realiza o tratamento de reabilitação de bebês e crianças, que tenham problemas motores.

Logo, correndo o risco de ter seu crescimento afetado. Bem como, o seu desenvolvimento de seu organismo em todos os aspectos.

Sendo assim, esse profissional precisa ter jeito com crianças, e saber lidar com as dificuldades dos pequenos e jovens.

Muitas vezes, tornando essa atividade mais lúdica. Então, para saber mais sobre essa atuação, continue lendo!

O Que É Fisioterapia Pediátrica E Neonatal?

O Que É Fisioterapia Pediátrica E Neonatal

A fisioterapia pediátrica e neonatal, é uma das especialidades da área fisioterapêutica.

Combinando assim, diversos conhecimentos, equipamentos e técnicas, para gerar melhorias e sua recuperação.

Que diz respeito, aos tratamentos voltados desde recém-nascidos a crianças pequenas. Sendo classificadas como:

  1. Recém-nascido: até 28 dias de idades;
  2. Lactente: de 28 dias a 2 anos de idade;
  3. Primeira Infância: iniciada após os 2 anos de idade.

Logo, se faz importante o profissional dominar cada um desses períodos, para realizar avaliações e determinar tratamentos.

Uma vez que, essas são fases iniciais. Ou seja, os primeiros estágios de vida pós-nascimento do indivíduo.

Dessa forma, diversas mudanças fisiológicas e anatômicas ocorrem, e com uma maior rapidez.

Tornando estes pacientes tão diferentes dos adultos. Principalmente, nos sistemas respiratórios e cardiovasculares.

Isso porque, quanto ao sistema respiratório, os pequenos possuem menos alvéolos e uma ventilação colateral bastante baixa.

Mesmo que seus tecidos pulmonares sejam mais expansíveis. Além disso, os músculos inspiratórios dessa região, costumam ser mais fracos.

Já no sistema cardiovascular, existem problemas relativos a frequência cardíaca e baixo volume sanguíneo.

Ou seja, esse é um grupo considerado de risco. E, dessa forma, merece atenção redobrada e especializada em suas características.

Pensando nisso, entendemos a importância de uma correta aplicação de tratamentos fisioterapêuticos.

Se a função destes é a reabilitação, e a criança ainda está em desenvolvimento. Os cuidados devem ser reforçados.

Impedindo assim, que aconteçam complicações durante essa fase, que sejam refletidas em seu crescimento!

1. Objetivos Da Fisioterapia Pediátrica e Neonatal:

De maneira geral, esse tipo de fisioterapia visa a recuperação, proteção e promoção das funções dessas classificações de idade.

Mas, de forma mais específica dentro desse ambiente hospitalar. Encontramos objetivos específicos, tais como:

  • Manutenção: de todos os tipos de vias aéreas, em alguns casos através de reexpansão pulmonar, posicionamento e desobstrução brônquica;
  • Realização: da extubação, admissão, evolução, também da alta fisioterapêutica;
  • Auxílio: para processos de desmame ventilatório de acordo com cada faixa etária.

2. As Atuações Desse Tipo De Fisioterapia:

Desse modo, a fisioterapia de recém-nascidos, lactentes e crianças, é responsável por tratamentos como:

  • Desobstrução das Vias Aéreas;
  • Reexpansão Pulmonar;
  • Desmame Ventilatório em Neonatologia.

Fisioterapia Pediátrica e Neonatal: Tipos e Técnicas

Fisioterapia Pediátrica e Neonatal  Tipos e Técnicas

Agora, iremos falar um pouco mais sobre alguns tipos de tratamento de fisioterapias para os pequenos.

  • Ambulatorial: nestes casos, a atuação do fisioterapeuta se direciona ao desenvolvimento neuromotor. Ou seja, das funções motoras e neurológicas, juntamente ou separadas, por meio de terapias e procedimentos diferentes. Geralmente, devido a riscos de condições e doenças congênitas ou adquiridas, sendo preciso de atenção em casos de reabilitação, como uma prioridade.
  • Neuropediatria: destinada então, aos casos de lesões ou doenças neurológicas nestes pequenos pacientes. Visando assim, melhorias na amplitude de movimento articular, coordenação motor, equilíbrio, força e propriocepção. Pois, utiliza técnicas de psicomotricidade que levam a estimulação precoce.
  • Traumato-ortopedia Pediátrica: por fim, falamos da fisioterapia volta aos pacientes pediátricos, que possuem riscos de luxações e fraturas em seu futuro crescimento. Uma vez que, possuem características como, maior flexibilidade e disponibilidade energética, metabolismo muito acelerado, perda óssea contínua, distensões musculares e deslocamentos ósseos.

Além disso, existem ainda tratamentos alternativos e específicos parar tratar casos de disfunções musculoesqueléticas. Tais como:

  • Fototerapia – laser;
  • Termoterapia – crioterapia e calor;
  • TENS – Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea.

Sendo assim, alguns dos processos complementares utilizadas para reabilitação de pacientes.

Desde que, cada particularidade do paciente seja respeitada. Ou seja, de acordo com o seu caso de forma individual.

Mas, deve ser levado em consideração o fato de que nem sempre o fisioterapeuta contará com a colaboração da criança.

Logo, sendo contraindicado qualquer um dos tratamentos citados. Ademais, é preciso estar atento:

  • Perda ou Retenção de Calor: levando o paciente a precisar de acompanhamento minucioso em casos de aplicação de termoterapia.

Os Métodos Utilizadas Na Fisioterapia:

Por fim, iremos agora falar dos principais métodos utilizados na fisioterapia pediátrica e neonatal, sendo eles:

  • Método Padovan: esse método, foi proposto pela fonoaudióloga brasileira Beatriz Padovan. Sendo assim, exercícios direcionados a simulação do desenvolvimento neuromotor para todas as etapas. Importante ainda, para o amadurecimento do sistema nervoso nas crianças. Em seus exercícios, estão inclusos os processos de deambulação, pensamento e fala, tudo isso através de dinamismo e atividade lúdicas. Melhorando então, a capacidade funcional dos pacientes, que pode ser destina a todas as idades. Acarretando em pacientes pediátricos, resultados elevados já que seu conceito se refere a “andar, falar e pensar”. Algo que, contribui ao desenvolvimento, mas, não se encontra em recém-nascidos e lactentes.
  • Método Bobath: conhecido ainda como “Conceito Neuroevolutivo”, esse método foi proposto por Berta e Karel Bobath. Inicialmente recomendado apenas em casos de Paralisia Cerebral, o tratamento era o único que surtia reais efeitos nesse diagnóstico na época. Contudo, devido as manobras nele presentes, relativas a rotações da coluna cervical e do tronco, passou a ser utilizada em outras circunstâncias. Pois, permite ajustes no posicionamento de pacientes, feitos por eles mesmos. O que por sua vez, inibe os casos de hipertonia, muito comum para Paralisia Cerebral.

Conclusão

fisioterapia pediátrica e neonatal conclusão

Portanto, vimos neste artigo, mais sobre o que é e como funciona a fisioterapia pediátrica e neonatal.

Destinada assim, aos cuidados com recém-nascidos, lactentes e a primeira infância.

Promovendo sua saúde, através de técnicas e conhecimentos as suas características peculiares.

Uma vez que, estes encontram-se ainda em desenvolvimento e crescimento, sendo preciso cuidado para que não haja nenhum efeito negativo sobre.

Mas sim, sendo capaz de realizar a sua reabilitação, amenizando ou inibindo consequências de suas condições.

Se você aprendeu algo novo neste conteúdo, deixe seu comentário e compartilhe!

Fisioterapia Hospitalar Quais São Os Seus Objetivos?

Já ouviu falar de Fisioterapia Hospitalar e sabe qual a sua importância para certos pacientes e quadros clínicos?

Sendo assim, essa fisioterapia tem como função trata enfermidades. Utilizando assim, exercícios de movimentação, estímulos de temperatura e eletricidade.

Logo, o especialista dessa área é fundamental para uma recuperação, reabilitando pacientes a sua vida normal.

Avaliando então, práticas de acordo com cada condição de seus pacientes, não seguindo um meio único.

Uma vez que, o objetivo é reverter ou amenizar alterações na mobilidade, por meio da regularidade de exercícios.

Para saber mais sobre esse tipo de tratamento, continue nesta leitura e tire suas dúvidas!

O Que É Fisioterapia Hospitalar?

O Que É Fisioterapia Hospitalar

Em resumo, a fisioterapia hospitalar se destina a atuação direta com pacientes em tratamento dentro de:

  • Enfermarias;
  • Unidades de Terapia Semi-intensiva;
  • Unidades de Terapia Intensiva.

Atuando então, no atendimento de paciente em internação, prevenindo possíveis complicações.

Tais como, respiratórias e neurológicas. Mas, em sua maioria voltando-se ao tratamento das funções motoras, pois, é a mais comum.

1. Quais São os Objetivos da Fisioterapia Hospitalar?

Primeiramente, o fisioterapeuta deverá realizar uma avaliação detalhada de seu paciente.

Assim, sendo capaz de determinar um tratamento ideal. Com base, nos objetivos a serem alcançados com este.

Que, de forma geral é prevenir as possíveis complicações durante o tempo de internação.

Mas, existem ainda diversos outros objetivos específicos, que iremos listar a seguir:

  • Trata e prevenir: linfedemas, atrofias musculares, deformidades e contraturas, úlceras de decúbito, complicações respiratórias.
  • Auxiliar processos: desmame da ventilação mecânica invasiva ou não, desmame da oxigenoterapia.
  • Prevenir: complicações gerais e da síndrome do imobilismo.
  • Outros: controle da dor, melhorar a qualidade de vida do internado, evitar infecções hospitalares e acelerar o processo de alta.

2. Cuidados A Serem Tomados Durante O Tratamento:

Para se eliminar, os riscos de complicações e/ou infecções hospitalares, alguns cuidados são essenciais.

Bem como, esse tratamento fisioterapêutico, deve manter integridade física. Tanto de paciente, quanto de seu profissional responsável.

Logo, para a manutenção da saúde de ambos, abaixo estão os cuidados que devem ser tomados:

  • Lavar mãos antes/depois do atendimento;
  • Usar luvas e máscaras descartáveis durante tratamento;
  • Não retirar o jaleco dentro de áreas hospitalares;
  • Retirar o jaleco fora do ambiente hospitalar;
  • Cabelos devem ser permanecidos presos quando “longos”;
  • Utilizar touca e avental descartáveis dentro de UTI;
  • Fazer uso de óculos de proteção para processos de aspiração;
  • Ser cuidadoso com as sondas verticais e alimentares durante a fisioterapia hospitalar.

Fisioterapia Hospitalar: Como É Feita Sua Avaliação E Planejamento?

Fisioterapia Hospitalar Avaliação

Para que então, um tratamento fisioterapêutico seja recomendado. O paciente deverá passar por dois processos, que iremos abordar agora.

1. Avaliação:

Começando então, pela anamnese, que é uma investigação sobre tudo relacionado ao quadro clínico do paciente. Por exemplo:

  • Motivo de o paciente ter procurado um médico;
  • Histórico da doença, sendo seu início, causa, sintomas e a sua evolução;
  • Histórico de outras doenças já ocorridas, mesmo que sem ligações;
  • Histórico familiar e social – trabalho, local onde vive, consumo de álcool e drogas, práticas físicas, medicamentos usados.
  • Em seguida, será realizado um exame físico para avaliar todos os possíveis sintomas e/ou sinais a seguir:
  • Frequência respiratória e cardíaca;
  • Pressão arterial;
  • Temperatura da pele e sua coloração;
  • Saturação de oxigênio;
  • Vômitos, dores no peito, fadiga, cefaleia, espasmos, tremores e fasciculação;
  • Coriza e/ou sangramentos nasais.

Posteriormente, será realizada a inspeção do tórax. Sendo assim, direcionada para a observação e determinação do tipo e os seus movimentos respiratórios.

  • Tonel ou Globoso: comum em casos que acabam resultando em obstrução do fluxo aéreo. Ou seja, asma crônica, bronquiectasia e enfisema pulmonar.
  • Quilha de Navio ou Peito de Pombo: protusão do osso esterno acentuada, sendo adquirida ou por motivos congênitos.
  • Carinado ou Escarvado: nos quais, o paciente possui depressão dos arcos costais anteriores, que se projetam a frente do esterno.

Logo em seguida, vem o exame de palpação no qual, procura-se edemas ou enfisemas que possam ser apresentados pelo paciente.

Esse tipo de exame é feito pelas próprias mãos do fisioterapeuta. Portanto, deve ser preciso, detalhado e cuidadoso, em toque e na busca.

Por fim, após todos esses exames presentes na avaliação do paciente. Será realizada a auscultura pulmonar.

Ou seja, um exame que é feito para identificar possíveis sonos anormais em vias aéreas e nos pulmões.

  • Sons comuns: respiração brônquica, som traqueal e murmúrio vesicular;
  • Sons incomuns: sendo aqueles que indicam patologias, como a cornagem (estreitamento das vias aéreas superiores), sibilos (broncoespasmo), roncos (secreção acumulada) e estertores (líquido na região pulmonar).

2. Planejamento Da Fisioterapia Hospitalar:

Chegamos então, ao segundo processo de criação do tratamento fisioterapêutico, o planejamento.

Sendo assim, ele é realizado por meio da queixa principal do paciente. Bem como, dos objetivos que o fisioterapeuta irá traçar.

Dessa forma, o planejamento irá determinar o que ser realizado em cada sessão.

Visando cada dia de internação do paciente. Mas, sempre traçados a curto prazo, para serem realizados antes de sua alta.

Geralmente, a fisioterapia é feita duas vezes ao dia, na maioria dos hospitais.

Portanto, deve-se ser planejada as duas sessões diárias de forma complementar. Assim, tornando mais fácil o alcance dos objetivos determinados.

Além disso, ao final de cada sessão realizada, o fisioterapeuta deve preencher a ficha de evolução. Da seguinte forma:

  • O que foi realizado durante a sessão;
  • Todos os possíveis parâmetros que foram alterados nesta.

Isso porque, essas anotações permitem acompanhar o processo de reabilitação de cada paciente.

Bem como, permite a todos os profissionais envolvidos. Tratar o paciente de forma correta, de acordo com aquilo que foi planejado para seu tratamento.

Conclusão

fisioterapia hospitalar  conclusão

Desse modo, todo hospital deve ter um profissional destinado a fisioterapia hospitalar 24 horas dentro de:

  • Enfermarias;
  • Unidades de terapia semi ou intensiva.

Pois, seu trabalho é indispensável na reabilitação de pacientes internados. Visando assim, uma total recuperação.

Através da reversão ou amenização de possíveis complicações. Sejam elas, neurológicas, respiratórias ou das funções motoras.

Além disso, esse profissional atua juntamente a equipe multidisciplinar, trazendo benefícios diversos a equipe.

Ou seja, ele não contribui apenas com a saúde do paciente e sua recuperação. Mas também, no atendimento hospitalar de qualidade.

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Dermatite seborreica: saiba o que é

Dermatite seborreica tem cura? Saiba mais sobre essa doença de pele

A dermatite seborreica é uma doença que promove a inflamação na pele, causando descamação e vermelhidão em diferentes pontos do rosto.

Especialmente para quem gosta de se cuidar e ter sempre uma bela aparência, esse problema de pele pode acabar atrapalhando tendo em vista principalmente, o fato de que é preciso um grande cuidado para saber quais são os cremes e remédios que podem ser utilizados para o tratamento dessa doença.

Por falar em tratamento, você saberia dizer se a dermatite seborreica tem cura? Se você não sabe ou não tem uma resposta pronta, confira o artigo que preparamos trazendo as principais informações que precisa saber, a respeito da dermatite.

Entenda o que é a dermatite seborreica

De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a dermatite seborreica é caracterizada por uma inflamação na pele que causa a descamação.

Na maior parte dos casos as principais regiões afetadas são sobrancelhas, cantos do nariz, couro cabeludo e as orelhas.

Esta é uma doença da pele que pode ser considerada crônica, sem ter um período de constância, podendo piorar ou melhorar de acordo com o dia e também alguns fatores hormonais que podem ser levados em conta, de acordo com cada caso.

Muitas pessoas perguntam e tem dúvida com relação as causas da dermatite e a verdade é que ainda, não foram diagnosticadas uma ou mais causas com 100% de certeza, que pudessem ser exatas para esse tipo de problema.

Sabe-se no entanto, que a causa pode estar diretamente relacionada com fatores considerados externos como diferentes tipos de alergias, situações de cansaço ou também estresse emocional, álcool, utilização de medicamentos, produtos com grande oleosidade ou ainda, fatores alimentares.

O principal agente causador do aparecimento de casos de dermatite é o fungo Pityrosporum ovale, que provoca a doença sendo desenvolvida então, em diferentes estágios.

É importante esclarecer que esse não é um problema de pele, causado pela falta de higiene ou ainda, algo que possa ser contagioso ou mesmo, considerado perigoso.

Confira os sintomas que a dermatite seborreica apresenta

Os sintomas dessa doença podem ser identificados de formas diferenciadas, dependendo de cada caso e principalmente, dos fatores que deixam a pele mais irritada.

No entanto, os principais sintomas e os mais fáceis de serem identificados, são:

  • Oleosidade na pele;
  • Oleosidade no couro cabeludo;
  • Escamas brancas;
  • Escamas amareladas e oleosas;
  • Coceira;
  • Vermelhidão;
  • Perda de cabelo.

Dependendo de cada caso os sintomas poderão ser identificados em estágios leves, moderados ou ainda, agressivos. Esses sintomas aparecem geralmente em áreas em que a pele é mais oleosa.

Existe tratamento para a dermatite seborreica?

É preciso que um dermatologista realize uma avaliação e se for necessário, solicite exames para identificar possíveis causas e também, os melhores medicamentos que podem ser aplicados com o objetivo de proporcionar alivio e o correto tratamento dessa doença.

A avaliação deverá contemplar especialmente, a profundidade e aparência das lesões conforme descritas pelo paciente.

Em um primeiro momento, é necessário que o tratamento seja iniciado com uma frequente lavagem das lesões.

O dermatologista poderá indicar ainda a interrupção de diferentes produtos como, por exemplo, sprays, pomadas e géis para diferentes finalidades, que dependendo dos componentes que são utilizados, poderão prejudicar e agravar o caso.

Para ter um tratamento bem realizado e quando possível alcançar a cura, é preciso que o paciente realize corretamente o tratamento levando em conta os principais pontos apresentados e indicados pelo especialista.

Alguns produtos específicos para o tratamento da dermatite poderão ser indicados pelo médico como, por exemplo, shampoos que são antifúngicos e anti-inflamatórios, pomadas com antifúngicos e fungicidas, pomadas de corticoides e corticoides que deverão ser aplicados por via oral, nesses casos quando o quadro do paciente for mais grave.

Caso você esteja enfrentando esse problema, saiba que existem algumas medidas que podem ser adotadas para você conseguir minimizar o incômodo dessas feridas e lesões sobre a pele.

Os principais cuidados são evitar alimentos gordurosos, reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, não fumar, evitar banhos com água muito quente e principalmente, procurar controlar o estresse e ansiedade.

A dermatite seborreica tem cura. Você precisa apenas identificar qual será o melhor tratamento, de acordo com o seu caso.

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