Saiba Tudo Que Precisa Sobre A Anatomia Do Pé – O Guia Completo

A anatomia do pé, diz respeito a uma das partes mais importantes presentes no corpo humano.

Uma vez que, uma de suas principais funções, é a sustentação corporal. Assim como, a capacidade de permitir o deslocamento deste.

Dessa forma, o pé é a extremidade do corpo que se encontra em contato direto com o solo.

Possuindo assim, 26 ossos estruturados de uma forma complexa. Sendo capaz de formar ainda, dois tipos de pés e 3 tipos de pisadas.

Além disso, encontramos nessa estrutura também, o calcanhar, tornozelo e a planta do pé.

Então, se você quer saber mais sobre sua anatomia. Continue lendo e tire suas dúvidas sobre os pés!

Anatomia Do Pé e A Sua Estrutura

Pé e A Sua Estrutura

O pé humano, possui além de seus 26 ossos, uma divisão destes em 3 partes que irei abordar a seguir.

1. Tarso:

Sendo assim, o correspondente da metade traseira do pé, abrangendo sete de seus ossos.

  • Calcâneo;
  • Tálus;
  • Cubóide;
  • Navicular;
  • Cuneiformes Lateral, Intermediário e Medial (3 tipos).

Também chamados de ossos tarsais. Sua estrutura é comparada a do carpo, localizada na mão. Portanto, seus dois ossos maiores (calcâneo e tálus), são responsáveis pela sustentação do corpo e seu peso.

  • Calcâneo: articula com a parte superior da fíbula e a tíbia. Em sua superfície posterior, está inserido o tendão relativo aos músculos da panturrilha. Já a parte que encosta no solo, se chama tuberosidade do calcâneo.
  • Tálus: osso responsável por formar o calcanhar. Seu sustentáculo, é caracterizado por uma projeção medial.
  • Outros: cubóide na lateral, navicular no médio e cuneiforme em três partes (como citados anteriormente, pelos seus nomes) logo após o metatarso.

2. Metatarso:

Correspondendo assim, ao metacarpo da mão, a anatomia do pé nesta região possui 5 ossos pequenos e alongados.

Denominados de ossos metatarsais, numerados de I a V. Contando a partir do lado medial, ou interno.

  • Hálux: o primeiro metatarso encontra-se em sua base, desempenhando a função importante de apoio ao peso corporal.

Se comparados ao metacarpo (mão), esses ossos são mais proximamente paralelos entre si.

3. Falanges:

Conhecido pela maioria das pessoas como dedos, no total a anatomia do pé possui 14 falanges.

E, quando comparadas com os dedos das mãos, são menores levando a uma menor habilidade. Além disso, existem 3 tipos de falanges:

  1. Distal;
  2. Média;
  3. Proximal.

Desse modo, cada dedo possui os 3 tipos de falanges. Exceto o hálux (dedão do pé), que possui apenas duas.

Função Da Anatomia Do Pé, Seus Tipos e Pisadas

Função Da Anatomia Do Pé

Portanto, podemos dizer que as funções do pé são classificadas em duas, sendo assim:

  • Suporte ao peso corporal;
  • Alavanca de impulsão para frente (caminhar e correr).

Devido a sua estrutura multicomponente, o pé é flexível. Evitando problemas de desempenho.

1. Tipos de Pé Existentes:

Então, agora iremos falar um pouco sobre os dois tipos existentes, o pé cavo e pleno.

1.1) Pé Cavo

Caracterizado então, pelo tipo de pé em que se nota o arco longitudinal medial mais elevado.

Essa deformidade, é comum em cerca de 20% da população. Dentre desse percentual, boa parte é de pé cavo idiopático.

Ou seja, não existe uma etiologia conhecida para sua ocorrência. Mas, para a outra porcentagem, suas causas são:

  • Congênitas: existindo dois tipos. Segundo um deles, o pé equinocavovaro, surge das correções parciais dos pés tortos. E, o pé cavovaro rígido causado pela barra calcaneonavicular.
  • Neurológicas: relacionadas então, ao desequilíbrio muscular, é a causa mais comum de todas. Podendo ser decorrente de acidentes vasculares encefálicos, paralisia infantil e/ou cerebral, doenças medulares ou de Charcot-Marie-Tooth.
  • Traumáticas: chamados de pé cavo pós-traumático, ele é consequência das fraturas no colo do tálus ou de síndromes comportamentais dessa estrutura

Além disso, os casos de pé cavo sintomático, são aqueles em que são reportadas dores no calcanhar.

E, metatarsalgia devido a pressão exercida na região. Uma vez que, a elevação do arco deixa este com menor apoio no mediopé.

Causando ainda, um maior impacto no calcanhar, aumentando muito as dores para pessoas que praticam atividades com alto impacto.

Sendo comum também, a dificuldade de adaptação aos calçados, para esse tipo de pé.

1.2) Pé Plano

Conhecido também, como pé chato ou pé prono, aqui o arco longitudinal medial, é baixo ou desabado.

Mas, não existe um consenso ou parâmetro clínico/radiográfico, para determinar quanto deve existir de rebaixamento para ser considerado plano.

Em geral, os pés planos são assintomáticos. Contudo, um percentual de pessoas com esse pé apresenta:

  • Dores;
  • Disfunções.

Que podem ser identificadas por meio de avaliações clínicas de sua estrutura.

Existem ainda, pacientes que alegam perceber aumento no tamanho de seu pé. Bem como, que ele fez rotação para o lado de fora ou que seu arco “caiu”.

Nesses casos, nos quais a estrutura sofre alterações, deve-se investigar o diagnóstico de:

  • Disfunção do tendão tibial posterior.

2. Tipos de Pisadas:

Por fim, iremos falar sobre as pisadas que o pé pode apresentar, existindo 3 tipos.

  • Neutra: sendo assim, essa pisada possui arco com tamanho normal. Ou seja, ao tocar o solo o pé ele faz um rolamento interno, absorvendo e distribuindo força. Para corredores que possuem peso ideal, a pisada plana oferece uma melhor estabilidade.
  • Pronada: nesse tipo de pisada vemos uma pronação, causada por um arco pequeno, quando encosta no solo. Pronação, por sua vez, significa inclinação em que a face interior se encontra para baixo, causando rotação ou torção. Quando elevada, a utilização de calçados de sola rígida, comumente causa lesões e/ou perda de estabilidade.
  • Supinada: por fim, a pisada supinada é aquela na qual, o pé ao tocar o solo pende para o lado externo. Acarretando então, em uma baixa absorção da pressão, sendo preciso a utilização de calçados amortecedores.

Conclusão

Conclusão anatomia do pé

Em síntese, a anatomia do pé é constituída por 26 ossos, divididos em três partes:

  • Tarso: com sete ossos;
  • Metatarso: com apenas 5 ossos;
  • Falanges: total de 14 ossos que formam os 5 dedos dos pés.

Além disso, a região possui dois tipos de músculos. O extrínseco que se encontra na parte inferior, e o intrínseco que forma a parte superior do pé.

Compondo assim, um total de 20 músculos, com 2 na região dorsal, 4 intermediários e 14 em sua face plantar.

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Postura Corporal E Sua Influência Em Sua Qualidade De Vida

A postura corporal é importante para todos os indivíduos, pois, possui melhorais não apenas em sua saúde.

Ou seja, na sua qualidade de vida e bem-estar. Devido à manutenção desta, diminuindo dores e complicações.

Mas também, é importante para a autoestima de cada pessoa, quando relacionada ao seu corpo.

Uma vez que, uma boa postura auxilia ainda na diminuição do volume da região do abdômen. Pois, acontece a reposição de gordura localizada.

Na maioria das vezes, ela é causa pelos péssimas hábitos rotineiros. Assim como, por fragilidades, timidez, sensação de impotência.

Portanto, para evitar dores de coluna e outras complicações a sua saúde. Seja ela física ou psicológica, retire suas dúvidas dando continuidade à leitura!

Qual É O Conceito De Postura Corporal Do Ponto De Vista Médico?

Postura Corporal

A postura corporal, ou apenas PC, pode ser classificada como o posicionamento dos segmentos corporais.

Presentes assim, no espaço, que sofre influência de diversos reflexos. Como, por exemplo:

  • Visual;
  • Labiríntico;
  • Miotárico;
  • Epitelial.

Desse modo, visando a menor sobrecarga possível, para que mecanismos de fadiga sejam evitados.

Além disso, postura corporal também se relaciona com as adaptações neurais. E, as de cunho musculoesqueléticas.

Que são realizadas ao se movimentar, sendo definida ainda como PC Estática e PC Dinâmica.

Cada pessoa, possui uma postura própria e individual, caracterizada ainda por fatores tais como:

  • Idade;
  • Gênero;
  • Etnia;
  • Personalidade;
  • Cotidiano e suas atividades;
  • Temperatura e ambiente inseridos;
  • Saúde mental, psicológica.

Logo, de acordo com o processo evolutivo, a postura humana é bípede. Se opondo a força gravitacional.

Mas, o seu equilíbrio é um processo bastante complexo, que envolve o funcionamento dos sistemas:

  • Visual;
  • Nervoso Central e Periférico;
  • Vestibular;
  • Musculoesquelético – pelas respostas dadas de acordo com estímulos sensoriais.

Portanto, as respostas dadas pelo corpo, estão relacionadas com a sua flexibilidade.

Ou seja, a amplitude de movimentos. Bem como, de acordo com a propriocepção e a força muscular (condicionamento físico).

E, é através de estratégias biomecânicas que o indivíduo realiza a manutenção de seu equilíbrio.

Com o intuito de sustentar o centro gravitacional em seu interior. Por meio de sua base de apoio e utilização de tudo que foi descrito.

Causas Mais Comuns da Má Postura

Má Postura

Existem assim, diversos fatores que levam uma pessoa a ter uma má postura corporal, tais como:

  • Se posicionar de forma incorreta diariamente;
  • Recorrência de sobrecarga no trabalho ou práticas físicas;
  • Sobrecarga superior ao limite estipulado para sua massa corporal;
  • Condições clínicas e doenças;
  • Não seguir recomendações de ergonomia para postura.

Logo, muitas vezes levando a quadros irreversíveis na saúde do indivíduo. Pois, muitas vezes sofrem lesões graves.

Além disso, as condições clínicas ou doenças que mais causam um erro de posicionamento são:

  • Hérnia de Disco: deslocamento do núcleo pulposo, que faz a compressão da medula espinha ou de raízes nervosas. Sendo de três tipos, as protusas (alargamento), extrusas (rompimento) e com sequestro (migração).
  • Espondilolistese: uma condição rara que ocorre na coluna lombar de adultos. Podendo ser não-traumático, tendo os processos degenerativos como causa.
  • Espondilólise: são as alterações na estrutura da coluna vertebral, acarretando em lordoses lombar e cervical.
  • Flacidez Abdominal: também chamada de fraqueza muscular do tronco. É causada por obesidade e sedentarismo, enfraquecendo os músculos que estabilizam a coluna vertebral.
  • Doenças Neurológicas: relacionadas com o sistema nervoso central e periférico, que foram lesionados. Tais como o Parkison, Esclerose Múltipla ou Lateral Amiotrófica, Alzheimer, Neuropatias Periféricas e Distrofia Muscular de Duchenne.
  • Espondilite Anquilosante: é uma doença inflamatória que ocorre nos tecidos conjuntivos. Atingindo então, articulações que ocasionam em uma postura fletida, ou como é chamada “postura de esquiador”.

Consequências da Má Postura Corporal:

Logo, devido aos maus hábitos posturais ou doenças, a falta de tratamento leva a diversos problemas.

Como, por exemplo, degeneração das articulações, desenvolvimento de osteófitos, erosões ósseas, dores crônicas, contraturas musculares, déficit de equilíbrio e pontos-gatilho.

Mas, além disso, existem três grandes problemas mais fáceis de serem notados. E, que tornam difícil a vida de pacientes.

  • Funcionamento incorreto dos órgãos: sendo assim, os internos, como os sistemas respiratórios, renais e gastrointestinais. Reduzindo expansibilidade pulmonar, mobilização de ar, falta de movimentos peristálticos, esofagites, refluxo, gastrite, constipação e hérnias.
  • Dores na coluna: sofre influências dos problemas citados acima, podendo ainda refletir em quadros de dor no restante do corpo.
  • Coluna vertebral deformada: de acordo com os planos de movimento transversal, sagital e coronal, verifica-se se a coluna está distribuída distintamente. Qualquer falha nestes, pode levar a alterações na curvatura, escoliose, lordoses, cifoses, entre outros.

Atividades Físicas Que Melhoram A Postura Corporal

Atividades Físicas Que Melhoram A Postura Corporal

Portanto, além de procurar um tratamento médico. No qual, muitas vezes encontra-se na fisioterapia.

Existem atividades que auxiliam numa correta postura corporal, sendo indicadas para qualquer pessoa.

Mas, em casos de já ter algum problema, o ideal é conferir se a prática está liberada. Com isso, não deixe de procurar ajuda médica!

  • Pilates: unindo assim, diversas técnicas de tratamento e modalidades de esporte, seus exercícios são bastante benéficos. Sua prática conta ainda com aparelhos desenvolvidos para diferentes posturas, trabalhando melhor os planos de movimentos. Incluindo fortalecimento, alongamento, equilíbrio, coordenação motora, resistência e propriocepção em seus objetivos.
  • Yoga: essa técnica visa estimular a concentração, equilíbrio e flexibilidade corporais. Com posturas que mobilizam boa parte das articulações, estimulando o relaxamento muscular e produção do líquido sinovial.
  • Reeducação Postural Global: também conhecida como RPG. Essa prática trabalha as cadeiras musculares através da postura, promovendo a curva comprimento-tensão e o equilíbrio de fáscias.

Desse modo, o alongamento da musculatura proporciona flexibilidade (amplitude de movimentos) e elevam as variações posturais.

Logo, exercícios de correção como os mencionados acima. Vão auxiliar a na correção parcial ou total de certas condições ocasionadas pela má postura.

Conclusão

conclusão postura corporal

Portanto, a postura corporal se mostra fundamental para ter qualidade de vida e bem-estar.

Que por sua vez podem acarretar em graves consequências. Indo desde simples lesões, até mesmo a problemas mais complexos.

Isso porque, ela está relacionada tanto a problemas psicológicos. Quanto, aos físicos.

Sendo assim, procure sempre fazer avaliações médicas, conferindo a sua saúde corporal!

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5 dicas para treinar no inverno

Frio, vento, menos horas de luz… Há poucos elementos que dificultam o treinamento no inverno, mas as condições climáticas geralmente adversas não precisam ser um impedimento para um atleta treinar ao ar livre. É claro que treinar no inverno não é o mesmo que fazer em outras épocas do ano, já que as condições são radicalmente opostas dificultam a prática de exercícios, então apresentamos 5 truques para treinar no inverno e aproveitar ao máximo seus treinos .

1 comer bem

O primeiro passo para ter sucesso nos esportes é seguir uma boa dieta. Frutas e legumes devem ser a base de sua dieta, aproveitando-se de produtos sazonais: couves de inverno, alfaces, tangerinas, laranjas, romãs, escarola, radicchio … não esquecendo que temos disponível todo o ano. Eles ajudam a estimular o sistema imunológico e prevenir resfriados , por isso também pode usar os suplementos desportivos de vitamina C. Não se esqueça de levar uma quantidade suficiente de carboidratos e proteínas, a base da nutrição esportiva.

2 aquecer bem

O aquecimento é sempre importante, mas no inverno o aquecimento se torna mais importante porque o corpo precisa de mais tempo para se aquecer. Se alonga bem, aumenta o tempo que você investe no rolamento… O fato de começar a treinar ainda frio pode causar lesões no nível muscular, bem como em tendões, articulações ou ligamentos. Até seu corpo se aquecer completamente, não comece a exigir demais dele. Pode levar mais tempo para completar o aquecimento do que o treinamento em si.

3 Abra-se … mas tenha cuidado

Nossa tendência no inverno é nos proteger, mas ao praticar esportes pode ser contraproducente. No mercado encontramos roupas técnicas que nos permitem treinar no inverno sem esfriar a um preço decente, e o mais aconselhável é vestir-se no “modo cebola”, com diferentes camadas que podemos tirar quando entramos estivermos aquecidos. Evite peso demais e sempre que puder deixar a capa de chuva em casa, pois evita a evaporação do suor. Você só deve usá-lo se chover muito ou em curtos aquecimentos.

O peito, mãos, pés e cabeça são as partes que perdemos mais calor, por isso vamos protegê-los bem. Um chapéu, calcinha ou luvas são essenciais para esportes ao ar livre no inverno, e se a qualquer momento nós acabamos, podemos sempre mantê-los no bolso. Quanto aos pés, boas meias técnicas nos ajudarão a não esfriar. Finalmente, se você for correr ou andar de bicicleta à noite, use roupas reflexivas . Não lhe custará encontrá-los e você ganhará segurança. Você encontrá diversas opções no site da NetShoes com descontos especiais.

4 Inspire pelo nariz, expire pela boca

Respirar é um elemento chave para o nosso desempenho, mas quando treinamos no inverno a diferença entre respirar bem e respirar mal é ainda maior. O ideal é inalar o ar pelo nariz e expulsá-lo pela boca, para alongar o caminho para os pulmões e obter algo mais quente. Assim, evitamos irritações na garganta e problemas nos brônquios. Se o frio for extremo, com temperaturas abaixo de 0 ° C, você pode usar uma máscara protetora.

5 Cubra-se após o treino

A frase da mãe onde há, a cobertura depois que o treinamento é obrigatório para evitar problemas de saúde. Então, quando você terminar o treinamento, volte para seu lugar quente o mais rápido possível e tire suas roupas molhadas ou suadas rapidamente para evitar um resfriado ou infecção aparecendo no que é chamado de “janela aberta”, esse período de 30 minutos após o treinamento o sistema imunológico fica mais fraco que o normal e onde estamos mais expostos do que nunca a esse tipo de problema.

O Que É Tendinopatia Do Supraespinhal? Conheça Seu Tratamento

Você sabe o que é tendinopatia do supraespinhal tratamento e quais as causas desse quadro clínico?

Esse problema, não tem uma idade comum para seu acontecimento. Podendo assim, afetar diversos tipos de pessoas.

Caracterizada por uma dor na região do ombro, devido a sua inflamação no tendão encontrado na região.

Que faz então, a ligação dos músculos da região com os ossos. Sendo muito comum que ocorra nas juntas.

Portanto, seus sintomas incluem dores na face dorsal superior do ombro. Um dos músculos que formam o manguito rotador.

Sendo assim, o responsável pela estabilidade e movimentos da região. Então, para saber mais sobre causas e tratamentos, continue lendo!

O Que É Tendinopatia Do Supraespinhal?

O Que É Tendinopatia Do Supraespinhal

Desse modo, tendinopatia é como se denominam as lesões em tendões, muitas vezes chamada também de tendinite. Ou seja, é quando um tendão infla, levando a dores e seu rompimento. Mas, antes vamos entender melhor essa estrutura:

Tendões: estruturas elásticas com forma de cordão, composto de tecido conjuntivo fibroso que possui aspecto esbranquiçado. Sendo assim, ligados a ossos e aos músculos do corpo.

Com isso, vemos que a tendinopatia do supraespinhal tratamento, diz respeito ao músculo supraespinhal.

Localizado no ombro, bem na face dorsal superior. Sendo então, um dos 4 músculos que compõem o manguito rotador.

Esse tendão em particular, encontra-se ligado a cabeça do úmero. Que por sua vez, é maior osso encontrado no membro superior.

Logo, quando o tendão se encontra lesionado ou inflamado, sua maior ocorrência é na junta entre osso e músculo.

Bastante comum ainda, em pessoas que praticam esportes, atividades físicas ou trabalhos, que utilizem o ombro.

Assim como, em atletas que também fazem seu uso em excesso. Como, por exemplo, o basquete e o vôlei.

Portanto, a sua incidência ocorre através do uso excessivo. Causando assim, movimentos repetitivos e com atrito, que levam ao desgaste da articulação.

Fases da Tendinopatia do Supraespinhal:

  • Primeira: dor aguda com pequeno sangramento interno, causando inchaço. Que podem piorar após movimentos, e melhoram ao repousar.
  • Segunda: dor constante e fibrose com espessamento, que pode ser notado com ultrassonografia. Comum em pessoas com idade entre 25 e 40 anos.
  • Terceira: quando ocorre uma ruptura total ou parcial no manguito rotador, ou no bíceps braquial. Mais comum, para pessoas com mais de 40 anos de idade.

Algumas Causas Da Tendinopatia Do Supraespinhal Tratamento

Mas, apesar de uso excessivo ser o que mais leva a sua ocorrência, existem diversas causas comuns a este quadro.

Em geral, há dias etiologias para tal, a vascular que diz respeito a deficiência de distribuição sanguínea para este tendão.

Fazendo assim, com que ele enfraqueça e se torne vulnerável a rompimentos.

Ou então, a mecânica, que diz respeito ao uso excessivo, atrito, compressão e movimentos repetitivos.

Mas, falando de forma anatômica, impacto e atrito diretamente no acrômio são as razões dessa lesão. Que pode ser desencadeada também por:

  • Sobrecarga: ou seja, carregar muito peso no ombro, principalmente em apenas um lado.
  • Histórico: episódios antecessores que envolvem a região, levando a um quadro mais agravante. Muito comum pela lesão de fibras do tendão consecutivamente, enfraquecendo a região.
  • Quedas: normal para idosos, uma doméstica pode levar a este quadro.
  • Esporão ósseo: quando saliências se desenvolvem nas extremidades do acrômio, causando atrito no tendão.
  • Artrite reumatoide: um tipo de doença inflamatória que pode afetar a região do ombro.

Dessa forma, é preciso estar atento a essas questões. Principalmente, relativa ao histórico.

Pois, se você já passou por alguma lesão na região, precisa redobrar seu cuidado!

1. Quais Os Sintomas Comuns A Essa Condição?

Agora, iremos falar sobre os sintomas para a identificação da tendinopatia do supraespinhal tratamento.

  • Sensação de repuxo na região afetada (frontal);
  • Dor intensa e localizada que surge espontaneamente ou após esforço;
  • Sensação de fraqueza na região;
  • Dificuldade para levantar o braço, pois, causa mais dor;
  • Incapacidade de levantar e até mesmo segurar coisas.

Além disso, é comum a dor se intensificar durante a noite. Logo, alterações no sono também são considerados um dos sintomas.

2. Como É Feito O Diagnóstico?

Em geral, seu diagnóstico é feito por exames de imagens, tais como: raio-x, tomografia, ultrassonografia e/ou ressonância magnética.

Contudo, inicialmente devem ser feitos testes clínicos. Para avaliar históricos, pioras ou melhoras na dor do paciente, sendo eles:

  • Para Tendinite do Supraespinhal: um teste básico, onde o paciente fica sentado e deverá abrir em 90 graus o braço. Logo, será avaliado se o paciente sentiu alguma dor com o movimento.
  • Apley: ainda sentado, o paciente irá posicionar sua mão (lado afetado) atrás de sua cabeça no superior. Tentando assim, alcançar a parte superior e depois a inferior, da escápula.
  • Hawkins-Kennedy: de pé o paciente irá flexionar o ombro à frente em 90 graus. Seguindo assim, da tentativa de rotacionar seu ombro.
  • Neer: também de pé, o paciente deverá estender o braço, que será rotacionado pelo médico no sentido interno.

Tendinopatia Do Supraespinhal Tratamento

Por fim, o tratamento deverá ser realizado para o alívio dos sintomas, permitindo que o paciente volte a uma vida normal.

Bem como, visando a sua total recuperação. Desse modo, o repouso para cicatrização é o primeiro passo.

  • Medicamento: em geral, anti-inflamatórios quando em fase inicial, aliviando a dor e recuperando o músculo. Para casos mais graves, pode ser administrada injeção anestésica ou de cortisona.
  • Acupuntura: ou o dry needling (agulhamento seco), relaxa e trata a dor miofascial inativando pontos gatilhos.
  • Ondas de choque: essa modalidade terapêutica é usada para os tratamentos de casos refratários.
  • Fisioterapia: é essencial e pode ir desde utilização de compressas com gelo. Até mesmo na utilização de aparelhos de laser e ultrassom, para recuperação e reabilitação de movimentos. Sendo realizados ainda, exercícios dados pelo fisioterapeuta.
  • Cirurgia: em geral, quando nenhum dos outros tratamentos surte efeito e as dores/lesões persistem.

Conclusão

Conclusão tendinopatia do supraespinhal tratamento

Vimos neste artigo, que a tendinopatia do supraespinhal tratamento, diz respeito as lesões no tendão.

Ou seja, aquele encontrado na região do ombro. Que se liga então, a um dos 4 músculos do manguito rotador.

Levando assim, a dores e dificuldades durante e após mexer o ombro. Melhorando com repouso ou tratamento indicado para sua fase.

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Lesões esportivas

Os diferentes tipos de lesões a que qualquer atleta está exposto, sejam profissionais ou amadores, são muito variados. A frequência e o nível de gravidade das lesões estarão sujeitos ao esporte praticado, sua intensidade e o estado físico de cada atleta.

POR QUE LESÕES OCORREM?

Existem diferentes causas de lesões esportivas que devem ser conhecidas.

As lesões podem ser causadas por um agente traumático externo que afeta o músculo ou por um agente interno, quando a própria tensão muscular é a que produz a lesão.

Se a lesão não envolver trauma, ela pode ser tratada com aplicações locais de gelo, analgésicos e / ou relaxantes musculares. Se, por outro lado, houver rupturas, lacerações que não retornem dentro de alguns dias ou suspeitas de que possa haver, você deve consultar um médico imediatamente.

TIPOS DE LESÕES ESPORTIVAS E SEU TRATAMENTO

As lesões mais comuns no esporte são as contusões, as contraturas, as tensões , as entorses, entre outros. No nível muscular, os pontos de lesão mais comuns são os isquiotibiais, o quadríceps e o tríceps.

  • Lesões no ombro
  • Lesões do cotovelo
  • Lesões na virilha
  • Lesões nos pés

Já ha atividade aeróbica, as lesões mais comuns são as que envolvem o joelho, decorrente do uso de calçado indevido para a prática de atividade física.

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É essencial, nesse sentido, aprender a diferenciar as lesões dos atacadores, um desconforto muscular que aparece ao praticar esportes após um tempo sem realizar atividade física. No caso de você não sabe se é  cadarços ou lesão,  a melhor opção é para ir para o médico ou fisioterapeuta para determinar que tipo de doença é e qual o tratamento deve seguir para aliviar -lo .

COMO EVITAR LESÕES ESPORTIVAS?

Todos os atletas, sejam profissionais ou amadores, devem levar em conta certas precauções , se quiserem evitar ferimentos facilmente.

A primeira coisa a evitar lesões musculares é realizar um bom  aquecimento , para exercitar os  músculos relaxados por alguns minutos, antes de realizar a  atividade principal . A  elevação  da  temperatura corporal nos dará maior  elasticidade  e  força muscular . Desta forma, não só serão evitadas lesões durante a prática  esportiva ,  mas também o trabalho pode ser feito de forma mais eficaz.

O próximo passo é o alongamento,  que é conveniente para a prática após o  aquecimento. Deve-se notar que os alongamentos devem ser breves, caso contrário, podem ser contraproducentes.

Finalmente temos o  resfriamento,  que é feito no final da  atividade esportiva. Basicamente, consiste em diminuir progressivamente o exercício, o que ajuda a eliminar o  ácido lático  que causa  tontura  após a atividade física.

7 recomendações para prevenir lesões esportivas

As lesões musculares ou entorses são as lesões mais comuns no mundo dos esportes. Ocasionalmente, eles podem aparecer devido a prática incorreta ou overtraining. Saber o que manter em mente para evitar lesões ajudará a reduzir consideravelmente a chance de sofrer reveses durante o exercício. Desta forma, você irá desfrutar mais e você vai conseguir seus objetivos.

Adicione intervalos à sua rotina de treinamento

Dependendo do esporte que você pratica, a demanda será maior ou menor, mas você deve sempre dar ao corpo um dia ou dois de descanso para que você possa se recuperar do que você tem trabalhado durante a semana. Não importa se você pratica corrida ou crossfit , não cumprir os períodos de descanso favorece o surgimento de lesões.

Use o equipamento esportivo certo

Além do básico, que é uma camisa sintética e calça confortável e correta e tênis, você tem que fornecer acessórios específicos para cada atividade , especialmente no caso das atividades mais arriscadas. Se você vai praticar esportes como bungee jumping ou montanhismo , esse aspecto deve ser o mais importante.

Trabalhe seus músculos

Trabalhar em uma rotina de treinamento específica ajuda a fortalecer seus músculos. Mas não só isso, a probabilidade de sofrer lesões diminui à medida que você trabalha seu organismo. Os exercícios de condicionamento são uma boa opção para trabalhar este aspecto.

Melhore sua flexibilidade

Trabalhar flexibilidade na corrida é muito importante, mas não apenas neste esporte. Trabalhar com o alongamento pré e pós-treino aumenta a flexibilidade do seu corpo e reduz o risco de lesões.

Trabalhe com a técnica correta

Antes de se envolver em qualquer disciplina física, você deve estar ciente de como essa atividade é realizada corretamente . Caso contrário, isso pode afetar seu corpo na forma de um revés.

Pratique o esporte com segurança

Além da técnica, controle seu envolvimento no jogo . É muito bom que você esteja motivado e queira superar seus objetivos, mas controle seus impulsos e se baseie nas regras do jogo . Isto é especialmente destinado a esportes em que o contato é constante.

Mantenha-se hidratado em todos os momentos

A hidratação é essencial para qualquer atividade física que você faz. Além de servir como combustível para o corpo, desidratá-lo pode causar ferimentos devido ao calor. Hidrate-se corretamente todos os dias, especialmente antes, durante e após os treinos.

Agora você conhece 7 diretrizes para evitar lesões esportivas . Coloque-os em prática, pratique o esporte que você mais gosta com segurança e aproveite os objetivos definidos.

Fisioterapia Esportiva

A Fisioterapia Esportiva é um ramo especializado da fisioterapia que envolve prevenção, avaliação, diagnóstico e manejo de lesões decorrentes de esportes e exercícios em todas as idades e níveis de habilidade.

Caso você faça esportes regularmente, é recomendável buscar uma equipe com extensa qualificação e experiência em gerenciamento de esportes e atividades físicas para alcançar e manter um ótimo desempenho. Existem no Brasil excelentes fisioterapeutas que passaram por um rigoroso processo de seleção com objetivo de garantir um alto nível de experiência e conhecimento em fisioterapia esportiva.

Pessoas de todas as idades e habilidades esportivas podem se beneficiar com a fisioterapia esportiva, incluindo:

  • Atletas juniores, veteranos ou recreativos
  • Atletas com deficiências
  • Atletas de atividades físicas incluindo musculação
  • Equipes esportivas

Equipes qualificadas de fisioterapia esportiva oferecem tratamento terapêutico e aconselhamento sobre a participação segura em esportes e promoção de um estilo de vida ativo para ajudar todos os indivíduos a melhorar e manter sua qualidade de vida. Os terapeutas desempenham papéis importantes na assistência às pessoas para se recuperarem de lesões, fornecem educação e informações para evitar lesões e melhorar o desempenho.

Embora pareça que profissionais de fisioterapia esportiva atuam apenas no gerenciamento de lesões esportivas, eles são igualmente bem preparados para lidar com as condições mais comuns, como dores no pescoço e região lombar crônica, lesões no local de trabalho, dores crônicas, vertigens e tendões danificados, fornecendo soluções para gerenciar seus sintomas atuais e implementando estratégias de longo prazo para evitar a dor contínua e o impacto dela na sua qualidade de vida.

A Fisioterapia Esportiva também se aplica também ao fisiculturismo. Trabalhar como fisioterapeuta exclusivamente em academias para fisiculturistas e powerlifters é bastante comum. A vida do fisiculturista é muito mais difícil quando se trata de prevenção de lesões, pois não importa qual seja a antropometria individual ou o histórico de lesões, eles precisam executar o agachamento, supino e levantamento de bastante peso caso queiram ter sucesso.

Leia também: Whey Protein: Para que Serve, Como tomar e Benefícios

O lado bom do fisiculturismo, é que se você não pode realizar um certo exercício devido à mobilidade, dor ou sua própria anatomia e estrutura individual (todos os corpos diferentes), então podemos simplesmente escolher um exercício diferente para estimular o grupo muscular alvo e seguir em frente.

Se você sentir dor no quadril quando agacha, então poderá modificar a carga ou a amplitude de movimento. Se o seu ombro lhe incomodar quando faz um supino, então poderá usar halteres ou cabos para estimular seus peitorais sem agravar o ombro. Se você sentir dor lombar no deadlifting, então poderá usar um trap bar ou fazer puxões de rack, ou simplesmente escolher um exercício completamente diferente.

Resumindo, um fisioterapeuta esportivo pode cuidar de você, independente do seu esporte ou atividade física, lhe colocando em uma rotina comprovada e fazer você seguir esta rotina por muito tempo, o que trará melhores resultados.

Se você deseja, além do acompanhamento de um bom fisioterapeuta, aumentar o seu ganho de massa corporal durante os treinos, dá uma olhada no infográfico desenvolvido pelo site Grande Atleta. Nele, é explicado de forma simples e prática como funciona o suplemento mais conhecido do mundo: Whey Protein.

Este suplemento poderá lhe ajudar bastante nos treinos. Confira abaixo.

Fisioterapia Pediátrica E Neonatal Quais São Seus Objetivos?

A Fisioterapia Pediátrica e Neonatal, está relacionada a atuação da fisioterapia com crianças.

Desse modo, auxiliando-as a crescer e se desenvolver de forma saudável. Possibilitando a estas, um futuro independente.

Uma vez que, realiza o tratamento de reabilitação de bebês e crianças, que tenham problemas motores.

Logo, correndo o risco de ter seu crescimento afetado. Bem como, o seu desenvolvimento de seu organismo em todos os aspectos.

Sendo assim, esse profissional precisa ter jeito com crianças, e saber lidar com as dificuldades dos pequenos e jovens.

Muitas vezes, tornando essa atividade mais lúdica. Então, para saber mais sobre essa atuação, continue lendo!

O Que É Fisioterapia Pediátrica E Neonatal?

O Que É Fisioterapia Pediátrica E Neonatal

A fisioterapia pediátrica e neonatal, é uma das especialidades da área fisioterapêutica.

Combinando assim, diversos conhecimentos, equipamentos e técnicas, para gerar melhorias e sua recuperação.

Que diz respeito, aos tratamentos voltados desde recém-nascidos a crianças pequenas. Sendo classificadas como:

  1. Recém-nascido: até 28 dias de idades;
  2. Lactente: de 28 dias a 2 anos de idade;
  3. Primeira Infância: iniciada após os 2 anos de idade.

Logo, se faz importante o profissional dominar cada um desses períodos, para realizar avaliações e determinar tratamentos.

Uma vez que, essas são fases iniciais. Ou seja, os primeiros estágios de vida pós-nascimento do indivíduo.

Dessa forma, diversas mudanças fisiológicas e anatômicas ocorrem, e com uma maior rapidez.

Tornando estes pacientes tão diferentes dos adultos. Principalmente, nos sistemas respiratórios e cardiovasculares.

Isso porque, quanto ao sistema respiratório, os pequenos possuem menos alvéolos e uma ventilação colateral bastante baixa.

Mesmo que seus tecidos pulmonares sejam mais expansíveis. Além disso, os músculos inspiratórios dessa região, costumam ser mais fracos.

Já no sistema cardiovascular, existem problemas relativos a frequência cardíaca e baixo volume sanguíneo.

Ou seja, esse é um grupo considerado de risco. E, dessa forma, merece atenção redobrada e especializada em suas características.

Pensando nisso, entendemos a importância de uma correta aplicação de tratamentos fisioterapêuticos.

Se a função destes é a reabilitação, e a criança ainda está em desenvolvimento. Os cuidados devem ser reforçados.

Impedindo assim, que aconteçam complicações durante essa fase, que sejam refletidas em seu crescimento!

1. Objetivos Da Fisioterapia Pediátrica e Neonatal:

De maneira geral, esse tipo de fisioterapia visa a recuperação, proteção e promoção das funções dessas classificações de idade.

Mas, de forma mais específica dentro desse ambiente hospitalar. Encontramos objetivos específicos, tais como:

  • Manutenção: de todos os tipos de vias aéreas, em alguns casos através de reexpansão pulmonar, posicionamento e desobstrução brônquica;
  • Realização: da extubação, admissão, evolução, também da alta fisioterapêutica;
  • Auxílio: para processos de desmame ventilatório de acordo com cada faixa etária.

2. As Atuações Desse Tipo De Fisioterapia:

Desse modo, a fisioterapia de recém-nascidos, lactentes e crianças, é responsável por tratamentos como:

  • Desobstrução das Vias Aéreas;
  • Reexpansão Pulmonar;
  • Desmame Ventilatório em Neonatologia.

Fisioterapia Pediátrica e Neonatal: Tipos e Técnicas

Fisioterapia Pediátrica e Neonatal  Tipos e Técnicas

Agora, iremos falar um pouco mais sobre alguns tipos de tratamento de fisioterapias para os pequenos.

  • Ambulatorial: nestes casos, a atuação do fisioterapeuta se direciona ao desenvolvimento neuromotor. Ou seja, das funções motoras e neurológicas, juntamente ou separadas, por meio de terapias e procedimentos diferentes. Geralmente, devido a riscos de condições e doenças congênitas ou adquiridas, sendo preciso de atenção em casos de reabilitação, como uma prioridade.
  • Neuropediatria: destinada então, aos casos de lesões ou doenças neurológicas nestes pequenos pacientes. Visando assim, melhorias na amplitude de movimento articular, coordenação motor, equilíbrio, força e propriocepção. Pois, utiliza técnicas de psicomotricidade que levam a estimulação precoce.
  • Traumato-ortopedia Pediátrica: por fim, falamos da fisioterapia volta aos pacientes pediátricos, que possuem riscos de luxações e fraturas em seu futuro crescimento. Uma vez que, possuem características como, maior flexibilidade e disponibilidade energética, metabolismo muito acelerado, perda óssea contínua, distensões musculares e deslocamentos ósseos.

Além disso, existem ainda tratamentos alternativos e específicos parar tratar casos de disfunções musculoesqueléticas. Tais como:

  • Fototerapia – laser;
  • Termoterapia – crioterapia e calor;
  • TENS – Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea.

Sendo assim, alguns dos processos complementares utilizadas para reabilitação de pacientes.

Desde que, cada particularidade do paciente seja respeitada. Ou seja, de acordo com o seu caso de forma individual.

Mas, deve ser levado em consideração o fato de que nem sempre o fisioterapeuta contará com a colaboração da criança.

Logo, sendo contraindicado qualquer um dos tratamentos citados. Ademais, é preciso estar atento:

  • Perda ou Retenção de Calor: levando o paciente a precisar de acompanhamento minucioso em casos de aplicação de termoterapia.

Os Métodos Utilizadas Na Fisioterapia:

Por fim, iremos agora falar dos principais métodos utilizados na fisioterapia pediátrica e neonatal, sendo eles:

  • Método Padovan: esse método, foi proposto pela fonoaudióloga brasileira Beatriz Padovan. Sendo assim, exercícios direcionados a simulação do desenvolvimento neuromotor para todas as etapas. Importante ainda, para o amadurecimento do sistema nervoso nas crianças. Em seus exercícios, estão inclusos os processos de deambulação, pensamento e fala, tudo isso através de dinamismo e atividade lúdicas. Melhorando então, a capacidade funcional dos pacientes, que pode ser destina a todas as idades. Acarretando em pacientes pediátricos, resultados elevados já que seu conceito se refere a “andar, falar e pensar”. Algo que, contribui ao desenvolvimento, mas, não se encontra em recém-nascidos e lactentes.
  • Método Bobath: conhecido ainda como “Conceito Neuroevolutivo”, esse método foi proposto por Berta e Karel Bobath. Inicialmente recomendado apenas em casos de Paralisia Cerebral, o tratamento era o único que surtia reais efeitos nesse diagnóstico na época. Contudo, devido as manobras nele presentes, relativas a rotações da coluna cervical e do tronco, passou a ser utilizada em outras circunstâncias. Pois, permite ajustes no posicionamento de pacientes, feitos por eles mesmos. O que por sua vez, inibe os casos de hipertonia, muito comum para Paralisia Cerebral.

Conclusão

fisioterapia pediátrica e neonatal conclusão

Portanto, vimos neste artigo, mais sobre o que é e como funciona a fisioterapia pediátrica e neonatal.

Destinada assim, aos cuidados com recém-nascidos, lactentes e a primeira infância.

Promovendo sua saúde, através de técnicas e conhecimentos as suas características peculiares.

Uma vez que, estes encontram-se ainda em desenvolvimento e crescimento, sendo preciso cuidado para que não haja nenhum efeito negativo sobre.

Mas sim, sendo capaz de realizar a sua reabilitação, amenizando ou inibindo consequências de suas condições.

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Fisioterapia Hospitalar Quais São Os Seus Objetivos?

Já ouviu falar de Fisioterapia Hospitalar e sabe qual a sua importância para certos pacientes e quadros clínicos?

Sendo assim, essa fisioterapia tem como função trata enfermidades. Utilizando assim, exercícios de movimentação, estímulos de temperatura e eletricidade.

Logo, o especialista dessa área é fundamental para uma recuperação, reabilitando pacientes a sua vida normal.

Avaliando então, práticas de acordo com cada condição de seus pacientes, não seguindo um meio único.

Uma vez que, o objetivo é reverter ou amenizar alterações na mobilidade, por meio da regularidade de exercícios.

Para saber mais sobre esse tipo de tratamento, continue nesta leitura e tire suas dúvidas!

O Que É Fisioterapia Hospitalar?

O Que É Fisioterapia Hospitalar

Em resumo, a fisioterapia hospitalar se destina a atuação direta com pacientes em tratamento dentro de:

  • Enfermarias;
  • Unidades de Terapia Semi-intensiva;
  • Unidades de Terapia Intensiva.

Atuando então, no atendimento de paciente em internação, prevenindo possíveis complicações.

Tais como, respiratórias e neurológicas. Mas, em sua maioria voltando-se ao tratamento das funções motoras, pois, é a mais comum.

1. Quais São os Objetivos da Fisioterapia Hospitalar?

Primeiramente, o fisioterapeuta deverá realizar uma avaliação detalhada de seu paciente.

Assim, sendo capaz de determinar um tratamento ideal. Com base, nos objetivos a serem alcançados com este.

Que, de forma geral é prevenir as possíveis complicações durante o tempo de internação.

Mas, existem ainda diversos outros objetivos específicos, que iremos listar a seguir:

  • Trata e prevenir: linfedemas, atrofias musculares, deformidades e contraturas, úlceras de decúbito, complicações respiratórias.
  • Auxiliar processos: desmame da ventilação mecânica invasiva ou não, desmame da oxigenoterapia.
  • Prevenir: complicações gerais e da síndrome do imobilismo.
  • Outros: controle da dor, melhorar a qualidade de vida do internado, evitar infecções hospitalares e acelerar o processo de alta.

2. Cuidados A Serem Tomados Durante O Tratamento:

Para se eliminar, os riscos de complicações e/ou infecções hospitalares, alguns cuidados são essenciais.

Bem como, esse tratamento fisioterapêutico, deve manter integridade física. Tanto de paciente, quanto de seu profissional responsável.

Logo, para a manutenção da saúde de ambos, abaixo estão os cuidados que devem ser tomados:

  • Lavar mãos antes/depois do atendimento;
  • Usar luvas e máscaras descartáveis durante tratamento;
  • Não retirar o jaleco dentro de áreas hospitalares;
  • Retirar o jaleco fora do ambiente hospitalar;
  • Cabelos devem ser permanecidos presos quando “longos”;
  • Utilizar touca e avental descartáveis dentro de UTI;
  • Fazer uso de óculos de proteção para processos de aspiração;
  • Ser cuidadoso com as sondas verticais e alimentares durante a fisioterapia hospitalar.

Fisioterapia Hospitalar: Como É Feita Sua Avaliação E Planejamento?

Fisioterapia Hospitalar Avaliação

Para que então, um tratamento fisioterapêutico seja recomendado. O paciente deverá passar por dois processos, que iremos abordar agora.

1. Avaliação:

Começando então, pela anamnese, que é uma investigação sobre tudo relacionado ao quadro clínico do paciente. Por exemplo:

  • Motivo de o paciente ter procurado um médico;
  • Histórico da doença, sendo seu início, causa, sintomas e a sua evolução;
  • Histórico de outras doenças já ocorridas, mesmo que sem ligações;
  • Histórico familiar e social – trabalho, local onde vive, consumo de álcool e drogas, práticas físicas, medicamentos usados.
  • Em seguida, será realizado um exame físico para avaliar todos os possíveis sintomas e/ou sinais a seguir:
  • Frequência respiratória e cardíaca;
  • Pressão arterial;
  • Temperatura da pele e sua coloração;
  • Saturação de oxigênio;
  • Vômitos, dores no peito, fadiga, cefaleia, espasmos, tremores e fasciculação;
  • Coriza e/ou sangramentos nasais.

Posteriormente, será realizada a inspeção do tórax. Sendo assim, direcionada para a observação e determinação do tipo e os seus movimentos respiratórios.

  • Tonel ou Globoso: comum em casos que acabam resultando em obstrução do fluxo aéreo. Ou seja, asma crônica, bronquiectasia e enfisema pulmonar.
  • Quilha de Navio ou Peito de Pombo: protusão do osso esterno acentuada, sendo adquirida ou por motivos congênitos.
  • Carinado ou Escarvado: nos quais, o paciente possui depressão dos arcos costais anteriores, que se projetam a frente do esterno.

Logo em seguida, vem o exame de palpação no qual, procura-se edemas ou enfisemas que possam ser apresentados pelo paciente.

Esse tipo de exame é feito pelas próprias mãos do fisioterapeuta. Portanto, deve ser preciso, detalhado e cuidadoso, em toque e na busca.

Por fim, após todos esses exames presentes na avaliação do paciente. Será realizada a auscultura pulmonar.

Ou seja, um exame que é feito para identificar possíveis sonos anormais em vias aéreas e nos pulmões.

  • Sons comuns: respiração brônquica, som traqueal e murmúrio vesicular;
  • Sons incomuns: sendo aqueles que indicam patologias, como a cornagem (estreitamento das vias aéreas superiores), sibilos (broncoespasmo), roncos (secreção acumulada) e estertores (líquido na região pulmonar).

2. Planejamento Da Fisioterapia Hospitalar:

Chegamos então, ao segundo processo de criação do tratamento fisioterapêutico, o planejamento.

Sendo assim, ele é realizado por meio da queixa principal do paciente. Bem como, dos objetivos que o fisioterapeuta irá traçar.

Dessa forma, o planejamento irá determinar o que ser realizado em cada sessão.

Visando cada dia de internação do paciente. Mas, sempre traçados a curto prazo, para serem realizados antes de sua alta.

Geralmente, a fisioterapia é feita duas vezes ao dia, na maioria dos hospitais.

Portanto, deve-se ser planejada as duas sessões diárias de forma complementar. Assim, tornando mais fácil o alcance dos objetivos determinados.

Além disso, ao final de cada sessão realizada, o fisioterapeuta deve preencher a ficha de evolução. Da seguinte forma:

  • O que foi realizado durante a sessão;
  • Todos os possíveis parâmetros que foram alterados nesta.

Isso porque, essas anotações permitem acompanhar o processo de reabilitação de cada paciente.

Bem como, permite a todos os profissionais envolvidos. Tratar o paciente de forma correta, de acordo com aquilo que foi planejado para seu tratamento.

Conclusão

fisioterapia hospitalar  conclusão

Desse modo, todo hospital deve ter um profissional destinado a fisioterapia hospitalar 24 horas dentro de:

  • Enfermarias;
  • Unidades de terapia semi ou intensiva.

Pois, seu trabalho é indispensável na reabilitação de pacientes internados. Visando assim, uma total recuperação.

Através da reversão ou amenização de possíveis complicações. Sejam elas, neurológicas, respiratórias ou das funções motoras.

Além disso, esse profissional atua juntamente a equipe multidisciplinar, trazendo benefícios diversos a equipe.

Ou seja, ele não contribui apenas com a saúde do paciente e sua recuperação. Mas também, no atendimento hospitalar de qualidade.

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Eletroterapia: Saiba O Que É? Suas Vantagens E Benefícios!

Se você já ouviu falar de eletroterapia, sabe que ela é um tratamento que utiliza aparelhos com estímulos elétricos.

Trazendo assim, diversas melhorais para o indivíduo. Através da aplicação de eletrodos na superfície da pele.

Sendo este, o transmissor das correntes elétricas de baixa intensidades do tratamento.

Que por sua vez, auxilia em diversas patologias como inchaços, dores, espasmos, entre outros.

Logo, o tratamento deve ser feito apenas um profissional. Nesse caso, um fisioterapeuta com especialização dermatofuncional.

Pois, será preciso entender bem sobre o uso de correntes elétricas durante a técnica.

Então, para saber tudo sobre eletroterapia continue lendo. Tirando todas as suas dúvidas sobre!

O Que É Eletroterapia?

O Que É Eletroterapia

A eletroterapia, é uma técnica fisioterapêutica muito utilizada para reabilitação de diversas patologias.

Desse modo, ela consiste no uso de correntes elétricas. Sendo aquelas de baixa intensidade, aplicadas na pele por meio de eletrodos.

Logo, seu objetivo é proporcionar o alívio da dor, que foi descoberto de forma inusitada.

Isso porque, um paciente com gota foi tratado com choques de uma espécie marítima elétrica. Aplicando o diretamente em sua pele.

No entanto, não é todo o tipo de corrente que pode ser utilizada, existindo indicações para cada caso.

Uma vez que, sua função é a reabilitação. Ou seja, deve servir aos parâmetros específicos para o paciente em questão.

1. Como Funciona Essa Técnica?

De maneira resumida, e em geral, a eletroterapia é a utilização de correntes elétricas para:

  • Analgesia;
  • Relaxamento muscular;
  • Fortalecimento muscular;
  • Diminuição de edemas.

2. Quais São Os Aparelhos Utilizados?

Realizando então, a reabilitação de pacientes como um método de auxílio. No qual, encontram-se mais de um tipo de correntes utilizadas.

  • TENS: ou Terapia Elétrica Nervosa Transcutânea. Aqui, as correntes são pulsadas por meio da pele, excitando, estimulando e despolarizando agrupamentos de fibras nervosas. Que participam dos processos de modulação e percepção da dor, aliviando-as. Em geral, ela é muito utilizada em paciente de pós-operatórios, dores crônicas, fraturas, cervicalgia, nervo ciático, bursite e lombalgia.
  • Corrente Interferencial: de amplitude modulada, ela possui o cruzamento de mais de uma corrente. Muito indicada para melhorar o desempenho muscular e analgesia.
  • Corrente Russa: definida assim, como uma modulação do tempo, sua frequência é de 2500 ciclos por segundo. Sua eletroestimulação atua no nível muscular, sendo posicionada exatamente na região a ser tratada. Logo, melhorando a circulação sanguínea, reduzindo flacidez, para o fortalecimento e volume muscular. Muito indicada para casos de atrofia e flacidez.
  • Ondas Curtas: caracterizada então, como a utilização de energia eletromagnética para o aquecimento de tecidos moles profundos. Visando assim, aumento do colágeno e sua extensibilidade, e regeneração desses tecidos. Bem como, diminuição de rigidez nas articulações e das dores. Muito indicada em dor ciática, lombalgias e alterações no quadril ou coluna.
  • Laser: sendo então, a emissão de ondas eletromagnéticas de baixa intensidade não ionizadas. O laser possui luz colimada, monocromática e coerente, sendo um aparelho que indica seu tipo de luz pelo nome. Seus principais efeitos são a ação anti-inflamatória, regeneração e cicatrização de tecidos, e analgésico. Comumente indicada para inflamações e/ou inchaços de articulações, ligamentos e tendões.
  • Ultrassom: por fim, temos essa técnica que utiliza energia mecânica ou acústica, bastante antiga. Dessa forma, ela é indicada para dores musculares, tendinites, espasmos musculares, rigidez articular, reparar cicatrizes, diminuição de inchaço, entre outros.

3. Contraindicações:

No entanto, existem diversos casos de contraindicações, para cada tipo de aparelho. Sendo então, as suas principais:

  • Câncer;
  • Febre;
  • Epilepsia;
  • Tromboses;
  • Fraturas;
  • Pele Ferida;
  • Doenças Mentais ou Cardiovasculares;
  • Fase do crescimento ósseo;
  • Utilização de marcapasso;
  • Por cima do útero de gestantes e testículos;
  • Colocar sobre a boca e carótida;
  • Alterações de sensibilidade;
  • Circulação sanguínea prejudicada.

Mas, nem todas elas são apresentadas em mais de um. Portanto, apenas um médico poderá avaliar quando o paciente deve ou não utilizar este tratamento.

Os Objetivos E Benefícios Da Eletroterapia

Benefícios Da Eletroterapia

Logo, vimos que a eletroterapia tem como função auxiliar pacientes eu sua reabilitação.

Por meio de efeitos produzidos diretamente no local afetado. Estimulando assim, reações corporais por meios elétricos.

E, é por isso que existem diferentes aparelhos, uma vez que cada um estimula diferentes reações, podendo ser:

  • Fisiológicas;
  • Biológicas;
  • Físicas.

1. Quais São Os Seu Benefícios?

É possível então, encontrar diversos benefícios em seu uso. E, abaixo iremos mostrá-los:

  • Não é um tratamento invasivo;
  • Possui poucas contraindicações – a lista citada antes, é a junção de cada uma delas em todos os tipos;
  • Não causa dependência como remédios e etc;
  • Sua utilização pode ser diária;
  • É totalmente seguro;
  • Não tem efeitos colaterais apresentados.

Também, pode ser usada com diferentes idades de pacientes e suas patologias. Como, por exemplo:

  • Neurológicas;
  • Ginecológicas;
  • Respiratórias;
  • Ortopédicas.

2. Principais Vantagens Da Eletroterapia:

Claramente, sua principal vantagem é o auxílio em processos de reabilitação de pacientes

Bem como, a possibilidade de ser utilizada em diversos casos. Possibilitando diversas melhorias, como:

  • Diminuição de contraturas musculares e edemas;
  • Relaxamento muscular e controle das dores;
  • Estimula a cicatrização de fraturas ósseas;
  • Potencializa a regeneração de tecidos moles;
  • Desempenho muscular melhorado.

3. Tipos de Eletrodos Usados:

Como dito, anteriormente, os eletrodos fazem parte dos equipamentos, sendo responsáveis por emitir suas ondas.

Desse modo, cada aparelho utilizado um tipo diferente. Mas, existindo dois principais:

  • Silicone: sendo então, o eletrodo mais utilizado, ele é flexível se moldando ao local aonde será aplicado. Para seu uso, é necessário aplicar gel condutor, facilitando a passagem da corrente. Bem como, fitas adesivas para fixação na pele. Pelo lado dos custos, esse material é reutilizável e mais barato.
  • Autoadesivo: já esse tipo, não possui a necessidade de utilizar gel condutor ou fitas adesivas. Ou seja, ele é diretamente aplicado na pele, tornando-os descartáveis. Contudo, possuem maior fixação sendo reutilizáveis apenas para o mesmo paciente, desde que não sejam lavados.

Conclusão

eletroterapia conclusão

Em síntese, a eletroterapia é uma técnica utilizada em tratamentos fisioterapêuticos, como auxílio.

Visando assim, a reabilitação de seus pacientes, através do combate de suas patologias. Trazendo diversos benefícios e vantagens.

Como, por exemplo, não ser um método invasivo ou que cause dependência para o alívio de sintomas.

Mas, que só pode ser feita por um fisioterapeuta especialista. Uma vez que, as ondas elétricas devem ser aplicadas corretamente.

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Eletrolipólise: O Que É? Conheça Essa Técnica!

A eletrolipólise é um tipo de técnica utilizada em fisioterapia dermato funcional.

Ou seja, visando a redução da gordura localizada e celulites. Logo, sendo para muitas uma opção de tratamento estético.

Com esta técnica, a lipólise é estimulada, aumentando o processo da quebra de gordura.

Provocando assim, mudanças fisiológicas em células adiposas. E, acelerando o metabolismo e gasto calórico em decorrência.

Também, é uma ótima técnica para melhorar a circulação sanguínea, incrementando o seu fluxo.

Logo, homens costumam procurar a diminuição de gordura no abdômen e flancos. Enquanto que as mulheres focam nas pernas, culote e abdômen.

Então, para saber sobre essa técnica, funcionalidades na fisioterapia e indicações, continue lendo!

O Que É Eletrolipólise?

O Que É Eletrolipólise

Primeiramente, antes de falar sobre essa técnica em si, iremos falar de dois conceitos.

  • Gordura Localizada: uma disfunção relativa ao tecido adiposo na qual, a gordura acaba se acumulando mais em determinadas áreas do que em outras.
  • Fisioterapia Dermato Funcional: visa a solução de problemas de forma menos invasiva, evitando as cirurgias e outros métodos invasivos. Neste caso, abordado aqui, para os fins estéticos.

Desse modo, a eletrolipólise é uma técnica que faz o uso de correntes elétricas despolarizadas.

Sendo assim, de baixa ou média frequência. Para que seja possível a eliminação de gordura localizada.

Promovendo assim, a quebra de células de gordura, facilitando a sua saída.

Mas, demonstrando melhores resultados em pacientes que praticam atividades físicas e seguem uma dieta hipocalórica.

Ou seja, pobre em calorias, pois, consome-se menos do que a quantidade recomendada diariamente.

Que deve ser feita apenas com recomendação de um profissional de saúde. Tal como um médico ou nutricionista.

1. Correntes Elétricas Usadas No Tratamento:

Voltando-se a aplicação de correntes, encontramos hoje dois tipos usados, a Corrente Russa ou a Corrente BMAC.

Na qual, a utilização da segunda é muito mais confortável para os pacientes.

Além disso, é possível ver a utilização de TENS, mas que deve ser modulada de acordo com cada tratamento.

Já em seu uso, geralmente são utilizadas duas frequências, cada uma para um tipo diferente de tratamento. Sendo elas:

  • 10 Hz de frequência: seu uso tem por objetivo estimular células, melhorando tonicidade e a drenagem intersticial. Para que seja possível a diminuição de edemas, pois, possui uma ação anti-inflamatória e de vasodilatação. Por isso, sua ação é preferencial na derme (pele).
  • 30 Hz de frequência: atuando então, diretamente no adipócito ao emitir estímulos para as terminações corporais do sistema nervoso simpático. Sua aplicação percutânea em camada subdérmica do tecido adiposo, permite a liberação do AMO cíclico, através da reabsorção dos metabólitos. Logo, para que haja redução de medidas, existem agulhas de diferentes tamanhos, que vão de acordo com o tamanho da camada de gordura da área de tratamento.

Portanto, a eletrolipólise utiliza agulhas de aço inoxidável e que sejam descartáveis, variando em espessura de 25 ou 30 mm.

As maiores, servem para concentrar mais energia, potencializando resultados. E, sempre usadas em pares, para garantir o fechamento do campo elétrico.

  • Tempo da aplicação: pela indicação de Guirro & Guirro, o tempo ideal é de 50 minutos. Indicando-se que o tempo seja divido para as duas modulações de frequência.
  • Intensidade da Corrente: aumenta-se de acordo com a sensibilidade do paciente. Pois, ocorrerá acomodação natural ao longo do tratamento, tornando o aumento gradual até quase o limite sensorial.
  • Campo elétrico: altera a permeabilidade da membrana do adipócito, potencializando a eliminação dos triglicerídeos intra adipocitários.

2. Como Funciona A Eletrolipólise?

Em resumo, a eletrolipólise elimina as gorduras em acúmulo através da elevação do processo de lipólise.

Que é responsável pela quebra de gordura. Utilizando assim, aplicações de correntes elétricas com baixa frequência no local a ser tratado.

Fazendo assim, com que haja sua perda de gordura, melhorias na pele, diminuição de inchaço e aumento da circulação sanguínea.

Utilizando por vezes, aparelhos TENS e agulhas de acupuntura, ligados. Sendo os usos mais comuns em regiões como:

  • Coxas;
  • Bumbum;
  • Região abdominal;
  • Flancos.

Ao aplicar as agulhas em par, é necessária uma distância menor que 5 centímetros.

Logo, após a máquina ser ligada pelo fisioterapeuta, o paciente irá sentir um formigamento. Até que quase chegue a um ponto de dor.

Em geral, o indicado são 10 sessões no mínimo, para que sejam vistos resultados. Variando de caso a caso.

Eletrolipólise: Efeitos Fisiológicos, Restrições E Cuidados

Efeitos Fisiológicos

Portanto, agora que você já sabe como o tratamento da eletrolipólise funciona, iremos destacar seus efeitos fisiológicos, sendo eles:

  • Aumento na temperatura corporal;
  • Melhorias na tonicidade da pele;
  • Potencialização da lipólise;
  • Ativação da microcirculação;
  • Modifica a polaridade de membranas celulares.

Ou seja, além da visível perda de gordura armazenada. Esses benefícios são gerados no corpo.

Além disso, em relação ao aumento de temperatura, estamos falando de uma produção de calor que não atinge tecidos orgânicos.

Pois, a intensidade elétrica é de baixa frequência. Mas, sendo o suficiente para levar a uma vasodilatação, aumentando o fluxo sanguíneo da região em tratamento.

Logo, estimulando o metabolismo celular do local, aumentando a queima de calorias, conhecida como Efeito Joule.

Quais Os Cuidados A Serem Tomados? E, As Restrições?

Por fim, é necessário estar ligado as contraindicações desse procedimento. Que se destinam então, a pessoas com:

  • Epilepsia;
  • Grávidas;
  • Fobia de agulhas;
  • Portadores de marcapasso;
  • Neoplasias;
  • Lesão na área a ser tratada;
  • Patologias graves de circulação – e uso de medicamentos anticoagulantes;
  • Insuficiência cardíaca, hepática grave ou renal;
  • Processos inflamatórios ou infecciosos.

Se o paciente sente dor ao aplicar a agulha, tem contrações musculares e espasmos durante a realização. Esta ocorre de maneira errada.

Bem como, em casos de sangramento excessivo após a retirada da agulha. Pois, indica o rompimento de vasinhos ocasionando em extravasamento sanguíneo.

Além disso, após o tratamento, o ideal é que o paciente não se exponha ao sol, devido a sensibilidade em que a derme se encontra.

Conclusão

Conclusão sobre eletrolipólise

Vimos então, que a eletrolipólise é uma técnica e tratamento tanto presente na fisioterapia.

Quanto em procedimentos de cunho estético. Visando assim, a eliminação da gordura armazenada e acumulada, por meio do estímulo da lipólise.

Levando então, a perda de medidas do paciente, desde que realizada por profissionais e feita corretamente!

Ainda possui alguma dúvida? Deixe-a nos comentários e compartilhe!