Tudo que você precisa saber Morar em Braga

Morar em Braga

Morar em Portugal tem sido cada vez mais uma escolha de brasileiros que desejam ter uma maior qualidade de vida e segurança. Além disto, o fato do idioma ser o mesmo é um grande influenciador.

Contudo, o primeiro passo é pesquisar a fundo qual a melhor cidade para viver em Portugal.

 Muitas pessoas querem fugir de cidades grandes, como Lisboa ou Porto. Mesmo assim querem morar em um local com excelentes opções de lazer, educação e atendimento de saúde.

O número de brasileiros que resolveram morar em Braga aumentou justamente por isso, a cidade possui excelente relação custo-benefício para se viver em Portugal.

A cidade é considerada uma das melhores para se morar em toda Europa e em nosso artigo de hoje você vai conhecer todos os detalhes sobre ela. Confira.

Custo de vida – Atualizado 2021

O custo de vida é um dos principais fatores a serem levados em conta na hora de programar uma mudança, ainda mais com câmbio desfavorável para o real.

Porém, a pandemia teve o seu lado bom em questão a custo de vida em Portugal, o aluguel – a parte mais cara para um brasileiro – teve uma diminuição significativa.

Até mesmo para quem deseja comprar imóveis os valores estão mais atrativos, vamos dar alguns exemplos:

– Apartamento de 2 quartos no centro da cidade: 500 euros / mês;

– Apartamento de 3 quartos no centro da cidade: 600 euros / mês;

– Apartamento de 2 quartos totalmente equipado: 600 euros / mês;

– Apartamento de 3 quartos para compra: 185 mil euros;

– Apartamento de 1 quarto para compra: 85 mil euros;

– Apartamento de 2 quartos para compra: 125 mil euros.

Outros custos

– Luz, água e gás média de 150 euros para um casal sem filhos;

– Pacote de internet – 28 euros;

– Academia – 30 euros;

– Compras – 200 euros um casal sem filhos;

– Transportes – 1,55 bilhete unitário ou passe mensal que pode ir de 10 a 36 euros, depende da distância que vai percorrer.

Lazer

O legal de uma cidade como Braga é que o lazer fica praticamente todo gratuito, é possível visitar monumentos históricos, jardins e igrejas sem pagar nada por isso.

Além disso, viajar para outros locais de Portugal ou da Europa se torna bem mais acessível, por exemplo, com 12 euros é possível ir de Braga para uma das cidades mais incríveis de Portugal, Aveiro.

O cinema custa cerca de 6,65 euros e crianças pagam 5 euros.

Espetáculos e shows possuem preços variados, mas dificilmente ultrapassam 25 a 30 euros.

Para comer fora duas pessoas gastam em média 25 euros.

Educação

O ensino público em Portugal é efetivo e costuma agradar bastante os brasileiros que vão com filhos para o país.

Existem colégios privados, contudo, apresentam um preço bem alto, cerca de 500 a 800 euros mensalmente.

A cidade conta ainda com a Universidade do Minho, uma das melhores e mais famosas de Portugal.

A universidade oferece diversos cursos, mestrado e doutorado.

Mesmo sendo pública é necessário pagar para ter acesso ao ensino e os preços são diferentes para nacionais (nesse caso, brasileiros com dupla nacionalidade portuguesa ou de outros países europeus) e para estudantes internacionais brasileiros.

Saúde

Por fim, a saúde pública em Portugal também é paga e para que os preços sejam o mesmo de nacionais, é preciso tirar o chamado PB4 no local responsável pelo documento do seu estado.

Os preços são simbólicos, uma consulta previamente agendada custa cerca de 4 euros e um exame 2 euros, por exemplo.

Como Braga é uma cidade menor a saúde pública funciona muito bem e poucas pessoas sentem a necessidade de ter um seguro de saúde, mas há opções.

A partir de 10 euros mensais a pessoa consegue contratar um seguro privado, mas além da mensalidade há um custo a parte para todo serviço solicitado.

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Como melhorar a alimentação: Hábitos para colocar em prática

Aprender como melhorar a alimentação é fundamental para a sua saúde, porém é um grande desafio para muitas pessoas devido alguns fatores do dia a dia.

Afinal, a pressa, o estresse e o cansaço que acabam se tornando inimigos das pessoas que querem se alimentar de forma saudável.

A consequência disso não é nada favorável para nossa saúde. Somente no Brasil, de acordo como Ministério da Saúde, a obesidade aumentou 67,8% entre os anos de 2006 a 2018.

Esse aumento é consequência da mudança dos hábitos alimentares da população, principalmente das pessoas que vivem e trabalham nas grandes cidades.

Com cada vez menos tempo, escolher alimentos que são preparados mais rápidos tem sido cada vez mais comuns mas que geralmente são menos saudáveis.

Apesar disso, é possível melhorar a alimentação desde que a pessoa realmente esteja disposta. Neste artigo você vai saber o que deve fazer para ter uma alimentação melhor.

Aprenda como melhorar a alimentação

Como melhorar a alimentação com hábitos saudáveis
Como melhorar a alimentação com hábitos saudáveis

Não é difícil se alimentar melhor, desde que você dedique-se para alcançar esse objetivo.

Nesse sentido, conheça alguns hábitos que devem ser colocados em prática.

Crie o hábito de comer de tudo um pouco

Algumas pessoas acreditam que para melhorar a alimentação é preciso fazer uma dieta exageradamente restritiva.

Entretanto, para se alimentar bem é preciso aprender a adotar hábitos saudáveis.

Ao fazer isso, você está mantendo uma alimentação equilibrada e saudável, o que consequentemente promoverá benefícios para o seu organismo.

Por isso, nas suas refeições adicione frutas, vegetais, carboidratos, frutas e até mesmo guloseimas.

Prepare os seus próprios alimentos

Atualmente as pessoas estão afastadas cada vez mais dos hábitos básicos do a dia a dia.

Isso acontece por diversos motivos seja pela falta de tempo ou até mesmo por encontrar opções mais fáceis.

Entretanto, essas mudanças consequentemente estão interferindo na qualidade de vida das pessoas, principalmente na saúde.

Por este motivo, é importante que você prepare os seus próprios alimentos para que assim possa selecionar os alimentos que são saudáveis.

Uma dica interessante é que você pode separar marmitas congeladas para cada dia da semana, e dessa forma, manter sua boa alimentação ao longo da semana.

Faça a ingestão de fibras

Uma boa parte das pessoas não consume diariamente fibras alimentares elas são fundamentais para o nosso organismo.

Por ajudar a melhorar o seu funcionamento, controlar os níveis de glicose no sangue e também ajuda a aumentar a sensação de saciedade.

Sem o consumo das fibras a qualidade de vida consequentemente é diminuída e, por este motivo, devemos garantir o consumo de alimentos sejam ricos em fibras.

Por exemplo, frutas, verduras e legumes são excelentes opções para garantira a ingestão de fibras durante a nossa alimentação.

Beba água com frequência

Você já parou para pensar sobre a quantidade de água que bebe por dia? A maioria das pessoas, principalmente os mais jovens não costuma beber a quantidade de água recomendável por dia.

Esse hábito causa diversos problemas como, por exemplo, pele seca, irritações nos olhos, dores de cabeça e principalmente desidratação.

Coma arroz e feijão com frequência

Para melhorar a alimentação, não existe combinação melhor do que o arroz com feijão.

Além de muito comum nos pratos dos brasileiros, os dois quando são consumidos juntos promovem para o organismo carboidratos, proteínas, vitaminas, minerais e fibras.

Sendo assim, para evitar que esses problemas aconteçam é importante que você consuma pelo menos 2 litros de água por dia.

Diminua o consumo de alimentos processados

Por fim, é importante que você diminua ou deixe de comer os alimentos processados como, por exemplo, refrigerantes, temperos, carnes embutidas, salgadinhos e entre outros.

Esse tipo de alimento possui altas de quantidade de açúcar, sódio, gordura e aditivos químicos que prejudicam a saúde causando diversas doenças.

Conclusão

Como você observou para ter melhorar a alimentação não é difícil, mas requer disciplina para que você não desista de alcançar esse objetivo.

A boa alimentação na verdade faz parte dos nossos hábitos alimentares.

Sendo assim, para melhorar a forma de como nos alimentamos é preciso adotar novos hábitos.

Lesão medular, como se reabilitar?

Lesão medular é uma condição que acomete parte da população, normalmente por acidentes ou traumas que são gerados por impactos.

De qualquer maneira é uma situação em que o tratamento se faz essencial, principalmente se levando em conta a rotina que deve ser de certa forma reconhecida.

Muita coisa muda na vida de quem passa por uma situação de lesão medular, e a reabilitação é um dos principais sonhos dessas pessoas.

Por isso nesse artigo vou falar mais sobre o que é uma lesão medular, suas particularidades, e também os tratamentos possíveis.

Conhecer mais sobre esse tipo de condição ajuda a pensar não somente em estratégias de prevenção, mas em todo o ambiente que precisa se moldar à essa nova realidade.

Isso acontece porque todos são responsáveis pelo tratamento, e é algo que se faz de um grande diferencial nesses casos mais específicos.

Entender como tudo funciona é uma maneira de entender como lidar e como ajudar na reabilitação de quem está passando por este tipo de situação.

O que é uma lesão medular?

símbolo de cadeirante, representando uma lesão medular

Lesão medular é um tipo de lesão que acomete diretamente a medula óssea, atingindo diretamente as ligações neurais.

O impacto disso é a perda de movimento e sensibilidade que pode ser parcial ou geral, dependendo do grau de lesão que é feita.

As lesões medulares podem ser divididas entre as traumáticas, e não traumáticas, que possuem menor incidência entre adultos.

As consequências das lesões medulares podem gerar paralisia somente nos membros inferiores, ou também nos superiores.

O que vai definir isso é geralmente o grau de incidência na medula óssea, se ela foi muito danificada e atingida ou não.

É a medula que se comunica com todo o corpo, transmitindo sinais para o cérebro, o que garante não somente o movimento, mas a sensibilidade.

Em casos de lesão não é possível reverter o quadro, ainda que o dano seja leve e a paralisia nos membros seja temporária.

No entanto existem tratamentos de reabilitação que podem acontecer e que ajudam em todo o processo de retomada da vida.

Esse é um processo que costuma ser longo, por vezes até difícil em um primeiro momento, mas que se mostra de muita importância.

A partir do tratamento correto e indicado é possível encontrar todas as condições para lidar com essas condições de um modo mais brando.

Como ela pode acontecer?

Como já foi dito, a grande parte das lesões medulares ocorrem por conta de traumas, ou seja, de elementos externos.

Isso quer dizer que a incidência de doenças ou outras condições naturais que geral essa lesão são raríssimos.

Uma lesão na medula óssea depende diretamente de um impacto na região da coluna, atingindo a medula.

É literalmente como se um osso fosse quebrado, e é!

Mas nesse caso a medula, como foi dito, é responsável não somente pela estruturação do corpo e equilíbrio do mesmo.

Ela contém conexões neurais que fazem contato com o cérebro, especialmente a parte que comanda movimentos do corpo inteiro e a sensibilidade do mesmo.

Por isso uma lesão nessa região é geralmente decisiva para a perda total ou parcial dos movimentos do corpo.

Acidentes de carro e causas por uso de arma de fogo são as principais incidências, totalizando quase 10 mil casos todo o ano.

1% ou menos é por conta de condições genéticas ou que não foram originadas de traumas.

Por isso uma das dicas é conseguir evitar ou prevenir muitas das ocorrências que podem gerar traumas medulares.

Isso diz respeito a principalmente ações de cuidado no trânsito, que podem ser evitados com simples ações.

Quais são os tratamentos para reabilitação?

reabilitação física, após uma lesão medular.

O tratamento para uma lesão medular não prevê recuperação completa, ou mesmo a reversão de algum quadro.

Isso porque um trauma na região não consegue ser corrigido por cirurgia, já que é uma região muito delicada.

Ainda que a ciência venha evoluindo e testando até mesmo células tronco como parte do tratamento, ainda não há nenhuma previsão de quando pode haver algum progresso nesse sentido.

Os tratamentos envolvem três frentes: fisioterapia, psicologia e médico.

Cada um deles visa atuar dentro de suas possibilidades para que a pessoa entenda a sua nova situação e possa trabalhar com a independência.

Nos casos de paralisia somente dos membros inferiores, são feitos todos os incentivos para que elas possam retomar a sua vida dentro do possível.

Não depender de pessoas para atividades simples é um desafio e algo que normalmente costuma ajudar.

Aceitar o tratamento e condição é fundamental para isso.

A parte médica fica responsável pela análise e também por administrar medicamentos, caso seja necessário, além de verificar constantemente o quadro.

A combinação desses tratamentos é o que possibilita a pessoa acometida de lesão medular conseguir retomar suas atividades e ter a sua rotina dentro do que é possível.

É possível ter cura completa?

Não é possível ter a cura completa, ou reverter o quadro de lesão medular.

Ainda assim, a expectativa é que em algum tempo apareça algum tratamento definitivo para essa situação.

Para se ter ideia, há alguns anos atrás, as pessoas que tinham lesão medular recebiam o prognóstico de que não havia mais nada a ser feito.

Hoje com cirurgias e ações feitas com fisioterapeutas já é possível retomar até 10% do movimento ou mesmo trabalhar a sua independência.

Por isso algo que não oferecia nenhum tipo de possibilidade de tratamento, hoje já se tem algo que pode trazer maior conforto para essas pessoas.

A lesão medular é algo que acomete mais de 10 mil pessoas no Brasil por ano, e a maior parte é por lesões traumáticas.

Buscar o tratamento é fundamental para que a parte de movimento receba o tratamento adequado e a independência seja bem trabalhada.

Assim também a parte psicológica é fundamental para que se entenda que existe algo que pode ser feito.

Conhecendo essas duas frentes de tratamento e as principais causas, é possível lidar melhor com essa condição de lesão medular, tendo a reabilitação sendo feita

Descubra quais os alimentos adstringentes e sua importância

alimentos adstringentes

Muito se fala dos alimentos que danificam nossos dentes e influenciam no desenvolvimento da placa bacteriana, gengivite, cárie e tártaro. O que poucos sabem é que existem alimentos capazes de potencializar a limpeza da arcada dentária e prevenir a incidência de manchas, danos como lesões, erosão do dente e até mesmo de doenças.Esses alimentos são chamados adstringentes, ou detergentes, e atuam na remoção da placa bacteriana por meio da mastigação, impedindo alterações na coloração do dente que só podem ser revertidas através do clareamento dental.

Tendo em vista que uma boa alimentação é um dos principais pilares da saúde e do bom estado do organismo, não seria diferente com a boca. A alimentação é essencial para o fortalecimento dos dentes, e para isso, ela deve ter em sua composição alimentos adstringentes. Um dos exemplos mais conhecidos desses alimentos é a maçã, porém a uma série de outros exemplos, como as castanhas, certas frutas e o iogurte natural. Veja a seguir alguns exemplos:

Quais são os alimentos adstringentes?

Vegetais crocantes

A ação de mastigar certos tipos de alimentos pode ser capaz de ajudar na limpeza bucal, é o exemplo dos vegetais crocantes e de consistência dura. Alguns exemplos desses alimentos são o aipo, o brócolis, o pepino, a acelga, a cenoura e a couve-flor. Isso se deve ao fato de que esses vegetais, através de sua firmeza, ajudam a remover restos de alimentos e bactérias acumuladas durante sua mastigação.

Frutas ricas em fibra

As frutas fibrosas também ajudam bastante na remoção dos resíduos presentes nos dentes, atuando de forma semelhante aos vegetais crocantes. Também atuam na mastigação e potencializam seu efeito por meio da fricção. São exemplos a maça, o kiwi e a pera.

Durante a mastigação, as frutas que são ricas em fibra atuam na produção de saliva, fazendo com que o pH diminua a acidez da boca, diminuindo a quantidade de bactérias.É dessa forma que a ingestão desses alimentos previne o desenvolvimento de doenças.

Nozes e castanhas

As nozes e castanhas como a castanha-do-pará e a castanha-de-caju, por exemplo, também auxiliam na limpeza do dente pelo forte atrito, auxiliando na retirada da placa bacteriana existente acima do esmalte.

Melancia e limão

A melancia é uma fruta que é majoritariamente composta por água, contudo, assim como a água também atua para uma melhor limpeza dos dentes, também essa fruta. Além disso, ela incita a produção de saliva.

Já o limão é uma fruta de alta capacidade adstringente e bactericida, possuindo uma relevante importância na eliminação das bactérias instaladas na cavidade oral. Além disso, esse alimento é responsável por proporcionar frescor ao hálito.

Iogurte natural e chiclete sem açúcar

O iogurte natural atua na diminuição dos níveis de gás sulfídrico, um dos fatores que influenciam na halitose, também sendo considerado um alimento adstringente. Já o chiclete sem açúcar, ao contrário do que muitos pensam, não possuem os efeitos negativos que os chicletes açucarados trazem, muito pelo contrário, os benefícios são grandes. O chiclete sem açúcar, quando é mascado, faz com que a sujeira que localizada no esmalte grude e seja removida junta ao cuspir.

Boa higienização bucal

Lembre-se que o consumo de alimentos adstringentes não substitui uma boa escovação e uma boa higienização bucal. A escovação deve ser feita ao menos três vezes ao dia, logo após acordar, após refeições e antes de dormir. Tenha preferencia por escovas macias e creme dental com flúor, realizando movimentos leves e precisos, sem forçar os dentes. Movimentos fortes são capazes de causar lesões nas gengivas e influenciam a incidência de infecções.

O uso do fio dental é essencial para que haja a remoção das bactérias e dos resíduos que continuaram após a escovação. O uso do enxaguante bucal também não deve ser deixado de lado, já que atua justamente contra os aspectos químicos que favorecem a proliferação das bactérias.

Portanto, para obter uma limpeza ainda mais profunda, visite a clínica odontológica regularmente para que os atuais problemas sejam identificados e tratados, assim como possíveis doenças podem ser evitadas e tratadas logo no início. Mantenha uma boa higienização bucal intercalada com uma alimentação saudável composta de alimentos adstringentes, é assim que a melhora da saúde bucal será alcançada e mantida.

Exercícios fisioterapêuticos para fibromialgia

A fibromialgia é uma condição clínica incapacitante que gera desconforto e dor nos pacientes. Além disso, prejudica as atividades do cotidiano e diminui a qualidade de vida dos que sofrem com esse problema. Muitos se queixam também de perda da vitalidade e desenvolvem problemas emocionais concomitantes ao distúrbio.

Como se trata de uma doença crônica, é imprescindível instituir medidas paliativas e preventivas para que o indivíduo suporte conviver com essa condição ou desenvolva barreiras para prevenir complicações em longo prazo.

O controle da fibromialgia deve ser feito de forma multidisciplinar, com especial atenção ao fisioterapeuta, que poderá instituir medidas terapêuticas para amenizar a dor e fortalecer a musculatura.

Por isso, se quiser saber como o fisioterapeuta pode ajudar no tratamento da fibromialgia, fique por aqui e entenda seus propósitos!

Afinal, o que é fibromialgia?

Trata-se de uma inflamação crônica que se desenvolve nos músculos e dificulta a movimentação dos membros, causando dor nos indivíduos acometidos. Suas causas são diversas e podem se relacionar a problemas domésticos ou traumas decorrentes de acidentes automobilísticos.

Ademais,  a fibromialgia pode ser consequência de uma doença articular, em especial as de componentes autoimunes em que ocorre uma exacerbação na liberação de proteínas inflamatórias que intensificam o problema.

Além das dores no corpo, os pacientes podem apresentar cansaço, alterações no sono, problemas emocionais provenientes da falta de efetividade dos medicamentos, dentre outras manifestações.

Quais são as estratégias de cuidado para esse doente?

A fibromialgia pode ser tratada com medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios que diminuirão a sensação dolorosa e o desconforto durante a execução de movimentos do cotidiano.

Todavia, essas medicações podem causar reações adversas nos pacientes e seu uso em longo prazo pode gerar intolerância do indivíduo, necessitando de aumento gradativo na dosagem do medicamento ou substituição por outras ferramentas farmacológicas.

Devido a esse inconveniente, muitos profissionais clínicos têm investido em estratégicas não medicamentosas e que podem ser instituídas para aliviar os sintomas desconfortáveis da fibromialgia.

Quais são os exercícios fisioterapêuticos para fibromialgia?

Os exercícios de fisioterapia são indicados para fortalecer a musculatura, garantir condicionamento físico e aperfeiçoar as movimentações ora perdidas com a atrofia dos membros superiores e inferiores.

Além disso, outras modalidades podem ser aplicadas tais como hidroterapia, ultrassom terapêutico, laserterapia dentre outras opções disponíveis. A hidroterapia promove relaxamento da musculatura, enquanto a terapia ultrassônica diminui a quantidade de mediadores inflamatórios.

Na nossa clinica e fisioterapia Cambui, você encontra todos os aparelhos para aplicação de hidroterapia. Clique no link acima, para conhecer os nossos serviços!

Porém, são técnicas que não podem ser utilizadas continuamente, devendo ser associadas com outras estratégias para intensificar o controle dos sintomas.Contudo, os exercícios que fortalecem a musculatura tendem a ser mais eficazes.

Nesse sentido, cabe ao profissional identificar o grau de incômodo do indivíduo, a intensidade dolorosa da fibromialgia, outras comorbidades, uso frequente de medicamentos e outros fatores que influenciarão nesse tratamento.

A fibromialgia é uma condição clínica incapacitante que causa desconforto e diminui significativamente a qualidade de vida dos indivíduos acometidos. As estratégias de controle e tratamento são diversas, no entanto, os exercícios fisioterapêuticas tem apresentado melhora dos resultados clínicos.

O que é Hemiplegia? E quais as suas principais causas.

A hemiplegia é um tipo de condição que poucas pessoas conhecem, e que pouco se fala sobre, principalmente sobre as causas, e os tratamentos que podem ser direcionados para essa condição.

Normalmente existem tratamentos bem direcionados e que são úteis no cuidado da hemiplegia, e conhecer sobre é também saber sobre como obter o retorno ideal de solução da condição em si.

hemiplegia

Vou trazer a seguir todos os detalhes sobre hemiplegia que você precisa conhecer e que fazem parte dessa condição, tendo principal atenção com relação aos cuidados que são indicados nessas condições.

O que é hemiplegia?

A hemiplegia é um tipo de paralisia cerebral que acomete a metade do cérebro o que implica na redução ou limitação de movimentos de um lado corpo o que necessita de uma intervenção profissional.

Esses tratamentos devem ser feitos a fim de que tragam parte do movimento e evitem complicações maiores em decorrência da condição em si, que exige uma atenção por parte de profissionais qualificados.

Entender as causas é também uma forma de conseguir indicar os melhores tratamentos, tendo em vista que é uma intervenção necessária para o retorno das condições de vida, melhorando os movimentos.

Principais causas

Existem condições que favorecem esse tipo de paralisia cerebral e que inclusive podem direcionar alguns dos tratamentos, que podem diferenciar a partir do que de fato causou esse tipo de condição.

Algumas dessas condições podem ser evitadas, enquanto outras não conseguem ser prevenidas, como é o caso das congênitas ou de complicações na gravidez, que dificilmente conseguem ser previstas.

A seguir vou trazer quais são as principais causas da hemiplegia, e o motivo de serem tão perigosas a ponto de paralisarem um lado do cérebro, o que implica na limitação do movimento de uma parte do corpo.

AVC

O AVC é uma das causas mais comuns em quem apresenta hemiplegia, já que é uma condição que traz complicações em decorrência da obstrução da circulação de sangue no cérebro.

Um AVC pode acontecer devido a embolia, aterosclerose, hipertensão, ou mesmo por algum tipo de condição que leve a esse tipo de acidente, que traz sérios prejuízos para a saúde do indivíduo.

Em alguns dos casos se consegue ter uma grande evolução em termos de movimentos, mas não é possível retornar ao que era antes, de maneira que muitos nem mesmo consigam o mínimo de amplitude no movimento.

Traumas

Traumas

Alguns traumas ou pancadas na região da cabeça pode fazer pequenas lesões no cérebro, devido ao choque, e essa pode ser também uma causa da hemiplegia.

Nesse contexto a prevenção é a melhor solução, já que em estados mais avançados somente os tratamentos paliativos são possíveis, a fim de que seja possível retornar alguma parte do movimento.

O mais importante é conseguir devolver parte da autonomia em movimentos para a pessoa que teve um prejuízo que pode impactar diretamente na sua vida como um todo, principalmente em termos produtivos e de trabalho que passa a ser algo incerto.

Doenças e infecções

Algumas doenças e infecções também podem ser responsáveis por causar hemiplegia, como por exemplo a meningite, que atinge diretamente a parte cerebral, causando inflamações e outros prejuízos como a hemiplegia.

Para essas doenças é mais recomendado é fazer o trabalho de prevenção com vacinas e evitar exposição aos agentes que podem causar tais condições, e que tragam o risco da hemiplegia.

De uma maneira geral, o mais importante é focar no tratamento que na causa, já que essa pode ser mais difícil de se identificar, sendo algo mais complexo e que não dá nenhuma pista para o tratamento.

Características

A hemiplegia se caracteriza por uma perda de movimento progressiva, causando primeiro um enrijecimento em um lado da face, por exemplo, e depois chegando à limitação do movimento de fato.

Pelo fato de ser algo progressivo muitas vezes passa despercebido, o que dificulta geralmente a intervenção, a não ser que já exista uma rotina de prevenção e de exames constantes.

Primeiramente é possível perceber a boca torta assim como dificuldade para abrir ou fechar um dos olhos.

Outra característica é a dificuldade de movimentar os braços ou pernas de um lado específico.

No entanto a depender do lado do cérebro afetado, além de indicar qual o lado mais afetado, pode também apresentar alguns comportamentos e indicadores que podem ser sinais de onde se encontra a lesão ou obstrução.

Hemiplegia do lado direito do cérebro

A hemiplegia quando afeta o lado direito do cérebro apresenta algumas características específicas, além das gerais que foram trazidas anteriormente.

Quando o lado direto do cérebro é lesionado, o lado esquerdo do corpo é quem sofre a limitação dos movimentos e os sinais antes descritos.

Além disso pode haver dificuldades para se orientar e reconhecer o ambiente, além de negligenciar os cuidados com o lado do corpo afetado.

Outro fator a se destacar é a dificuldade com números e contas simples, já que o lado direito do cérebro é o responsável por essas informações.

Hemiplegia do lado esquerdo do cérebro

Para além das dificuldades de movimento do lado direito do corpo, que é o afetado, quando o lado esquerdo do cérebro é afetado pode gerar dificuldade nos reconhecimentos de símbolos simples como o de mais e menos.

Pode também ocorrer de ter dificuldade de reconhecer o lado esquerdo e direito, não conseguindo diferenciar em si mesmo e em outras pessoas.

Esquecer de coisas simples que ia fazer também é algo bastante comum em pessoas que possuem esse tipo de intercorrência, assim como planejar e executar tarefas é um desafio.

Vale lembrar que um desses sinais isolados não podem necessariamente configurar uma hemiplegia, necessitando os outros sintomas e sinais para que se tenha a certeza dessa condição.

Tratamentos

Os tratamentos para hemiplegia se dividem de acordo com o grau da limitação de movimento e também com relação ao que é possível no momento, o que pode devolver parte da autonomia.

Retornar à condição anterior é impossível, e sempre se tem algum tipo de sequela, que pode se apresentar de uma maneira sutil.

Terapia funcional

A terapia funcional é algo que integra a terapia ocupacional e fisioterapia em conjunto, a fim de conseguir trabalhar com a prevenção e tratamento de algumas das condições causadas pela hemiplegia.

Assim são pensadas em atividades que possam ajudar a retomar o pouco do movimento que é possível, ao mesmo tempo em que se evita que o aumento progressivo seja possível e ofereça os riscos de agravamento do quadro.

Um tratamento efetivo é praticamente impossível, e por conta disso é preciso trabalhar com alternativas que evitem a paralisia mais aguda, em que os movimentos são totalmente limitados.

Fisioterapia

Fisioterapia

A fisioterapia isoladamente é uma excelente ferramenta para retomar o movimento gradualmente, a fim de que a pessoa possa recuperar a sua independência para tarefas simples e que só dependem de seu esforço.

O trabalho de fisioterapia é muito importante e também é fundamental para que parte da rotina da pessoa não seja impactada tão diretamente, tendo uma função também paliativa, que não traz garantias.

Pensando em uma intervenção que pode fazer a diferença é a fisioterapia que pode trazer o tipo de resposta que pode ser positiva dentro das possibilidades de tratamento que a hemiplegia permite.

Hidroterapia

Tendo em vista os tratamentos para retomar parte do movimento, a hidroterapia muitas vezes é uma alternativa muito interessante, que costuma gerar mais estímulos aos músculos, fazendo com que trabalhem mais.

Os casos de hemiplegia exigem um estímulo constante de musculatura e nervos que foram afetados, e ter a hidroterapia combinada com outras terapias é uma maneira muito eficaz e os resultados tendem a ser bastante positivos.

É a forma mais indicada para conseguir tratar sem intervenções diretas que tendem a ser muito arriscadas e podem até mesmo trazer sequelas mais graves caso não seja um processo bem conduzido.

Cirurgias

Cirurgias

As cirurgias são indicadas em último caso, principalmente pelo fato de serem mais arriscadas, já que envolvem uma intervenção diretamente no cérebro, o que pode trazer alguns riscos de fato.

Elas são normalmente indicadas para remover coágulos que podem estar causando e agravando a hemiplegia, e quando todos os outros tratamentos não costumam dar resultados expressivos.

Mesmo sendo uma intervenção direta, não é um tratamento eficaz e que resolve o problema, mas pode trazer maior mobilidade e até mesmo aderência ao tratamento que já vem sendo realizado.

A hemiplegia se caracteriza pela paralisação ou limitação parcial de um lado do corpo, o que é gerado por condições que afetam o cérebro, como um AVC ou trombose, além de outras causas que podem chegar a este ponto de fato.

Os tratamentos indicados não conseguem trazer de volta o movimento 100% como era, mas conseguem recuperar até 90% a partir de terapia funcional, fisioterapia e hidroterapia, que tem como função principal estimular músculos e nervos afetados.

As cirurgias são indicadas somente em casos mais graves, onde uma área maior do cérebro foi afetada, e quando se é possível reverter parte do quadro para que se consiga ter melhores resultados com os outros tratamentos quando feitos.

Como aliar a suplementação correta à atividade física?

Não é raro ver iniciantes na prática de atividades físicas se aproximarem de especialistas e solicitarem a suplementação correta para aumentar os seus resultados.

De fato, o uso correto dos suplementos certos pode trazer resultados muito impressionantes para o usuário. No entanto, isso deve ser feito da maneira certa para não dar problemas.

Se você quer saber como aliar a suplementação correta à sua atividade física, siga a leitura deste artigo até o fim!

Siga a suplementação correta indicada por um profissional

O maior erro que as pessoas podem cometer em relação ao uso de suplementação é tomar por conta própria ou pela indicação de algum conhecido. O problema que isso causa é bem óbvio: como você não tem a profundidade de conhecimento que um profissional especializado, pode cometer erros de doses, combinações e substâncias, o que pode gerar efeitos imprevisíveis no corpo.

Por causa disso, é essencial seguir as orientações de um profissional especializado na área, que trabalhe diariamente com casos parecidos com o seu. É claro que contratar um profissional do tipo é mais caro do que simplesmente comprar o suplemento e tomar, mas os riscos evitados mais do que compensam esse investimento.

Somente assim você saberá o que está tomando, por que está tomando e como agir de maneira a aliar a suplementação correta com a sua atividade física.

Só consuma suplementos que são orientados para seu objetivo

Um problema comum nas academias do Brasil é a conversa informal sobre suplementos. Esse tipo de bate-papo gera alguns mitos e certas “tendências” entre as pessoas. Infelizmente, essa situação pode gerar mais mal do que bem.

Por exemplo, suponha que uma pessoa em específico está tomando triptofano. Ela diz que, desde que começou a tomar, tem tido resultados excelentes e conseguiu emagrecer bastante.

No entanto, o que ela não conta (possivelmente porque não sabe) é que a substância não emagrece per se. O que ela faz é reduzir a vontade de comer carboidratos, melhorar a qualidade do sono e controlar o apetite. Ou seja: ela ajuda a criar as condições que resultarão no emagrecimento (se o consumo for aliado a exercícios físicos).

Uma pessoa que ouça a conversa e não saiba desses detalhes, por exemplo, pode achar que basta tomar o suplemento para emagrecer, o que não é como as coisas funcionam.

Além disso, alguém que queira crescer músculos, por exemplo, talvez não veja tanto uso no triptofano. Nesse caso, talvez a pessoa prefira consumir maca peruana e ZMA, que ajudam em outros aspectos.

Foque em construir uma rotina que tenha hábitos positivos

Como deu para ver, o uso da suplementação correta está mais aliada à criação de condições para otimizar os resultados da atividade física do que em realizar efeitos por si só.

Dessa forma, é importante potencializar a união entre os elementos com hábitos saudáveis dentro da sua rotina.

Isso pode ser alcançado ao se questionar qual é o efeito que você deseja alcançar e quais as melhores formas de potencializar o funcionamento dos exercícios e dos suplementos.

Normalmente, o corpo precisa de uma alimentação nutritiva, 8 horas de sono sadio e bastante hidratação para que possa funcionar corretamente. No entanto, também vale a pena pensar em maneiras de aliviar o estresse e criar um ambiente saudável ao seu redor.

Esses bons hábitos na sua rotina diária são a cola que vão unir a suplementação ao trabalho físico da melhor maneira possível e potencializam os seus resultados.

E aí, aprendeu como unir a suplementação correta ao plano de atividades físicas passado pelo seu personal? Com cuidado, dedicação e orientação profissional, você conseguirá os resultados que deseja!

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Conheça os tipos de artrite e o diagnóstico

Artrite é uma doença comum que se desenvolve quando uma ou mais articulações sofre um processo de inflamação. Possui causas distintas, sendo as mais comuns o desgaste natural sofrido com o tempo e uma alteração genética no sistema imunológico que faz com que o próprio organismo atacar as células cartilaginosas.

Existe mais de 100 tipos da doença, mas o sintoma mais marcante para quem tem qualquer tipo dela é a dor. Atrapalha tanto que é uma das principais causas de afastamento de atividades físicas, afastamento do trabalho e incapacidade.

Tipos de Artitre

Também é causada por problemas como o sobrepeso, traumas diretos e indiretos, fungos, bactérias e vírus.

Veja a seguir os tipos de artrite e a diferença entre eles:

  • Osteoartrite ou artrite degenerativa

Se caracteriza pelo desgaste de uma ou mais cartilagens que permite que os ossos entrem em contato, causando uma alteração nessas estruturas ósseas. Pode estar relacionada a genética familiar, o excesso de peso ou uma lesão sofrida no local. Nódulos nos dedos das mãos são exemplos de fatores hereditários que causam a doença.

É mais comum em mulheres com mais de 40 anos, principalmente nas articulações dos joelhos e das mãos.

  • Artrite inflamatória

É um problema de saúde autoimune, ou seja, o sistema imunológico do corpo passa a atacar as células cartilaginosas causando danos nas articulações.

  • Artrite reumatoide

Doença inflamatória classificada como crônica, ou seja, de progressão lenda e longa duração, que muitas vezes está presente durante toda a vida. É uma enfermidade que tem seus primeiros sintomas geralmente em indivíduos entre 30 e 40 anos, afetando mais as mulheres. Quanto antes for diagnosticada e tratada, maior o controle sobre a doença e possibilidade de ter um estilo de vida normal.

O diagnóstico é feito com base nos critérios pré-estabelecidos abaixo:

  • Presença de nódulos nas articulações
  • Presença de Fator Reumatoide no sangue
  • Rigidez articular matinal durante pelo menos 1 hora
  • Artrite em pelo menos três áreas de articulações
  • Artrite de articulação nas mãos (punhos, meio dos dedos e entre os dedos das mãos)
  • Artrite simétrica (no punho esquerdo e direito, por exemplo)
  • Alterações radiográficas (erosões articulares ou descalcificação dos ossos das mãos e punho)

Para tratamento de Artrite, UC-II é um colágeno especial que age diretamente no sistema imunológico para manter as articulações saudáveis e promover mobilidade e flexibilidade.

Age também como anti-inflamatório, diminuindo as inflamações nos nervosos e dores.

Quando quatro dos sintomas acima se tornam presentes em pelo menos 6 semanas consecutivas, o médico poderá fechar o diagnóstico da doença ou descarta-la.

  • Lúpus Eritematoso Sistêmico

Doença inflamatória, crônica e autoimune caracterizada por manchas na pele. Existe dois tipos: um que se manifesta apenas nas regiões cutâneos (pele) e outro que pode acometer um ou mais órgãos internos.

Por ser uma doença de sistema imunológico os sintomas podem aparecer em diversas partes do corpo. Há sintomas típicos, como dor nas juntas, manchas na pele, hipertensão e problemas nos rins e outros sintomas variados, como febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo.

  • Artrite Psoriática
Psoriática

Está diretamente ligada a psoríase, doença crônica de pele que afeta de 1% a 3% da população. Um em cada três portadores da doença desenvolvem a artrite psoriática. Geralmente a psoríase se manifesta antes dos problemas articulares.

Existem cinco tipos de artrite psoriática:

  • Oligoarticular: cinco ou menos articulações são atingidas pela inflamação. Pode afetar tanto grandes quanto pequenas articulações.
  • Poliarticular: afeta muitas articulações ao mesmo tempo, variando de sintomas leves a severos. Pode acontecer em qualquer tipo de articulação, e os sintomas se assemelham à artrite reumatoide.
  • Distal: acontece nas articulações distais, localizadas nas pontas dos dedos das mãos e dos pés.
  • Envolvimento da coluna: a parte mais afetada é a parte inferior da coluna vertebral, gerando rigidez nas articulações da região e do pescoço.
  • Mutilante: é o caso mais grave e mais comum. Promove inflamação grave nas articulações, que resultam em deformações irreversíveis e incapacidade de algumas movimentações.

O médico responsável por doenças reumáticas é o reumatologista. É ele que dá o diagnóstico da doença e indica o melhor tratamento para cada caso. Os sintomas devem ser bem especificados para o médico, bem como quando apareceram os primeiros sintomas e se pioram ou melhoram com atividades físicas. Casos de doenças de articulação na família também devem ser citados. Alguns exames podem ser solicitados, como exame de sangue, raio-X, ressonância magnética e ultrassom. Esses exames identificarão problemas nas articulações.

A doença não tem cura, e na maioria dos casos ela é crônica. Os tratamentos existentes podem deixar a doença em remissão, ou aliviar as dores e auxiliar na retomada dos movimentos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida.

Fisioterapia é de extrema importância para recuperar os movimentos e diminuir o impacto das dores. Atividades de baixo impacto são indicadas para tonificar os músculos em torno da articulação lesionada, melhoram a resistência e auxiliam nos movimentos do dia a dia. Boa alimentação também é indicada, pois o sobrepeso deve ser evitado.

Algumas recomendações devem ser seguidas para conviver de forma menos negativa com a doença:

  • Evitar ficar numa mesma posição por muito tempo;
  • Ter uma dieta equilibrada, com atenção especial à vitamina E. Ela deve ser bastante consumida, pois tem ação anti-inflamatória. Alguns alimentos que auxiliam no combate à doença: frutas vermelhas, abacate, verduras de cor verde escura, azeite de oliva, oleaginosas, cebola, alho e pimenta e peixes;
  • Evitar o consumo de alimentos que pioram as inflamações, como sal e açúcar, gordura saturada e bebidas alcoólicas.
  • Durma por tempo suficiente. O cansaço provindo da falta de sono aumenta a sensação de dor nas articulações;
  • Não sobrecarregue as articulações com peso excessivo ou movimentos inadequados;

Caso esteja acima do peso ideal, perca peso. O peso sobre as articulações deve ser minimizado o quanto for possível.

Curso de radiologia: o que estuda e como é o mercado de trabalho

Curso de radiologia

Tem vontade de atuar na área da saúde? Então conheça o curso de radiologia! Com essa formação, o aluno pode trabalhar em clínicas, hospitais e laboratórios, ocupando uma função essencial para a medicina moderna!

Nesses lugares, ele fica responsável por exames como tomografias computadorizadas, mamografias, radiografias e ressonância magnética. Além de dar suporte também durante os processos de radioterapia e Medicina Nuclear, que ajudam no tratamento de doenças.  

Ficou interessado pela carreira? Então continue lendo e saiba mais sobre esse curso oferecido pela Estácio Universidade

O que se estuda no curso de Radiologia?

O curso de Radiologia pode ser tanto técnico quanto tecnólogo. No primeiro caso, ele tem duração média de dois anos. Já o segundo, dura aproximadamente três anos. 

Em ambos, os alunos estudam a base técnica da radiologia, além de aprender a manusear os equipamentos e também entender as questões éticas por trás do trabalho. Assim como são orientados sobre os cuidados necessários ao trabalhar com a radiação.

A principal diferença, porém, é que o tecnólogo é uma graduação. Por isso, tem uma formação mais completa e aprofundada. Inclusive com outras disciplinas que podem auxiliar no desenvolvimento da carreira, como empreendedorismo e gestão.

Quer ver com mais detalhes quais são as disciplinas do curso de radiologia? Então confira a seguir a grade curricular desse curso de Estácio!

  • Desenvolvimento Humano e Social;
  • Estrutura e Função Humana Básica;
  • Ética e Profissionalismo;
  • Introdução à Radiologia;
  • Elementos e Equipamentos da Radiologia Convencional;
  • Estilo de Vida, Saúde e Meio Ambiente;
  • Sistemas Corporais;
  • Processos Biológicos Básicos;
  • Incidências Radiológicas Básicas;
  • Primeiros Socorros;
  • Metodologia Científica;
  • Incidências Radiológicas Avançadas;
  • Patologia e Diagnóstico Radiológico;
  • Diagnóstico por Imagem;
  • Mamografia e Densitometria Óssea;
  • Saúde Coletiva;
  • Processamento de Imagem;
  • Proteção Radiológica e Biossegurança;
  • Ultrassonografia e Radiologia Forense;
  • Radiologia Odontológica;
  • Gestão em Serviços de Saúde;
  • Radioterapia;
  • Medicina Nuclear;
  • Radiologia Intervencionista;
  • Sistemas de Informação;
  • Empreendedorismo;
  • Radiologia Industrial;
  • Radiologia Veterinária.

Além disso, para concluir o curso superior, o aluno vai precisar passar pelo Estágio Supervisionado e também entregar o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Mercado de trabalho na área de Radiologia

Gostou de conhecer mais sobre o curso de Radiologia? Então você deve estar se perguntando como funciona o mercado de trabalho na área. 

Logo de cara, vale avisar que o segmento da saúde é o que mais contrata os formados no curso. Clínicas, hospitais, policlínicas e laboratórios das mais variadas especialidades (incluindo odontologia e veterinária) costumam concentrar a maioria das vagas de técnico em Radiologia. 

Mas também é possível atuar em outros locais, como você viu no início do texto. Existem graduados em Radiologia que trabalham em portos e aeroportos, conferindo bagagens, e até na indústria alimentícia, fazendo a esterilização de alimentos com processos radiológicos. Ou ainda na construção civil, mapeando encanamentos, instalações elétricas, entre outros espaços impossíveis de localizar a olho nu. 

Por isso, se a sua intenção é ter um grande leque de opções de carreira, procure uma instituição de ensino que ofereça também disciplinas variadas. E não apenas focadas na atuação em hospitais. 

Rotina da profissão

Aliás, se você tem curiosidade para saber como é a rotina do radiólogo, pode saber de antemão que as principais funções não variam muito nas diferentes áreas de atuação. Já que se trata de uma profissão bem operacional.

Mesmo assim, existem algumas questões que você deve considerar na hora de escolher o seu segmento. A principal delas é que, no setor de saúde, você vai ter muito contato com os pacientes. Portanto, prepare-se para isso se for trabalhar nesse ramo. 

Já na indústria, na construção civil e nas outras áreas, talvez o contato com o público seja menor. Então se você não é uma pessoa que gosta muito desse tipo de relacionamento no trabalho, talvez seja melhor escolher este caminho!

Além disso, vale lembrar que o técnico em radiologia, ou radiólogo, não faz a mesma coisa que o radiologista, que tem formação médica. Por isso, o radiólogo não pode atuar em cirurgias, nem receitar terapias ou medicamentos. Seu trabalho se limita a executar aquilo que foi solicitado pelo médico.

Salário

O rendimento médio de um técnico em radiologia no Brasil é R$ 2.399,57 por mês, mas pode variar para cima, dependendo do nível de experiência e também da sua formação. 

Como escolher o curso?

Gostou de saber mais sobre o curso de Radiologia e decidiu seguir essa carreira? Então nossa última dica é com relação à instituição de ensino em que você vai se matricular. 

Procure faculdades e escolas técnicas sérias, com infraestrutura adequada para a sua formação e laboratórios específicos. Além de um currículo completo, que aborde todas as áreas da Radiologia com as quais você pode trabalhar no futuro. 

Também se lembre de conferir o currículo dos professores e veja se a instituição oferece atividades voltadas para a prática da profissão. 

Tudo isso vai te ajudar a sair na frente da concorrência na hora de procurar um emprego. Além de oferecer conhecimentos que você vai levar para a vida toda!

Como funciona o cálculo de reajuste dos planos de saúde para empresas?

Se você chegou até este artigo para entender como é calculado o reajuste do seu plano de saúde saiba que vamos a fundo sobre esse assunto tão importante. Afinal de contas, é muito importante entender como funciona esse reajuste anual para evitar gastos desnecessários ou qualquer tipo de surpresa negativa no plano de saúde da sua empresa.

Neste artigo vamos te explicar como é calculado o reajuste anual do seu plano de saúde empresarial fazendo com que você não tenha mais surpresas. Continue lendo a postagem para compreender tudo sobre esse assunto tão importante para sua empresa.

Mas antes de falar sobre esse assunto tão importante, não deixe de acompanhar tudo sobre os valores dos planos de saúde individuais, familiar e empresarial através deste site.

Reajuste anual nos planos de saúde empresariais

Reajuste anual nos planos de saúde empresariais

Em resumo os cálculos para reajuste nos planos de saúde que ocorrem anualmente variam segundo o número de vidas das empresas e também através da faixa etária dos beneficiários do convênio médico. Confira abaixo mais detalhes sobre o funcionamento desses reajustes que ocorrem anualmente:

Planos de Saúde para Empresas com até 29 vidas (regulamentadas pela RN 309):

Pela resolução normativa 309, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), todas as empresas com um número menor de 30 vidas serão reunidas em um único grupo (chamado de pool). Para elas, a administradora do convênio médico irá aplicar a mesma taxa de reajuste anual.

O cálculo para reajuste anual é feito pela administradora de saúde e funciona da seguinte forma: a soma de todos os custos gerados pelo pool em cada atendimento médico realizado dividido pelo valor que foi pago pelas empresas durante o período analisado em questão

A porcentagem resultante desse cálculo será informada à ANS e aplicada a todo o grupo.

Planos de saúde para Empresas com 30 vidas ou mais:

Para os contratos de planos de saúde empresariais com um número superior a 30 vidas cadastradas ou não regulamentados pela RN 309, o valor de reajuste anual será exclusivo e com regras estipuladas no contrato. Alguns contratos, por exemplo, levam em consideração a flutuação dos custos médicos com a sinistralidade (valor gerado ao utilizar o convênio médico).

Para saber mais sobre esse tipo de caso que é bastante específico, é necessário verificar o contrato vigente com a operadora de saúde.

Como é feito o reajuste do valor de planos de saúde empresariais por faixa etária?

Outro ponto de atenção para o reajuste dos planos de saúde é a faixa etária dos conveniados pela empresa. Basicamente, os reajustes anuais por faixa etária cumprem aos limites da variação de preço definidos pela ANS que é a responsável por regulamentar a operação das administradoras de Saúde no Brasil. Resumidamente falando, ele ocorre somente quando os beneficiários do plano de saúde empresarial mudam de faixa etária.

Conclusão sobre o reajuste anual dos planos de saúde empresariais

Conforme vimos acima, há diversas regras para o reajuste anual dos planos de saúde empresariais. Cabe destacar aqui em nossa conclusão sobre o assunto que é muito importante ficar atento também ao contrato em vigência para evitar surpresas, pois com isso você evita qualquer tipo de brecha para surpresas negativas na hora do reajuste anual.

 Esperamos que nosso super artigo sobre “como calcular o reajuste dos planos de saúde empresariais” tenha te ajudado. Não deixe de compartilhar esse artigo com seus amigos e deixe logo abaixo um comentário.